A relação entre o cartão de crédito e as dividas

Boa parte das pessoas acha o cartão de crédito uma ferramenta muito interessante, porém, perigosa!

O interessante do cartão de crédito está relacionado às parcelas. Ou seja, ao comprar algum item um pouco mais caro, a pessoa tem a possibilidade de parcelas à compra.

Na grande parte das lojas, a modalidade de parcelar a compra pode ser oferecida em até 12 vezes sem juros.

Portanto estamos tratando de um “financiamento” a juro zero! Algo muito interessante, ainda mais quando temos outras linhas de crédito com juros exorbitantes.

Depois ainda contamos com o pagamento no modo crédito só para o mês que vêm. Portanto ao comprar qualquer coisa, a pessoa terá a possibilidade de pagar pela fatura somente no mês que vêm, ou depois de 30, 45 dias (dependendo de como funciona o seu cartão).

Essa característica de postergar o pagamento é interessante, uma vez que oferece a possibilidade do cliente, trabalhar com o dinheiro que ficou na conta no primeiro mês, ou com o valor que foi poupado de ser gasto de uma só vez (no caso de itens parcelados).

Mas essa vantagem também pode se tornar o pesadelo de muitas pessoas. Aqui é que mora a relação do cartão de crédito com dívidas!

Parcelar no cartão sem controle

Vamos comprar uma roupa nova? Ou quem sabe trocar de celular? Ah, mas esse celular novo custa R$ 1.500,00, quem tem tanto dinheiro assim disponível? E essa camisa está saindo por volta de R$ 240,00? Como eu vou poder arcar com tal despesa?

Mas tanto o celular quanto a camisa oferecem a possibilidade de serem parcelados em até 12 vezes! Ou seja, o seu celular pode custar, “na verdade” 12 parcelas de R$ 125,00 e sua camisa outras 12 parcelas de R$ 20,00! Ou seja, com menos de R$ 150,00 o cidadão já consegue adquirir os dois itens! Maravilhoso né? Só que não!

Essa primeira compra, levando em consideração que a pessoa não gastou com mais nada antes, não tendo qualquer obrigação com o cartão de crédito ou fora dele, pode ser alvo de análise.

Então, tecnicamente, essa compra não seria o problema, mas sim a ideia! O problema é a ideia de que é possível comprar tais itens porque existe a possibilidade de parcelar.

O parcelamento do cartão, ou o fator de utilizar o crédito para postergar o pagamento deve ser visto como uma forma de vantagem e não de possibilidade.

Só porque existe a chance de parcelas itens em até 12 vezes não significa que isso pode lhe conceder a possibilidade de sair comprando tudo.

Na verdade o cartão de crédito só é um instrumento que lhe dá uma vantagem. Então, na verdade, antes de comprar à camisa a pessoa deve pensar, será que eu preciso dessa camisa? Se você  estiver precisando, então deve realizar mais uma pergunta, será que esse preço está justo, ou existe algo mais em conta?

Desse modo você além de contar com a modalidade de parcelamento, ou simplesmente a possibilidade de postergar o pagamento para 30 dias, estará economizando com a compra em si.

Essa mesma estratégia também pode ser desenvolvia com a compra do celular e demais itens que possam vir a ser alvo de interesse.

Enfim, o importante é limitar as suas compras levando em consideração a importância do item a ser adquirido (se ele é mesmo necessário e imprescindível) além de analisar as suas receitas e renda.

Se os seus gastos já estão beirando o valor total de renda, ou até ultrapassando, então não vejo motivos para continuar a comprar.

Formas de manter o controle

Existem duas formas, a primeira é mais prática, e analisar constantemente a fatura do cartão. Desse modo o usuário poderá identificar quais foram às últimas despesas e se o valor da fatura está muito alto.

A segunda alternativa, é em minha opinião a melhor, e construir uma planilha ou anotar tudo em um caderno.

Desse modo a pessoa pode manter o controle dos gastos do mês, além dos valores parcelados. Observando o valor aproximado das próximas parcelas e assim mantendo um controle praticamente total

Assim, perder o controle sobre as finanças vai ser algo bem difícil de ocorre. Ainda mais quando começamos a nos questionar a respeito dos gatos! Observando aonde o dinheiro vai e identificando o que é despesa essencial e o que não é.

Resultados da falta de controle

O resultado da falta de controle ou dos excessos pode ser a aquisição de linhas de crédito e o pagamento de juros sobre tais valores.

Coisa que definitivamente pode acabar comprometendo boa parte das suas receitas e dificultando ainda mais a retomada financeira da pessoa.

Ficar no zero a zero não é uma boa solução, observando isso, é de bom tom que a pessoa sempre mantenha uma margem de suas receitas destinadas a investimentos.

Mesmo que alguma situação de emergência ocorra, a pessoa sempre terá recursos. Uma vez que esse dinheiro poupado, estará investidor e rendendo mais dinheiro.

Se o indivíduo sempre gastar o valor total de suas receitas ou pior, sempre gastar mais do que pode pagar, eventualmente uma hora algo vai acontecer e assim  a aquisição de linhas de crédito será necessária.

Ao cair nesse tipo de “armadilha” a pessoa vai ser obrigada a cortar na “carne” boa parte de suas despesas, uma vez que os custos para conseguir dinheiro e se financiar é alto no Brasil.

Uma pessoa sem o controle financeiro ideal pode fazer o que?

Uma das primeiras coisas a se fazer é cortar o cartão de crédito. O problema do cartão, novamente, é a possibilidade de parcelar praticamente qualquer despesa, inclusive a própria fatura do cartão.

Coisa que é interessante (menos o parcelamento da fatura), porém, esse parcelamento deve ser feito com bastante cuidado, e sempre analisando se existe a necessidade de tais gastos.

Como as pessoas que não possuem tal controle acabam, eventualmente, comprando sempre mais, o interessante é cortar o cartão de crédito e posteriormente começar a anotar todas as despesas, mantendo um controle financeiro!

Como sair do cheque especial?

Chegar ao ponto de recorrer ao cheque especial para quitar pagamentos e obrigações não é uma coisa boa.

Primeiro porque existe a necessidade de pagar um dos maiores juros existentes no mercado. O juro do cheque especial é um dos principais problemas de muitas pessoas e inclusive de famílias!.

Segundo, ao chegar ao cheque especial, à pessoa estará em um momento onde as suas receitas (ou os seus ganhos) não são mais suficientes para conseguir cobrir suas obrigações.

Terceiros você está precisando de recursos de terceiro para conseguir sanar suas próprias obrigações. Isso também é um problema. Mas então, como sair dessa situação?

Identificando o problema

A primeira coisa que deve ser feita é análise dos seus gastos, e o porquê você chegou a essa situação.

Ao analisar os seus gastos, a pessoa consegue verificar com detalhes os seus principais gastos, as despesas fixas e aqueles que acontecem de vez em quando.

Temos nessa lista também, os gastos que ocorrem de forma esporádica, ou constantemente e que podem acabar consumindo boa parte de seus recursos.

Esse tipo de despesa deve ser bem analisado, mas por enquanto vamos focar no levantamento das despesas.

Bom, para conseguir analisar com mais precisão, a pessoa deve anotar todos os seus gastos. Se a pessoa ainda utiliza um cartão de crédito, a mesma pode se utilizar da fatura do cartão para analisar as despesas.

Esse estudo deve se tornar um costume. Ou seja, monte uma planilha Excel, ou um caderninho, e assim, anote todas as suas despesas para analisar e controlar mês após mês.

Depois de certo tempo, algo em torno de 6 meses, a pessoa já consegue analisar os gastos que são recorrentes, aquelas despesas esporádicas, e algumas possuem um valor maior. Ao verificar cada uma dessas despesas, a pessoa deve avaliar a importância de cada gasto.

Primeira coisa a se fazer

Simultaneamente a essa análise, a pessoa deve realizar a troca do cheque especial com outra forma de crédito.

Por se tratar de uma linha de crédito muito cara, o cheque especial não é nada interessante. Por isso é interessante recorrer a linhas de crédito mais em conta. Desse modo a pessoa pode conseguir o dinheiro para sair do cheque especial, porém, estará contraindo uma dívida em outro segmento.

Essa outra forma de crédito pode ser através do consignado. O empréstimo consignado é um dos mais em conta no mercado, se não for o mais.

Ao conseguir o empréstimo consignado, a instituição que vai ser a sua credora estará recolhendo os pagamentos referentes à linha através da sua fonte de renda. Nesse caso podemos estar tratando da aposentadoria ou do seu salário.

Desse modo a pessoa estará conseguindo economizar uma boa quantidade de reais que seriam utilizados somente para pagar os juros do cheque especial.

Se o consignado não for possível, tente alguma linha de crédito que exija garantias, e posteriormente o empréstimo pessoal. Qualquer uma dessas formas de crédito é mais interessante que o cheque especial. Pode ter certeza!

Gastos prioritários!

Depois de trocar as dívidas, a pessoa deverá analisar as suas obrigações. Bom, se a situação antes de contrair a dívida já estava ruim, depois de assumir mais essa obrigação, ficará pior.

Tudo isso por conta do aumento das despesas. Se antes as receitas eram suficientes para conseguir arcar com as despesas, agora haverá a necessidade de aumentar as receitas ou reduzir as despesas.

Presumindo que a pessoa não tenha novas fontes de receita, então haverá necessidade de cortar despesas, mas quais?

Despesas referentes à conta de luz, telefone e água não podem ser cortadas, mas podem ser reduzidas. Observando que a troca de equipamentos que consomem mais energia poderia gerar aumento das despesas no curto prazo, a pessoa deverá cortar as despesas de outra forma.

Se a casa sempre está iluminada, com mais de duas, três lâmpadas por cômodo, talvez seja necessário reduzir as lâmpadas acesas por cômodo. Desse modo o consumo será reduzido.

Se existe mais do que uma TV, ou o costume de trabalhar com máquinas de secar roupa, tente concentrar a utilização em somente uma TV (evite deixar mais TV ligadas em diferentes cômodos), e reduza as vezes que utiliza a secadora de roupa.

O aquecedor de água (para lavar louça) também pode ser cortado, ou evitado. Tudo isso vai consequentemente influenciar em uma redução na despesa com energia.

Dependendo da forma que esses cortes foram empregados, o corte pode ser expressivo, reduzindo mais do que 10% da fatura.

Coisa que ajuda bastante, mas provavelmente não será suficiente! Depois poderíamos partir para a conta de telefone e água.

No caso da água dificilmente conseguiríamos realizar algum corte expressivo nas despesas, já com relação o telefone poderia haver chances.

Se a pessoa possui televisão por assinatura e internet de banda larga, os dois planos poderiam ser analisados.

No caso da TV, poderia inclusive ser calculada, enquanto a internet poderia ser adquirida o plano mais básico.

Isso sim poderia render uma redução nas despesas superior aos 20%. Até aqui, a pessoa já conseguiria uma boa redução nos gastos. Assim, haveria mais recursos livres para pagar as parcelas do empréstimo.

Mas não vamos parar por aqui! Temos que analisar os gastos supérfluos! Dentre os gastos considerados supérfluos estão àquelas despesas que não são essenciais.

Por exemplo, a compra de algum artigo de vestuário que não seja estritamente necessário. Quando a compra envolve simplesmente a vontade de ter o objeto, mas não um fim específico e essencial então está trabalhando com algo que pode ser considerado supérfluo.

Esses gastos podem acabar gerando despesas relevantes no mês a mês de cada um. Sendo assim, essas despesas devem ser analisadas e cortadas.

Depois que as contas entrarem nos eixos e sua obrigação junto à dívida terminar então esses gastos pode ser reconsiderado.

Lembrando que o importante é manter uma sobra todos os meses. Não gaste tudo o que recebe do seu trabalho, ou da sua fonte de renda. É importante montar uma estrutura de reserva, guardando parte das receitas e investido o mesmo capital. Assim em momento de “crise” não vai faltar dinheiro!

Poupar ou Financiar?: Qual é a melhor escolha?

Ao pensar em comprar um carro, ou quem sabe comprar uma casa, a pessoa provavelmente vai acabar pensando em financiar o bem.

Um dos motivos para relacionar uma casa ou carro a um financiamento está ligado no valor do bem. Por serem bens de alto valor, tecnicamente, tais compras exigem um poder aquisitivo mais alto.

Analisando o atual contexto brasileiro, com um salário mínimo próximo dos R$ 1.000,00, é fato que não é nem um pouco fácil comprar um carro ou uma casa a vista.

Sendo assim, necessariamente, as pessoas acabam procurando por linhas de crédito. No caso do carro e da casa, as linhas mais utilizadas são os financiamentos.

Mas e se a pessoa juntar dinheiro, ou seja, poupar parte de sua renda, e com esse dinheiro procurar por bons investimentos? Será que a pessoa não conseguiria acumular patrimônio suficiente para  comprar uma casa ou um carro?

Ao poupar uma parcela do seu salário, com certeza, em algum momento, a pessoa terá em mãos (ou melhor, na conta) dinheiro suficiente para conseguir comprar o bem que deseja a vista!

Analisando as duas formas de conseguir alcançar o mesmo objetivo, temos que definir qual delas é mais interessante, poupar ou financiar?

Vantagens de financiar

Ao financiar uma casa ou um carro a pessoa está reduzindo o tempo necessário para conseguir o bem. Ou seja, ao invés de poupar, investir e esperar até conseguir ter o dinheiro suficiente para comprar o bem, a pessoa vai poupar uma pequena parcela do valor (a entrada do bem) e financiar o resto.

Desse modo a casa ou o carro já serão da pessoa sem grande demora e sem muitos problemas. Outra vantagem de agilizar a compra do bem está relacionado com a inflação.

Todos nós acompanhamos a valorização dos imóveis no Brasil. Querendo ou não, até em momentos de crise, os imóveis são bens que acabam se valorizando.

Portanto, ao financiar a sua casa, é possível que o próprio imóvel, dentro de alguns anos, já tenha se valorizado o suficiente para compensar o pagamento dos juros e encargos do financiamento.

Comparando o financiamento com aqueles que gostariam de poupar para conseguir o imóvel, com certeza, ao financiar, a pessoa vai alcançar o objetivo e forma muito mais rápida!

Sem falar que atualmente existe o minha casa minha vida, programa federal de financiamento habitacional. Portanto as taxas de juro de tal financiamento são muito interessantes.

Com relação ao carro, vale a mesma coisa. Lógico que nesse caso, não existe um investimento rentável. Os carros em grande parte acabam se desvalorizando com o tempo. Porém, ao financiar a pessoa está investido no seu conforto e consequentemente no conforto da sua família.

Comprar veículos mais caros pode assegurar inclusive à segurança das pessoas que vão utilizá-lo!

Poupando para comprar carro ou casa

Não espere conseguir comprar um carro ou uma casa com 1 ano poupando parte de seus rendimentos.

Como já falamos no início do artigo, carro ou uma casa são bens de alto valor. Dificilmente alguém consegue comprar um bem desses com poucos meses poupando.

Portanto, aqueles que possuem essa ideia de poupar parte da renda para conseguir comprar um imóvel ou uma casa a vista, sem se preocupar com financiamentos e afins, é bom começar a poupar, e poupar bastante!

Dependendo da estratégia empregada para poupar e investir o dinheiro, a pessoa pode conseguir alcançar o valor do imóvel em questão de 5 anos, sem grandes problemas.

Lógico que várias coisas podem influenciar nisso. Desde o valor do imóvel, o quanto a pessoa está poupando e a rentabilidade dos seus investimentos.

Mas uma coisa é certa, a satisfação de conseguir comprar o seu carro, ou imóvel a vista, de uma só vez é indescritível!

Pense bem caro leitor, não haverá financiamento e você estará com o seu imóvel, sem dívidas! Querendo ou não, ao financiar o seu imóvel, você estará contraindo uma dívida.

Por mais que o imóvel esteja em seu nome você ainda vai precisar quitar o financiamento. É possível economizar bastante ao comprar o seu imóvel ou carro a vista.

Por mais que exista o minha casa minha vida, dependendo do imóvel que for adquirido, a pessoa pode acabar pagando algo em torno de R$ 80.000,00 ao longo de 300 meses, somente de juros!

Ao poupar e investir, a pessoa pode adquirir o imóvel sem pagar por todo esse juro! Já com relação ao carro, coisa similar pode acontecer.

Na verdade, tudo aqui vai depender do valor de entrada. Se a pessoa comprar um veículo com um valor de entrada mínimo, ou de repente, sem entrada, financiamento o carro inteiro, é bem provável que o juro seja muito alto.

Portanto, ao longo dos meses ou até dos anos, a pessoa vai acabar pagando o valor de mais do que um veículo, quem sabe até dois!

Por isso, ao poupar, a pessoa não terá nenhum financiamento, além de conseguir economizar com os juros e encargos.

Então, qual é o melhor?

O melhor não existe. Na verdade, o que podemos identificar é a melhor opção para determinado momento.

Vamos supor que a pessoa encontrou um imóvel magnífico, que está muito bem localizado e está sendo negociado a um preço abaixo do mercado, o que fazer?

Em uma situação como essa, a pessoa pode comprar o imóvel. Porém a pessoa não conta com o dinheiro em mão, tem somente o valor suficiente para dar de entrada.

Então em uma situação assim, a pessoa pode recorrer ao financiamento. Por se tratar de uma oportunidade única, e observando que o valor está abaixo do mercado, então não vejo problemas em financiar.

Agora, se a pessoa está pensando em comprar um imóvel somente para não viver de aluguel, então eu acredito que essa compra deve ser mais bem avaliada.

O aluguel não é bom, porém não é de todo ruim. Vamos supor que você compre um imóvel, querendo ou não, ao comprar esse imóvel você vai precisar desembolsar um valor de entrada e o valor das parcelas (ao menos no início) serão maiores do que o valor do aluguel (de um imóvel equivalente).

Ou seja, no curto prazo o seu gasto vai ser superior ao do aluguel! E se de repente, no meio do financiamento você resolve se mudar? Como fica? O aluguel, ao menos, lhe da um pouco mais de liberdade, até para conseguir determinar o melhor imóvel para comprar.

O que é financiamento residencial?

Grande parte dos brasileiros vai alguma hora na vida passar por um financiamento residencial. Um dos motivos para isso é, lógico, a oportunidade de investir na residência própria! A tão sonhada casa própria!

Fugir do aluguel e conseguir comprar o próprio imóvel é muito mais do que o desejo de grande parte das pessoas. Esse objetivo acaba sendo algo perseguido por muitos brasileiros.

Por isso o governo federal possui um programa habitacional que ajuda as pessoas a conquistar a tão sonhada casa! O minha casa minha vida!

Minha casa minha vida

Esse tipo de financiamento serve para comprar imóveis com certo limite de valor. Geralmente estamos nos referindo a propriedades menores, porém de alvenaria, com tudo em ordem.

O imóvel em questão deve ser a primeira propriedade do interessado e deve ser o imóvel no qual ele, ou ela, vai residir.

Aqui temos uma boa questão! Se o interessado está procurando um imóvel para comprar e trabalhar o mesmo como uma espécie de renda (alugando para outras pessoas) essa propriedade não poderá ser financiada através do minha casa minha vida.

Caso o cidadão, mesmo assim, se utilize do financiamento sem levantar tais questões, é possível que em algum momento, ocorra alguma fiscalização e o mesmo possa perder o financiamento e até sofrer algum tipo de multa, processo, ou algo do gênero.

Mas porque o financiamento é tão interessante?

Com certeza, o principal motivo está relacionado ao baixo custo do financiamento. Ao comparar a taxa de juros negociada pelo minha casa minha vida com os demais financiamentos habitacionais que existem no mercado, fica evidente o  baixo custo que o programa habitacional do governo possui.

Atualmente, com a taxa de juro na casa dos 6,5% ao ano, o juro cobrado pelo minha casa minha vida está na casa dos 7% a 8% ao ano.

Essa taxa e muito baixa! Só para se ter uma ideia, a taxa de juro do empréstimo pessoal, aquele empréstimo que pode ser adquirido através da conta corrente, sem análise de crédito e afins, é de 6% ao ano! Ou seja, em um mês, o cliente que captou recursos por meio desse empréstimo pagou uma taxa de juro equivalente a um ano do minha casa minha vida.

Ao iniciar os pagamentos das parcelas do seu financiamento, o cliente verá que o valor das parcelas, com o tempo, vai sendo reduzidos.

Através do minha casa minha vida o cliente será beneficiado por essa forma de financiamento que acaba reduzindo o valor das parcelas com o tempo.

Então as primeiras parcelas possuem um valor maior sendo que as próximas serão reajustadas para baixo.

Até que a última parcela terá um valor bem inferior a primeira. Tudo isso pode ser analisado melhor através da simulação do minha casa minha vida que existe no site da caixa econômica.

Levando essa taxa e juro em consideração, não haveria motivos para não recorrer a esse financiamento, mas será que todos nós podemos financiar o primeiro imóvel por meio do minha casa minha vida?

Requisitos para conseguir entrar no minha casa minha vida

Um dos principais requisitos para conseguir o financiamento através do minha casa minha vida é não possuir imóveis.

Se o cidadão já tem um imóvel, aí não haverá a possibilidade de conseguir financiar outro através do programa habitacional do governo federal.

O segundo pré-requisito é não ter participado de um programa habitacional antes. Ou seja, aqueles que já conseguiram pagar por seu imóvel através do minha casa minha vida, não poderão recorrer ao financiamento outra vez.

Mesmo se nesse caso, o cidadão não contar mais com aquele imóvel.  As famílias, ou o cidadão que tentar conseguir o minha casa minha vida deve ter uma fonte de renda, equivalente a 3 salários mínimos.

Esse é um valor considerável mínimo, uma vez que desse modo, é bem provável que as parcelas do financiamento não vão comprometer o sustento da família ou da pessoa em si.

O leitor pode reparar que estou me referindo sempre a família ou a uma pessoa. Isso acontece devido a possibilidade de financiar a casa sem ter uma família, ou participar de uma.

Solteiros e solteiras também tem direito ao minha casa minha vida. Portanto, se lhe interessar, não deixa de correr atrás!

Pessoas que possuem o nome inscrito no Serasa, ou com o nome “sujo” em outros lugares, ainda possuem a chance de conseguir o financiamento!

Possibilidade de utilizar o FGTS

Outra vantagem importante que temos ao contar com o minha casa minha vida está relacionado à utilização do FGTS como forma de entrada para o financiamento, ou sendo utilizado para abater parte do valor total a pagar (amortizando o financiamento).

Em qualquer uma das duas situações, a utilização do FGTS é bem interessante. Por mais que o imóvel possa ter um valor menor, vamos supor que o imóvel alvo da pessoa tenha um valor de R$ 150.000,00. Se o mesmo contar com uma quantia de R$ 10.000,00 no FGTS, poderia juntar mais R$ 5.000,00, e assim, oferecer uma entrada de 10% do valor do imóvel.

Quantia, que dependendo da renda da pessoa, já poderia ser suficiente para conseguir financiar o bem.

Lembrando que através do minha casa minha vida o cidadão terá a oportunidade de pagar o financiamento em até 300 meses! Ou seja, 25 anos!

Mas voltando ao FGTS, todos nós sabemos que manter o dinheiro parado no FGTS não é uma boa, correto? O juro oferecido pelo governo em cima do capital ali parado é muito baixo.

Coisa de aproximadamente 3% ao ano. Fato que não beneficia o cidadão, aliás, chega até a prejudicar, uma vez que nossa inflação, muitas vezes chega a ficar próximo dos 4% ou até a passar dessa marca (fato que já ocorreu em 2015 e 2016).

Observando isso, caso a pessoa venha a recorrer ao minha casa minha vida, tente de todas as maneiras, utilizar o seu FGTS para conseguir amortizar parte do financiamento.

Pense bem! Se a taxa de juro do financiamento ao ano pode chegar aos 8%, então o cidadão terá muito mais a ganhar se utilizar seu FGTS para amortizar tal pagamento ao invés e deixar o dinheiro lá parado rendendo pouco mais de 3% ao ano.

Diferentes tipos de Leasing

O leasing não é uma das formas mais utilizadas de “financiamento” na hora de comprar um veículo, ou máquina.

É comum ver boa parte dos brasileiros recorrendo ao financiamento convencional, desse modo, ao comprar o veículo, por exemplo, o bem já será da pessoa. Restando somente o financiamento a ser quitado.

Através do leasing, a instituição financeira fica com a posse do bem, porém, a mesma repassa ao interessado a posse do bem, e assim, o cliente pode utilizá-lo.

Normalmente, ao final do leasing, o comprador possui uma opção de realizar a aquisição em definitivo, ou se ele preferir é possível encerrar o leasing, devolvendo o bem para a instituição financeira.

Mas não é só esse tipo de leasing que existe! Nesse artigo vamos ver diferentes tipos de leasing! Começando pelo tradicional.

O Leasing tradicional!

O leasing mais comum é aquele que possui ao final, a opção de adquirir o bem em definitivo. Nesse tipo de leasing o consumidor terá alguns benefícios, principalmente quando comparamos essa forma de “financiamento” com as demais que existem no mercado! Estamos falando do custo do financiamento!

Um dos motivos para esse custo ser mais em conta está relacionado à propriedade. Ao comprar um veículo através do leasing, o consumidor não será o proprietário do mesmo, quem vai ficar com a propriedade do bem será a instituição financeira que adquiriu o mesmo.

Portanto o cliente fica com uma espécie de liberação para usufruir o bem. Essa posse pode durar um determinado tempo, Depois, ao término desse contrato, ou melhor, do leasing, a instituição financeira oferece a possibilidade de aquisição do bem em definitivo.

Geralmente essa aquisição ocorre mediante ao pagamento do restante do valor residual do veículo. No leasing as parcelas podem ser compostas por uma taxa (que seria o aluguel do veículo) e outra parte que seria referente ao valor do mesmo.

Desse modo, ao final do leasing, haverá uma parcela do valor do bem para ser quitada. Sendo quitada, o mesmo passa ao consumidor.

Com certeza essa espécie de leasing é recomendada a clientes pessoa física. Pessoas que não precisam trocar de carro constantemente por exemplo.

Desse modo é possível adquirir o carro através do leasing, e posteriormente fazer a aquisição em definitivo do mesmo.

Sendo que por meio do leasing o consumidor consegue taxa mais interessante em comparação financiamento tradicional.

Lógico, é preciso avaliar uma série de coisas antes de adquirir um leasing. Dentre elas podemos citar o tempo de financiamento, se o cliente possui um bom valor para dar de entrada (por exemplo, mais de 50% do valor do veículo) e se existe a opção de financiamento com taxa zero. Tudo isso deve ser levado em consideração!

Leasing Financeiro

O leasing financeiro muito se assemelha o leasing operacional (esse que foi descrito anteriormente). A grande diferença entre os dois leasings está relacionado a porcentagem da contribuição dos pagamentos em cima do valor do bem.

Se no leasing operacional a instituição financeira e o interessado podem negociar o pagamento de até 75% do valor do bem, no leasing financeiro essa porcentagem não possui um limite.

Ou seja, tudo pode ser negociado entre as partes. Vale destacar que nesse caso, se o banco oferecer a possibilidade de pagar a totalidade do bem através do leasing o custo do mesmo pode acabar ficando maior.

Por outro lado o aporte final, para realizar a aquisição do bem pode deixar de existir, uma vez que o bem pode estar totalmente quitado até a última parcela.

Existe mais um detalhe que não foi devidamente descrito no último exemplo e que também faz parte desse tipo de leasing (o financeiro) está relacionado aos custos de manutenção do veículo.

Todo carro pode sofrer acidentes e até avarias ao decorrer dos anos. Observando isso, a instituição financeira que realizar a aquisição do bem pode exigir a contratação de um seguro, ou a negociação com o interessado para saber quem ficará responsável por tais obrigações.

É lógico que tudo isso ai acabar aumentando o custo do veículo em si. Por isso o interessado deve avaliar bem que tipo de veículo vai comprar, qual é a principal motivação para aquisição, como será utilizado, etc.

Para quem seria mais interessante um leasing financeiro? Acredito que para todas as pessoas. Como é um leasing onde as partes possuem mais liberdade para negociar as formas e condições que serão trabalhadas no leasing, tanto o interessado quanta a instituição financeira pode chegar a um bom acordo.

Leasing back

O leasing back é uma forma mais diferente de leasing. Aqui, nesse caso, a empresa faz a venda do bem para a instituição financeira, que por sua vez, vai arrendar o mesmo para a empresa.

Desse modo o bem volta para a empresa, porém havendo um custo mensal ou conforme for negociado entre as partes.

Esse tipo de leasing é interessante para aqueles que possuem o veículo. Vendendo o bem para a instituição financeira, o cliente consegue levantar dinheiro e assim aumentar o seu capital de giro.

Por outro lado, o custo para manutenção de sua frota pode aumentar, uma vez que esses bens que tecnicamente poderiam estar todos pagos, agora vão gerar uma despesa mensal.

Enfim, talvez essa modalidade seja interessante de qualquer forma. Tudo vai depender da análise e do estudo do empresário para determinar se recorrer ao leasing back é bom ou não.

Bom, esse tipo de leasing é altamente recomendado para as empresas. Tanto para empresas que possuem grande frota, ou para aquelas que trabalham só com um veículo, o leasing back pode ser uma boa alternativa na hora de levantar capital. Lembrando que o leasing back pode ser feito com imóveis também!

Qual é a melhor opção de leasing?

É muito difícil conseguir encontrar uma opção que venha a se firmar como a melhor. Na verdade tudo vai depender dos objetivos que o interessado possui sobre o bem em questão, e na negociação entre as partes.

Como foi visto durante o artigo, empresas que precisam levantar capital de giro, podem encontrar no leasing back uma forma de se capitalizar sem perder  bem.

Já aquele que gostaria de adquirir um veículo, por exemplo, poderiam recorrer ao leasing operacional ou financeiro.

Diferenças entre financiamento e leasing

Para comprar um veículo, ou até uma máquina a pessoa ou empresa pode recorrer a três formas de aquisição.

Ou a compra pode ser efetuada por meio de um pagamento a vista, pode ser feito um financiamento e por último, pode ser feito um leasing.

Nas últimas duas alternativas, temos a captação de crédito através de um financiamento ou leasing.

Mas quais são as diferenças entre o financiamento e o leasing? Vamos analisar isso agora!

O que é um financiamento?

O financiamento nada mais é do que uma espécie de empréstimo feito entre uma instituição financeira para uma empresa ou pessoa física.

Basicamente o cidadão que quer comprar um bem de alto valor busca a concessão de crédito através de alguma instituição financeira.

A instituição financeira vai avaliar o bem que é alvo de aquisição. Depois vai analisar a solicitação do financiamento.

Depois a instituição mostra uma proposta ao interessado. Se tudo estiver em ordem, então o crédito é liberado, e a pessoa pode realizar a aquisição do bem.

Nesse caso, podemos estar tratando de um financiamento veicular. Tanto para carros novos como para os usados.

Mas o que acontece quando eu fico inadimplente?

No caso de uma inadimplência de uma parcela, é provável que a instituição financeira entre em contato, através de cartas, ou telefone, lembrando o cliente que existe um valor a ser quitado.

Se a situação não for resolvida, e houver a inadimplência de uma segunda parcela, é possível que a instituição venha  ser mais enérgica no alerta.

Persistindo a inadimplência, então é provável que a instituição financeira solicite a venda do bem para realizar amortização das parcelas restantes, ou algo do gênero.

No caso do financiamento, o bem fica com o proprietário. Como já mencionamos anteriormente, o financiamento funciona como um empréstimo para a pessoa que está interessada em comprar um bem.

Os financiamentos também podem ser oferecidos por instituições financeiras, como os grandes bancos e, pelas instituições financeiras das concessionárias de carros.

As concessionárias muitas vezes chegam a oferecer financiamentos isentos de juros, ou seja, juro zero! Esse tipo de financiamento acontece quando o cliente consegue pagar um valor alto de entrada.

Quando a entrada passa dos 50% do valor do veículo, é possível que a concessionaria, junto do departamento financeiro, faça essa concessão de isenção de juros ao cliente que adquirir o veículo.

Desse modo, o mesmo pode pagar em determinada quantidade de parcelas, o restante do valor do veículo.

Com certeza, essa prática é benéfica ao mercado, uma vez que os clientes acabam tendo uma boa redução nos encargos, e conseguem comprar um veículo novo, sem a necessidade de realizar um alto aporte.

Para as concessionárias, essa prática também é interessante, uma vez que elas conseguem realiza a venda, e conseguem garantir um bom valor na entrada.

Vale lembrar que veículos mais antigos, muitas vezes acabam tendo financiamentos mais caros. Ou seja, os juros cobrados em cima do financiamento podem ser maiores em comparação a financiamentos de carros novos, ou seminovos.

Tudo isso deve ser alvo de analise quando a pessoa decidir comprar um veículo. Às vezes, o melhor negócio, e poupar, e comprar o veículo a vista! Mas antes de tirar conclusões precipitadas vamos analisar como funciona o leasing!

Leasing, como funciona?

O Leasing funciona como uma espécie de aluguel. Quando uma pessoa jurídica ou física recorre ao leasing, ao menos no modelo tradicional, a instituição financeira faz a aquisição do bem, e repassa ao interessado.

Portanto a posse do bem não fica sobre guarda do interessado, mas sim do banco ou instituição financeira.

Esse tipo de modalidade de “crédito” traz alguns benefícios aos clientes. Esses benefícios são vários, mas podemos destacar aqui a isenção de IOF, uma vez que o bem fica com a instituição financeira, e não é uma linha de crédito direta ao cliente.

Só na isenção de IOF já é possível reduzir bastante os custos do cliente Depois ainda temos a questão da posse do bem, e por último a possibilidade de aquisição do bem.

O leasing é um “trato” negociado entre a instituição financeira e o interessado. Ao final do leasing, é possível escolher entre adquirir o bem em definitivo, ou simplesmente, realizar a devolução do mesmo, sem ônus algum ao interessado.

Lógico, que dentro do leasing, ainda existe algumas condições que podem ser impostas ao cliente. Estamos falando de seguro do veículo e questões semelhantes, uma vez que o banco vai ficar com a posse do bem, sendo assim, se algo ocorrer com o mesmo, o prejuízo ficaria para o banco (coisa que todos nós sabemos que não ocorre).

Essa opção de concretizar a aquisição do veículo, ou não, é muito interessante, uma vez que várias empresas acabam renovando constantemente sua frota de veículos.

Estamos falando de empresas que trabalham com serviço de frete, e até outros tipos de companhias que acabam investindo em frota própria ao invés de terceirizar.

Inadimplência no leasing

Como o leasing é uma espécie de aluguel, sendo que ao final das parcelas poderá haver a opção de compra definitiva, o cliente deve tomar cuidado com algumas taxas que são cobradas nas parcelas.

Ao comprar o bem por meio do leasing, o cliente deverá pagar um valor de entrada (não tem como fugir!). Nessa entrada poderá existir uma boa parcela do valor do veículo.

Por exemplo, cada parcela do leasing pode compreender uma parte do valor do veículo além de uma taxa de aluguel.

Sendo assim, no final do parcelamento, caso o cliente queira adquirir o veículo em definitivo, haverá ainda uma porcentagem do valor do veículo a ser quitada (caso seja pago, o cliente leva o bem) ou ele pode simplesmente deixar a opção, e encerrar o leasing ali mesmo.

Portanto, caso o cliente se encontre com problemas de cumprir com os pagamentos do leasing, e vê uma situação de inadimplência, é possível encerrar o contrato antes do prazo.

Desse modo o cliente pode negociar para receber parte do valor do bem, que já foi pago. É bem provável que ainda existam cláusulas com multas e cobrança de juros em cima de rescisão antecipada, ou de inadimplência. Isso pode variar bastante de contrato para contrato!

O empréstimo deve ser a última alternativa

Como está descrito no próprio título do artigo, as pessoas devem evitar todas as formas a captação de empréstimos no Brasil, ou em qualquer outro lugar.

São inúmeras as razões para isso. Desde a própria dívida, que não é nada legal de se manter, até os altos encargos e juros que podem acabar comprometendo, inclusive, o orçamento familiar mensal. Vamos falar melhor dos motivos que devemos analisar.

Motivos para evitar empréstimos

Ao contrair uma dívida, acabamos nos comprometendo em pagar a mesma. É lógica essa afirmação, porém as pessoas acabam não enxergando a dimensão e importância da mesma.

Estar comprometido em pagar uma dívida, é assumir uma obrigação. Os motivos que fizeram a pessoa contrair a dívida, ou chegar ao ponto de precisar de uma, podem ser inúmeros.

Desde a ocorrência de algo emergencial, até o próprio descontrole com as finanças. Então, no momento em que tais situações ocorrerem, a pessoa deve verificar seus recebimentos durante o mês e seus gastos.

Ao contrair uma dívida, pegando um empréstimo para conseguir quitar suas obrigações, e ficar “sem dívidas” a pessoa vai acabar contraindo outra (só haverá uma troca). Sendo que essa dívida, provavelmente não será paga a vista.

Portanto a pessoa deve analisar seus gastos mensais, para descobrir qual despesa será sacrificada para conseguir alocar as parcelas do empréstimo.

O leitor está vendo todo o procedimento que deve ser feito ao identificar a necessidade de contrair um empréstimo? Caso a pessoa não faça esse estudo, ou não reconheça a situação, é provável que as despesas e as dívidas continuem aumentando.

Esse momento, onde a pessoa consegue enxergar que suas despesas não cabem no orçamento, deve ser um momento de reflexão e atitude.

A partir desse momento, a pessoa inicia uma mudança para reduzir os gastos e incluir no orçamento as parcelas do empréstimo. Posteriormente, com o empréstimo pago, a pessoa pode permanecer com o controle e guardar os valores que eram alocados para o empréstimo em uma poupança, ou outro investimento com liquidez, bom rendimento e seguro.

Desse modo a pessoa que se encontrava com dívidas, vai passar a ser investidor! Mas se no momento eu estou endividado, o que devo fazer?

Primeiros passos para sair das dívidas

Primeiro, antes de tudo, a pessoa deve analisar quais são as dívidas e parar de fazer mais. Ou seja, se a pessoa está endividada, tanto faz se foi por causa de algo emergencial ou se foi por descontrole mesmo, essa pessoa não pode mais aumentar as dívidas.

Observando isso, o primeiro passo é parar de formas mais dívidas. As novas compras, ou seja, os gastos mensais deverão ser à vista.

Acredito que a melhor solução para isso é de bloquear e encerrar a conta no cartão de crédito. Desse modo a pessoa não vai mais ter como pagar despesas na opção crédito.

Sendo assim, os gastos mensais vão cair diretamente no bolso do cidadão. Encerrando essa forma de gasto e passando a pagar tudo a vista, é preciso levantar as dívidas que ficaram.

Vamos dizer que essa pessoa em questão possui um parcelamento no cartão de crédito mais um financiamento da casa e mais o financiamento do carro.

Bom, aqui temos uma situação bem complicada. Muitas dívidas! Para começar a pessoa deve levantar qual seria o valor total para quitar o parcelamento do cartão de crédito.

Vamos supor que nesse caso o valor seria de R$ 5.000,00. Esse valor deve ser pago o quanto antes! Vamos dizer que ao negociar com a instituição financeira, o cliente conseguiu um bom desconto no pagamento à vista do valor. O valor passaria a ser de R$ 4.500,00.

Para conseguir pagar esse valor, o cliente vai precisar contratar mais um empréstimo. Dessa vez ele tentará o consignado. Parcelando em poucas vezes, no máximo 12.

Desse modo o juro vai ser mais baixo, e o período de pagamento será menor. Pronto! A pessoa não terá mais aquele pagamento para ser feito.

Agora sobrou o empréstimo consignado mais o financiamento do carro e da casa. Bom, eu diria agora para analisar a necessidade do carro. Vamos supor que o carro seja seminovo, com um pouco mais de um ano de uso. Um carro popular, porém esse veículo possui parcelas de R$ 600,00 ao mês, e foi parcelado em 60 vezes.

Mas então, o que devo fazer? Eu diria que a pessoa deveria levar em consideração a possibilidade de vender o veículo e comprar outro, usado, e com um valor bem menor.

Venda seus bens e reduza suas dívidas!

Atualmente existem carros bons e que podem ser adquiridos por até um terço do valor de um zero. Observando isso, eu acredito que a venda do veículo seminovo pode ajuda a pessoa a se livrar de mais uma conta.

Se livrando do financiamento do carro, é possível pagar o empréstimo consignado em 12 meses com mais tranquilidade.

Após o pagamento do consignado, a pessoa pode começar a poupar o valor das parcelas. Assim, aquela pessoa que estava endividada, em pouco mais de um ano, pode se tornar investidora!

Lógico, que nesse caso, eu diria que algumas contas pessoais (que ocorrem mês a mês) devem ser alvo de cortes.

Tudo isso em pról das finanças! Quanto mais redução nos gastos, melhor fica o balanço final! E assim a pessoa terá sobras para começar a investir!

O dinheiro investido pode lhe render bons frutos no futuro! Quem sabe até uma aposentadoria antecipada!

Como evitar novas dívidas?

Comece a poupar! É simplesmente isso! A pessoa que não quer mais ter dívidas precisa poupar.

Caso você gaste tudo o que recebe, um momento haverá gasto a mais do que as receitas. Nessa hora você vai cair no cheque especial, ou contrair dívida com alguém (tanto pessoa quanto pessoa jurídica).

A partir daí a pessoa deve tomar alguma atitude para que isso não ocorra mais. No momento em que o dinheiro sobra você terá recursos em mãos para investir.

Esse dinheiro investido pode lhe render mais dinheiro. O acúmulo de capital pode ser muito interessante, tanto no curto prazo quanto no longo!

Quais são os produtos e serviços que consigo trocar com os meus pontos vinculados aos cartões de crédito?

Não são poucos os programas de recompensas que temos vinculados aos cartões de crédito. A TAM foi uma das primeiras empresas que começou a trabalhar esse tipo de fidelidade junto aos seus clientes no Brasil. O programa de pontos da companhia aérea é a Multiplus.

Por meio desse programa de pontos, as pessoas que tinham o cartão de crédito com a bandeira da TAM poderiam acumular pontos.

Os valores das compras eram convertidos em dólares, e por sua vez, esses dólares se transformavam em pontos.

Com uma determinada quantidade de pontos, já era possível trocar. A princípio (no começo) era possível pegar passagens aéreas com os pontos. Desde viagens nacionais e até internacionais podiam ser negociadas.

No início, os pontos tinham vencimento, sendo que dificilmente o cliente poderia prorrogar esse vencimento.

Atualmente já existem várias coisas que o cliente pode fazer. Desde estender o vencimento dos seus pontos, até utilizar dinheiro junto dos pontos para comprar produtos ou serviços.

Já vimos que passagens aéreas podem ser adquiridas com os pontos do cartão de crédito, mas isso é tudo?

Combustível!

Um dos produtos mais interessantes que se pode conseguir através dos pontos do cartão de crédito é o combustível.

Praticamente todos nós utilizamos carros, correto? O carro próprio, ou do cônjuge, do pai, da mãe, enfim, utilizamos um veículo para o transporte.

Esse veículo sempre vai precisar de combustível, portanto nada mais conveniente do que conseguir gasolina, álcool ou gás, através dos pontos do seu cartão.

O acúmulo e a troca são coisas bem fáceis de serem feitas. Toda a compra feita através do cartão de crédito (utilizando o crédito) acaba servindo para acumular pontos.

Portanto, a primeira coisa que a pessoa deve começar a fazer é só utilizar a opção crédito do cartão. Desse modo, cada centavo vai ajudar  o cliente  a acumular mais pontos.

Alcançando determinada pontuação, o cliente poderá realizar a troca dos pontos pelo combustível. Por exemplo, vamos falar do programa de pontos do Posto Ipiranga.

Através desse programa de pontos, os clientes da Multiplus, podem trocar seus pontos por créditos de combustível no programa da Ipiranga.

Aqui podemos ver que existe uma espécie de troca de pontos entre dois programas de fidelidade. A Multiplus e o programa do posto Ipiranga.

Pois bem, para aqueles que não possuem o cartão da Multiplus, e por sua vez, se beneficiam do programa de pontuação da Smiles, a própria também possui parceria com outro posto de combustível.

Dessa vez estamos falando da Shell. O posto também possui um programa de pontos, e assim, a Smiles e a Shell fazem a troca de pontos.

No final, tanto os clientes da Multiplus quanto da Smiles podem conseguir se beneficiar dos créditos de combustível.

Cartão presente!

Outro produto que pode ser adquirido através da troca dos pontos é o cartão presente! Esse também é outro excelente produto para se adquirido.

Os cartões presentes, dependendo da forma que for trocado, podem servir em qualquer lugar. Esse cartão funciona como um cartão pré-pago, ou seja, o cliente poderá utilizar os créditos do cartão em qualquer estabelecimento que aceite o mesmo.

No caso da Multiplus, os cartões presentes são da bandeira Mastercard! A Mastercard é uma das bandeiras mais aceitas no mundo.

Pois bem, ao trocar seus pontos pelo cartão, dentro de um prazo de aproximadamente 20 dias, o cartão será entregue em sua residência, ou no local onde você marcou para ser entregue. Depois é só realizar o desbloqueio do mesmo, e assim já pode começar a utilizar.

O legal disso tudo, é que de certa forma, o cartão de crédito, ou o próprio banco vão começar a remunerar o cliente por gastar através do cartão.

Ao gastar com o cartão de crédito, o cliente começa a acumular pontos, com esses pontos é possível realizar trocas por produtos e serviços, ou seja, é como se o banco estivesse lhe pagando!

Casas Bahia, Ponto Frio, Netshoes e outras lojas do varejo!

As trocas não ficam só por conta dos cartões pré-pagos, ou do postos de combustíveis, existem outras empresas que trabalham com os pontos. Dentre elas podemos citar grandes empresas do varejo, como é o caso das Casas Bahia, Ponto Frio e Netshoes.

Todas essas três empresas trabalham em parceria com a Multiplus. Portanto, os clientes que possuem pontos acumulados na Multiplus, com certeza têm chances maiores de conseguir trocar seus pontos por produtos e serviços dos mais diferentes.

Mas o que essas empresas do varejo oferecem aos clientes da Multiplus? Praticamente tudo que existe na loja virtual está ali, para ser trocado por pontos!

Então, se o usuário está precisando de um tênis novo, ele pode acessar a página da Netshoes através da conta da Multiplus, e procurar por um par de tênis que tenha um valor próximo a sua quantidade de pontos.

Portanto, ao entrar nessa loja online da Netshoes através da área do cliente da Multiplus, os preços dos produtos estarão convertidos em pontos.

Assim, o usuário tem como analisar qual é o  produto que pode ser trocado ou não. Se de repente, ao invés de um tênis a pessoa precise de um DVD, ou quem sabe de um eletrodoméstico, o mesmo pode acessar a loja virtual das Casas Bahia ou do Ponto frio.

Atualmente a Multiplus possui diversos parceiros. Com certeza um desses parceiros vai ter algo que você precise!

Alguns pontos que a pessoa deve ficar atenta!

Falamos bastante em gastar no cartão de crédito, mas antes de sair gastando no crédito, o cliente deve manter um bom controle das finanças! Nem sempre a compra através do cartão de crédito é a melhor solução.

Não é de hoje que muitas empresas oferecem descontos aos clientes nas compras a vista! Esse desconto muitas vezes pode passar dos 10%! Ou seja, ao invés e pagar através do cartão, o cliente pode pagar a vista e conseguir um excelente desconto.

Mesmo observando que esse valor poderia virar ponto no seu programa de fidelidade, o desconto em cima de sua compra pode ser ainda maior (em comparação aos benefícios dos pontos). Por isso preste atenção! Não pague para receber algum benefício que seja inferior!

O que é o empréstimo consignado?

Existem vários tipos de linha de crédito no Brasil. Temos os empréstimos pessoais, financiamentos (para residenciais, veículos e afins), empréstimo para negativados e os consignados.

Os empréstimos consignados, dentre todos que temos disponíveis no mercado, são os mais interessantes.

Adquirindo um empréstimo consignado o cliente pode contar com uma das linhas de crédito mais em conta no mercado.

As taxas de juro do consignado podem chegar abaixo dos 2% ao mês.  Taxa de juro que para os padrões nacionais é algo muito abaixo do normal.

Mas como funciona esse tal de consignado?

Ao contratar esse tipo de empréstimo, o cliente vai permitir que a instituição financeira faça um débito direto de sua folha salarial, ou em sua aposentadoria (caso de aposentados pelo INSS).

Desse modo a instituição que está emprestando tem a garantia de receber o valor de volta. Provavelmente a única forma de não conseguir efetuar o débito, é em caso de demissão. Mas tirando isso, a instituição sempre receberá o valor da parcela.

Com relação aos aposentados, o débito ainda é mais garantido, uma vez que dificilmente o aposentado vai deixar de receber seus rendimentos por meio do INSS.

Por isso, o valor das taxas para o consignado de aposentados é menor do que os demais consignados.

É interessante recorrer ao consignado?

Sim! Evitar a cobrança alta de juros sobre os empréstimos e financiamentos é muito importante.

Sem falar que ao contrair um empréstimo consignado o cliente não precisará se preocupar com o os pagamentos, uma vez que já ocorrerá o débito diretamente na renda (salário ou aposentadoria).

Lógico, é importante ainda manter um controle e analisar se os pagamentos estão ocorrendo de forma correta.

O que é preciso para conseguir o empréstimo consignado?

É preciso ter alguma fonte de renda. Pode ser tanto através do trabalho assalariado quanto pela aposentadoria recebida através do INSS.

Caso a pessoa não tenha salário, ou seja, não esteja empregado como funcionário, então não será possível fazer o empréstimo consignado.

A mesma coisa acontece com a aposentadoria. Se você não recebe aposentadoria, também não há forma de conseguir o consignado.

A instituição que vai liberar o crédito precisa descontar as parcelas do empréstimo em alguma fonte de renda do cliente.

Por isso é imprescindível o salário ou a aposentadoria. Caso o cliente não tenha nenhuma fonte de renda, então o mesmo terá que procurar por outros tipos de empréstimos, como o pessoal ou algum que receba alguma garantia.

Quais são os valores que consigo por meio do consignado?

Isso vai depender exclusivamente de sua renda. Existe certa porcentagem que não pode ser ultrapassada com o pagamento das parcelas.

Por exemplo, o cliente não poderá comprometer mais de 50% da renda com o pagamento do consignado.

Por isso a sua renda vai ditar o valor que será possível captar através do empréstimo. Porém ainda existe a possibilidade de parcelar o valor por vários meses.

Querendo ou não, o parcelamento em si pode acabar condicionando melhor o valor do empréstimo. Vamos supor que o cliente queira captar R$ 100.000,00, e o banco libere um consignado com em 60 parcelas,

Então o valor do empréstimo poderia ficar próximo dos R$ 1.700,00 ao mês. Dependendo do salário da pessoa não seria algo impossível de ocorrer.

Mas para conseguir um empréstimo tão alto e com tantas parcelas, o cliente terá que ter um bom relacionamento junto à instituição financeira.

 Quando devo utilizar o consignado?

O empréstimo de qualquer forma não é uma das melhores coisas a se fazer. Primeiro antes de começar a captar empréstimos no mercado, a pessoa deve compreender o que está acontecendo para precisar pera mais dinheiro.

Vários podem ser os problemas, desde algum gasto emergencial, mas também pode ser devido ao descontrole com as finanças.

No caso do descontrole, a pessoa precisa então, realizar a captação de recursos que possam quitar os débitos pendentes. Ai sim, utilizamos só consignado uma vez que essa é uma das modalidades mais baratas para se tomar crédito no Brasil.

Depois é preciso realizar um levantamento de todas as suas despesas, para conseguir encontrar qual é o gasto que está prejudicando suas finanças.

Pode ser que no meio de suas despesas existam compras no cartão de crédito que podemos considerar desnecessárias, até o pagamento de financiamento veículo, ou residencial.

Tudo isso deve ser analisado, uma vez que tais despesas podem acabar comprometendo sua renda e assim, colocando a pessoa em condições financeiras ruins.

Mas se a pessoa já está com valores em aberto no cartão de crédito, ou no cheque especial, então a melhor forma para conseguir sair das dívidas é adquirido um empréstimo consignado.

Assim, a pessoa consegue fugir dos juros altos das outras linhas de crédito, e pode quitar todas as dívidas.

Qual é o melhor banco para conseguir o consignado?

Uma das instituições financeiras que possuem as melhores taxas, inclusive no consignado é a Caixa econômica federal.

Acredito que o Banco do Brasil também trabalhe com boas condições, ainda mais quando estamos tratando do consignado.

Por se tratar de uma linha de crédito, onde os pagamentos serão debitados diretamente da fonte de renda da pessoa, não existe muitos riscos para as instituições.

Provavelmente, tanto a caixa econômica quando o Banco do Brasil devem trabalhar com uma taxa inferior à média do mercado.

Agora, passar uma taxa exata é mais difícil, uma vez que o juro pode depender de cliente para cliente.

O empréstimo consignado vale a pena?

Vale sim, ainda mais quando ele está sendo utilizado para quitar débitos que já está em aberto.

Por se tratar de uma linha de crédito muito mais barata do que outras que existe no mercado, o consignado deverá ser a primeira opção para as pessoas que estão precisando quitar suas dívidas.

Na verdade, aqui vai acontecer uma troca de dívidas. Enquanto o empréstimo consignado oferece juros baixos, as outras linhas de crédito vão acabar cobrando juros mais altos e, portanto devem ser evitadas.

Para aqueles que não possuem condições de conseguir um empréstimo consignado, tente alguma linha de crédito que receberá garantias do cliente. Desse modo você ainda conseguirá alguma redução sobre os juros!

Os principais programas de pontos dos cartões de crédito

Os cartões de crédito, muitas vezes acabam oferecendo programas de recompensas. Dentre esses programas temos os que oferecem pontos aos clientes.

Nos programas de pontos, os clientes do cartão de crédito conseguem acumular pontos que podem ser trocados por produtos ou serviços.

No Brasil, por exemplo, temos dois grandes programas de pontos. A Multiplus e a Smiles. Esses dois programas de pontos, nasceram de duas companhias áreas.

A Multiplus é da Tam (agora Latam) e a Smiles é da Gol. Portanto um dos principais produtos oferecidos pelo programa de pontos das duas companhias áreas é a possibilidade de trocar os pontos por passagens.

Porém esses programas estão em plena expansão, conseguindo atrair mais empresas. Atualmente no caso da Multiplus temos diversas empresas oferecendo produtos em troca de pontos.

Grandes firmas do varejo, com as Casas Bahia, ou o Ponto frio oferecem diversos produtos que podem ser trocados por pontos.

Existe até os postos Ipiranga, que oferecem créditos em seus postos. Tudo isso pode ser alvo dos clientes na hora de trocar os pontos!

Como funciona o acúmulo dos pontos?

Em grande parte, os  programas de pontos, simplesmente fazem o seguinte; Ao registrar um gasto com o seu cartão de crédito na modalidade crédito, o valor gasto é convertido em dólares. Após essa conversão o valor em dólares cai em uma espécie de tabela.

Dependendo do cartão do cliente, o mesmo vai conseguir 1 ponto, ou até mais por cada dólar gasto!

Níveis dos cartões

Existem cartões de vários níveis. Para começar, o interessado vai precisar de um cartão que seja no mínimo internacional.

Ou seja, os cartões internacionais são a porta de entrada para iniciar no mundo dos pontos. É bom lembrar que não é qualquer cartão que vai oferecer pontos da Multiplus ou da Smiles.

O interessado vai precisar pesquisar a respeito do cartão. Atualmente existem cartões da Smiles e da Multiplus. Portanto temos cartões de crédito das próprias firmas que administram os programas de pontos.

Além deles temos cartões e diferentes tipos. Existem os cartões da Latam, que vão acabar oferecendo a troca para os pontos da Multiplus. Depois disso temos cartões de outras empresas que fazem a intermediação para a troca de pontos.

Vamos supor que a pessoa em questão, esteja interessada no cartão do Pão de Açúcar. Esse cartão pode oferecer  descontos e condições especiais para aqueles que o utilizam em estabelecimentos do Pão de Açúcar, como os supermercados.

Mas, além disso, é possível acumular pontos no programa de pontos do Pão de Açúcar. Assim, o cliente do cartão terá a oportunidade de acumular pontos em tal programa, e futuramente tentar realizar uma troca de pontos junto a Multiplus, para conseguir se beneficiar das vantagens da Multiplus.

A mesma coisa acontece com os programas que fazem essa transferência de pontos juntos a Smiles. A única coisa que o cliente vai precisar fazer é analisar se existe tal possibilidade.

Dando continuidade os tipos de cartões. Já falamos que os internacionais seriam a porta de entrada para o mundo dos pontos.

Depois dos internacionais, temos os cartões Gold. Essa versão de cartão de crédito pode conceder um pouco mais de pontos para cada dólar gasto.

Em grande parte o acúmulo de pontos fica por conta dos 1,50 pontos por dólar. Depois da versão Gold temos a Platinium.

Na versão Platinium, o cliente pode conseguir até 2 pontos para cada dólar gasto. E por último, temos as versões exclusivas de cada bandeira.

Nesse caso vamos pegar como exemplo os cartões da Mastercard e da Visa. Os cartões Mastercard possuem a versão Black. Nessa versão o cliente pode conseguir de 2,33 pontos até 2,5 pontos por cada dólar gasto.

Ou seja, se antes, com o cartão internacional, uma despesas no cartão de crédito convertida em dólares poderia gerar 1000 pontos (1000 dólares em gastos) agora, o mesmo valor pode gerar até 2.500 pontos!

Já nos cartões VISA, o cliente terá o exclusivo Infinite. No Infinite vai acontecer a mesma coisa que no Back da Mastercard. O cliente terá entre 2,33 pontos a 2,5 pontos por cada dólar gasto.

Mas como eu posso conseguir o meu upgrade no cartão de crédito?

Manter um bom contato com a instituição financeira é um bom começo. Não deixar de pagar nenhuma fatura, sempre pagar as mesmas em dia, e utilizar bastante o cartão, são formas de conseguir manter um bom relacionamentos com o banco.

Em questão de poucos meses, é possível que o banco já venha tentar oferecer um upgrade em seu carão de crédito.

Outra coisa que pode ajudar bastante o cliente nessa empreitada é a solicitação de cartões para dependentes.

Desse modo, os gastos dos dependentes serão somados aos gastos do cartão principal. Esse acúmulo vai aumentar o valor da fatura além de fornecer mais pontos ao cliente.

Taxas e anuidades

São bem poucos os cartões de crédito que oferecem programas de pontos e ainda isentam os clientes de taxas e anuidades.

Até mesmo o Nubank não isenta os seus clientes, se os mesmos quiserem participar do programa de pontos, terão que arcar com alguma taxa ou anuidade.

Portanto, nessa hora, o cliente deve analisar o valor da anuidade e perguntar se existe a possibilidade de solicitar algum tipo de desconto.

Por exemplo, os cartões Black e Inifinite, possuem taxas que podem superar o valor dos R$ 500,00 ao ano!

Sim, é um valor exorbitante para grande parte dos brasileiros, porém se o cliente conseguir um bom desconto,  o cartão passa a valer a pena.

Se o desconto for à casa dos 50%, ou até mais, dependendo dos gatos do cliente, o cartão pode valer muito a pena.

A mesma coisa vale para os demais níveis de cartão. Falamos sobre o Gold e o Platinium. Ambos os níveis já vão elevar o valores da anuidade. Sendo assim, o cliente deve questionar junto à operadora do cartão se existe a possibilidade de conseguir descontos.

Vale a pena procurar cartões com programas de pontos?

Sim! Dependendo das taxas impostas ao cliente e das vantagens que o cartão oferecer, a aquisição do mesmo pode ser muito interessante!