Benefícios do empréstimo pessoal

O empréstimo pessoal possui diversos benefícios. Mesmo sendo uma das alternativas de crédito com os juros mais altos (em comparação direta com o consignado, por exemplo), o empréstimo pessoal ainda sim, oferece certa praticidade.

O juro até pode ser alto, porém é bem inferior aos encargos cobrados por outras linhas de crédito, como o parcelamento do cartão de crédito ou o juro do cheque especial.

Observando isso, além da comodidade já mencionada, acredito que o empréstimo pessoal possui muitas vantagens! Vamos falar mais delas!

Comodidade!

Ao abrir uma conta, em qualquer banco, é possível que já no início, o gerente da conta solicite alguns documentos para você.

Dentre eles temos o comprovante de renda. Esse comprovante pode ser tanto o seu holerite, como a declaração de imposto de renda pessoa física.

Ao entregar a documentação solicitada e realizar a abertura da conta, você poderá conferir em sua conta online que existe crédito disponível!

Provavelmente haverá crédito no cheque especial e no empréstimo pessoal. Caso a pessoa não tenha histórico em outros bancos, o empréstimo pessoal vai contar com uma taxa de juro mais alta.

Provavelmente cobrando algo acima dos 5% ao mês. Além disso, o banco vai lhe oferecer um cartão de crédito.

Enfim, para adquirir o empréstimo pessoal, esse que está liberado online, o cliente só precisa definir o valor do empréstimo, a forma de pagamento e em quantas parcelas será quitada o empréstimo.

É possível que no mesmo momento, o dinheiro já esteja liberado em sua conta! Coisa bem rápida mesmo.

Esse empréstimo pessoal pode ajudar bastante o cliente caso ele precise de dinheiro de forma rápida.

Agilidade!

O empréstimo pessoal oferece ao cliente muita rapidez, desde a aprovação de crédito até a entrada dos valores em sua conta.

Primeiro como já mencionamos o empréstimo pessoal muitas vezes já está liberado para o cliente poder acessar.

A única coisa que separa a pessoa do dinheiro é alguns cliques, nada mais. Portanto não existe muita dificuldade em conseguir acessar o empréstimo através de sua conta.

Em horas de emergência, o empréstimo pessoal pode ser a sua salvação. Lógico, depois o cliente pode procurar por outras formas de empréstimo, a fim de reduzir os custos que tal crédito possui.

Além da agilidade, o empréstimo pessoal possui outras vantagens!

O empréstimo pessoal pode ser pago em várias vezes!

Existem instituições financeiras que liberam linhas de crédito que podem ser pagas em até 60 vezes!

Ou seja, a pessoa pode pagar em até 5 anos! Lógico, que isso não é aconselhável uma vez que o juro pode alcançar a marca dos 5% ao mês, até mais!

Porém, se o cidadão não contar com alternativa, então será preciso avaliar essa condição no empréstimo pessoal.

Enfim, de todos os benefícios que mencionamos aqui, com certeza, o mais interessante, é a agilidade.

O saldo do cheque especial também é algo muito fácil de ser acessado, porém o juro do mesmo é muito alto.

Até mesmo o valor da fatura do seu cartão de crédito. Por exemplo, existem pessoas que precisam do dinheiro, porém existe a fatura do cartão para ser paga.

Ao invés de pagar o valor total da fatura, a pessoa resolve parcelas a fatura (parcelando e a partir daí pagando juros e encargos sobre o valor) e utilizar o montante em outra despesa.

Mas aqui também temos uma linha demasiadamente cara. Com juro muito alto! Por isso, a linha de crédito mais acessível, que cobra o juro menor, é o empréstimo pessoal!

 Consegui o dinheiro para emergência, agora eu continuo pagando o empréstimo pessoal?

Sim! Com certeza, pode pagar normalmente. Mas a melhor coisa que você poderia fazer, é procurar por outro tipo de empréstimo, ou quem sabe, tentar quitar essa obrigação.

Bom, se a pessoa pegou crédito com o banco, provavelmente,  não contará com o saldo do empréstimo (para pagar tudo de uma só vez) tão cedo.

Observando esse detalhe, acredito que a melhor solução, seria transferir o empréstimo para outra instituição que tenha juros e encargos mais em conta, ou, tentar no mesmo banco, trocar de produto, tendo acesso a juros mais interessantes.

Um desses produtos que podem ser alvo do cliente é o empréstimo consignado. Por meio do consignado, a pessoa consegue acessar juros de 2% ao mês, ou até menos, sendo que os valores das parcelas serão debitados automaticamente do seu salário!

Portanto a pessoa nem precisa se preocupar com os pagamentos. Se você não estiver empregado, aí o consignado fica fora de questão.

Outra coisa, a empresa onde você trabalha deve fazer uma parceria com a caixa econômica, ou com o banco que estiver lhe oferecendo o consignado.

Ao conseguir acesso a uma linha de crédito mais em conta, aí sim, você pode dar continuidade aos pagamentos normalmente.

O importante é ficar claro para o cliente que mesmo optando pelo empréstimo pessoal, você não precisa ficar preso a ele até o final.

É possível trocar de dívida e até de instituição financeira. Por isso não fique acomodado com o seu empréstimo pessoal, ele deve servir como uma forma rápida de captação de dinheiro, e só.

Depois de conseguir esse dinheiro de emergência, você deve correr para tentar pagar o empréstimo ou repassar essa dívida para outra forma de empréstimo mais em conta.

O empréstimo pessoal é a melhor opção?

Não, mas com certeza é a mais rápida! Na verdade é a mais rápida com o melhor custo benefícios!

Através do empréstimo pessoal o cliente do banco consegue ter acesso aos recursos necessários.

Depois fica a critério do cliente se ele continua pagando os valores através do próprio empréstimo pessoal, ou se ele vai trocar de dívida, ou quem sabe até de banco.

Novamente, o importante é ficar claro que o cliente possui mobilidade com sua própria dívida.

Por mais que a dívida esteja em uma determinada instituição financeira, isso não quer dizer que a mesma não possa ser enviada para outro banco, ou até mesmo trocada (internamente).

O empréstimo pessoal no final das contas deve ser visto com uma forma emergencial de captação de recursos!

O que pode acontecer se o meu nome foi negativado?

Ao ser negativado, a pessoa pode enfrentar sérios problemas. Principalmente quando tratamos de crédito.

Quando estamos com o nome “sujo” dificilmente vamos conseguir novas linhas de crédito. Tanto relacionado a empréstimos e financiamento, quanto no crediário das lojas de varejo ou coisas do gênero.

Sim, existem instituições menores (em comparação aos grandes bancos) que liberam crédito para pessoas negativadas.

Porém o juro nesses casos pode ser muito alto. É aquela situação, oferta e procura. Como a oferta para pessoas negativadas é considerada pequena, e a procura é superior, ás taxas praticadas são mais altas.

Então, podemos chegar à conclusão que o principal problema, para aqueles que estão negativados é a possibilidade de captar os recursos através de empréstimos, financiamentos, na tentativa de resolver as dívidas e assim, conseguir limpar o nome.

Sem crédito barato!

Lógico que existe ainda a possibilidade de conseguir crédito por meio de um empréstimo consignado, porém, até nessa modalidade de empréstimo, é possível que o juro esteja mais alto, uma vez que o cliente possui o nome negativado.

Mas além de não contar mais com as linhas de crédito oferecidas por bancos e demais empresas, a pessoa pode encontrar problemas em outras áreas.

Compras parceladas

Compras parceladas também podem ser mais difíceis de ser executada, inclusive, a emissão de cheque.

Caso a pessoa, ou empresa faça a consulta do seu nome antes de fechar um negócio, é possível que a empresa não aceite o cheque e tão pouco uma nota promissória, uma vez que existem débitos em seu nome.

Isso pode não parecer tão preocupante a primeira vista, mas em certos casos, principalmente quando precisamos realizar algum procedimento de forma rápida, contar com o nome negativado pode gerar grandes problemas.

Mas isso ainda não é tudo…

Sem cartão de crédito e outras facilidades

Com o nome negativado, os próprios bancos vão evitar lhe oferecer produtos financeiros, como o cartão de crédito.

Sem o cartão de crédito a pessoa ficará sem um importante meio para comprar produtos e serviços. Inclusive aquele crédito pré-aprovado pode deixar de existir.

Mesma coisa acontece com o cheque especial. Enfim, estar com o nome negativado é algo muito ruim.

Efeitos psicológicos

Ninguém quer ficar devendo na praça. Ao contrair uma dívida, as pessoas geralmente tentam pagar a mesma.

Mas isso nem sempre ocorre. Várias coisas podem influenciar na inadimplência de uma pessoa, gastos emergenciais, outros empréstimos e financiamentos, inclusive o desemprego.

Somado a isso, ainda temos a falta de conhecimento, até sobre os seus direitos. Tudo isso acaba gerando sérias dificuldades na hora da negociação da dívida.

Todo esse processo pode sim, gerar uma grande carga emocional. Ou seja, a pessoa pode acabar desistindo, uma vez que não consegue encontrar uma solução e assim o nome fica negativado.

Mas desistir não é a solução e nem o fim do “martírio”. Como resultado, é possível que o cidadão tenha desde vergonha até frustração de si mesmo.

Mas então o que podemos fazer para resolver esse tipo de situação?

Formas para resolver o nome negativado

Está na hora de dar a volta por cima! Isso mesmo! Para conseguir voltar ao mercado com o nome limpo, a pessoa terá que abrir mão de muitas coisas.

Bom, vamos supor que a situação do cidadão já está muito ruim, mas ao menos, ele continua empregado.

Em uma situação assim, já contando com o nome negativado, a primeira coisa a ser feita é um levantamento total das receitas.

Sabendo o valor total que a pessoa recebe por mês, chegou a hora de levantar todas as dívidas. Quando eu falo de dívidas, eu estou me referindo a tudo mesmo.

Desde as parcelas do cartão de crédito, até o financiamento da casa, do carro e afins. Tendo esses números em mãos, temos que avaliar uma alternativa para tentar pagar tudo de uma só vez, e assim, concentrar o valor total da dívida em uma única linha de crédito.

Dê preferência a uma linha de crédito com os juros baixos! O problema disso tudo, fica por conta do valor total da dívida.

Uma vez que a renda deve ser compatível com o valor das parcelas, sem falar que o banco provavelmente vai realizar um estudo mais detalhado da renda do cliente junto aos possíveis valores das parcelas.

Caso  valor da dívida seja muito alto, incompatível com uma parcela que se encaixa em sua renda, então é preciso dividir tal divida em duas, ou quem sabe em mais partes.

Tente pagar as dívidas com o juro mais alto, utilizando a linha de crédito com o juro mais baixo. Desse modo, você reduz os encargos que poderia vir a pagar.

Nesse processo vão sobrar as dívidas com os menores encargos. Bom, chegou a hora de se esforçar o máximo possível para tentar zerar as dívidas, então tente encontrar outro trabalho, algo fora do horário, ou nos finais de semana.

Desse modo você vai conseguir aumentar a renda e terá recursos para pagar todas as parcelas. O mais importante aqui é não desistir, encarar a situação e começar a pagar as dívidas.

Venda os seus ativos (bens)

Dependendo da condição da pessoa, a renegociação da dívida, ou até mesmo, aquisição de novas linhas de crédito (mas baratas) para conseguir trocar os encargos não vai resolver o problema.

Ou pode até ajudar, mas vai ser uma caminhada muito longa. Com o intuito de reduzir essa caminhada e até agilizar tal processo, o cidadão pode vender seus bens.

Vamos supor que a pessoa em questão  tenha a casa própria e um carro popular novo, ambos estão financiados, bom, não haverá chances de continuar pagando os financiamentos observando isso, é preciso vender os dois bens.

Ao conseguir vender os dois ativos, a pessoa terá em mãos o dinheiro, ao menos uma parcela do valor que já tinha sido paga, e não terá os financiamentos.

Querendo ou não, isso já traz uma redução significativa da dívida. Se a pessoa conta com mais outros bens que podem ser vendidos, talvez seja a hora exata para começar a vender.

Ao transformar os bens em dinheiro, a pessoa poderá pagar todas as obrigações e assim, se livrar da dívida e contar com o nome limpo!

Como reduzir os custos do cartão de crédito?

O cartão de crédito, tanto pode ser um grande aliado do consumidor quanto um pesadelo! Para reduzir os possíveis danos do cartão de crédito, devemos nos ater a alguns detalhes.

Além, é claro, do controle financeiro, a pessoa deve conhecer as despesas e custos que o cartão e crédito podem gerar.

Estamos falando das taxas, mais especificamente da taxa de anuidade.  A anuidade é uma taxa, cobrada, por praticamente todos os cartões de crédito.

Claro que existem alguns que não cobram tal taxa. Inclusive, existem outros artigos que já mencionamos esses cartões (isentos).

Mas para boa parte dos outros, principalmente aqueles que trazem benefícios com relação a acúmulo de pontos, e serviços diferenciados, a anuidade pode se tornar uma despesa substancial.

Como funciona a anuidade?

Para entender melhor essa despesa, devemos compreender como funciona a mesma. A anuidade, geralmente é cobrada no momento em que você faz a aquisição do cartão.

Então se você realizar o destravamento do seu cartão em dezembro, provavelmente, todo o mês de dezembro, será cobrado à taxa de anuidade.

Porém não existe comunicação do banco para lhe informar, por exemplo. Não pense que lá  em novembro haverá um comunicado do banco informando que no mês seguinte haverá a cobrança da anuidade.

Tão pouco se haverá aumento em tal taxa. Ou seja, a pessoa é pega de “surpresa”. Não é bem uma surpresa, porque o consumidor já tem uma noção que existe a cobrança.

A única coisa que a pessoa não sabe, de fato, e se haverá um aumento na taxa. Enfim, a anuidade, dependendo do valor, pode ser parcelada em até 12 vezes.

Vamos supor que anuidade do seu cartão é de aproximadamente R$ 80,00. Nesse caso, a mesma pode ser cobrada em 8 parcelas ou em algo similar.

Mas então, como se precaver de tal situação?

Primeiro é preciso conhecer o cartão e analisar os valores das anuidades. Geralmente o banco, para tentar seduzir o cliente, prática valores diferenciados na anuidade.

Por exemplo, o primeiro ano é isento de anuidade, mas no segundo ano, aí o cliente passa a pagar R$ 120,00 de anuidade.

Sendo que qualquer dependendo paga mais R$ 60,00. Ou seja, se o cliente ficou todo feliz que conseguiu um cartão internacional, se prepare porque ao final de um ano, é possível que venha o valor da anuidade, e se o mesmo possui dependente, o valor dos dependentes vem junto!

Então uma coisa que lá no início era de “graça” de repente, pode se tornar algo bem caro. Isso porque não utilizamos como exemplo, outros tipos de cartão.

Existem os cartões Black da Mastercard. Esse modelo de cartão de crédito é considerado um dos melhores. Uma vez que o cartão Black traz diversos benefícios aos seus clientes.

Porém existe um custo para usufruir disso tudo. Se no primeiro ano, o cliente e seus dependentes ficam isentos, é possível que a partir do segundo ano, a anuidade do cartão chega à bagatela de R$ 500,00 ou mais!

Isso que estamos só levando em consideração o cartão e não os seus dependentes. Com os dependentes tal despesa, com certeza seria superior aos R$ 500,00.

Então fica a dica! É bom olhar todos os benefícios que o cartão pode lhe trazer, e afins. Porém, preste muita atenção nos custos do cartão! Principalmente, se houver desconto na primeira anuidade, procure informações sobre o valor normal da anuidade, ou qual será o valor a partir da segunda!

Como reduzir a despesa com anuidade?

Pechinchar! Pedir desconto! É isso! Basicamente! O cliente vai precisar entrar em contato com o “0800” da administradora do cartão e solicitar um desconto sobre a anuidade.

Provavelmente, ao ligar para a administradora do cartão, haverá uma área específica para anuidade. Isso mesmo, já existe uma área específica, uma vez que é costume das administradoras de cartão, beneficiar os clientes com descontos na anuidade.

Esses descontos podem chegar a 50% do valor. Então, se o cliente tem um cartão Black das Mastercard, sem dependentes, é possível que o valor d R$ 500,00, caía para R$ 250,00!

Mesmo se o cliente já realizou o pagamento de uma, duas ou até 10 parcelas da anuidade, depois de conseguir o desconto, a companhia faz o desconto, ou devolução dos valores ao cliente. Sem problemas!

Como extrair mais benefícios dos cartões que cobram anuidade?

Através dos programas de fidelidade, os clientes dos cartões podem acumular pontos e assim, trocar por produtos ou serviços.

A ideia é a seguinte. Ao utilizar os pontos para conseguir produtos ou serviços, o cliente pode dar prioridade para o que é prioridade.

Desse modo, ao invés de gastar dinheiro comprando determinado objeto ou contratando um serviço, o cliente pode reduzir tais gastos utilizando os pontos.

Querendo ou não, esse benefício, que podemos extrair dos produtos de fidelidade compensam de certa forma o valor da anuidade.

Isso também levanta outra ideia. O cliente deve levar em consideração os seus gastos e a quantidade de pontos que consegue acumular para analisar se o cartão está lhe gerando ganhos ou mais perdas.

Por exemplo, se o cliente consegue, em média, 12 mil pontos por ano, sendo que esses dois pontos lhe proporcionam, aproximadamente R$ 200,00 em produtos e serviços, a sua anuidade não pode ultrapassar tal valor.

Se ultrapassar, outros benefícios devem compensar esse valor. Lógico, desde que você se utiliza desses benefícios.

Enfim, o usuário deve sempre conseguir extrair o máximo de benefício do cartão. Sendo que o cartão não pode se tornar uma despesa, mas sim, um benefício.

Se mantenha dentro dos limites!

Existe outra taxa que nem todos os cartões cobram, mas vira e mexe aparece por aí, estamos falando da taxa de “análise de crédito”.

Uma vez ou outra, o cliente pode acabar estourando o limite do seu cartão. Se isso ocorrer à administradora do cartão vai realizar uma análise para determinar se vai passar a operação, ou não.

Se a compra for realizada, o cliente pode se preparar que na próxima fatura, é possível que surja alguma taxa de “análise de crédito”.

Para evitar tal taxa, é interessante trabalhar com controles paralelos, e sempre avaliar qual é o seu verdadeiro limite.

Se estiver perto de estourar o limite, trabalhe com outro cartão, utilize o débito, ou pague com dinheiro.

6 dicas para manter as dividas sobre controle

Manter o controle sobre as finanças pessoais não é uma tarefa fácil. Vivemos em um mundo consumista, onde o que mais existe são propagandas querendo que você compre, compre e compre sem parar!

Mas como evitar esse consumo desenfreado? É difícil, mas nós temos que tomar  algumas decisões. Decisões que devem ser a favor do nosso controle financeiro.

Nesse artigo vamos explorar 6 formas de manter o controle sobre o seu dinheiro e assim evitar ficar endividado.

  • Poupe uma parcela da sua renda todos os meses!

Se você gastar tudo o que recebe, logo ficará em apuros! Pode ter certeza! Quando a pessoa não consegue poupar, sequer um real, qualquer aumento nas despesas em um mês, ou dois, já pode comprometer o cidadão.

Mesmo com uma oscilação tão pequena nas despesas, a pessoa pode se ver obrigada a captar recurso por meio de um empréstimo ou coisa do gênero.

Coisa que só vai aumentar ainda mais as dificuldades. Se antes a pessoa não conseguia poupar parte da renda, imagina agora, que ainda possui uma dívida para ser quitada.

Observando esse cenário nebuloso que pode se formar rapidamente, é preciso poupar parte da renda! Só assim, você terá capacidade de evitar que essa bola de neve se forme em sua vida financeira.

Com o intuito de formar um hábito, a pessoa pode começar  poupando 5% da renda. Não é algo substancial, porém, para o começo, deve servir.

Posteriormente a pessoa pode ir aumentando o percentual. O interessante seria algo em torno dos 10% a 20% da renda.

Até conseguir manter um valor equivalente a 2 ou 3 salários. Aí sim, a pessoa contará com uma boa reserva de emergência.

Mas construir um hábito de poupar ainda não é o suficiente. É preciso desenvolver mais estratégias para evitar o descontrole nas finanças!

  • Anotar tudo!

Ao anotar todas as despesas, a pessoa vai conseguir controlar melhor as despesas. Se possível, faça uma planilha no Excel por exemplo.

Com uma planilha é possível detalhar as despesas. Assim a pessoa terá como traçar quais são os gastos extraordinários e aqueles considerados fixos.

Desse modo fica mais fácil identificar onde será possível realizar cortes. Mas por enquanto, nessa parte, a pessoa deve se concentrar em levantar todas as despesas, e deixar tudo anotado para realizar consultas e análises.

  • Realizar cortes e ajustes

Depois de conseguir anotar tudo é preciso verificar se as contas fecham. Se as despesas fecham com as suas receitas (ou melhor, dizendo, com o valor de sua renda) então é preciso realizar alguns cortes para conseguir montar uma poupança.

Se a situação é ainda pior, com despesas superando o valor da renda, então é preciso cortar as despesas o mais rápido possível!

Ao cortar as despesas dê preferência àquelas que são consideradas supérfluas. Se você gosta de sair com frequência, tente reduzir essa frequência, ou limitar os gastos em cada saída.

Você tem o costume de beber refrigerantes, sucos ou outras bebidas? Então tente reduzir esse consumo, dando preferência a água mesmo.

Gosta de comprar roupas com frequência? Comece a evitar tais gastos. Lógico, compre aquilo que for extremamente necessário. Mas se você está comprando simplesmente por vontade, então comece a cortar!

  • Controle o cartão de crédito!

Praticamente todos os brasileiros possuem um cartão de crédito. Atualmente o cartão de crédito se tornou algo de fácil acesso.

A praticidade de pagar tudo por meio do cartão também é algo ótimo, ainda mais quando existe a possibilidade de parcelar os valores, não é mesmo?

Pois é, nesse negócio de comprar e postergar o pagamento para o mês que vem, além de conseguir parcelar valor em até 12 vezes, o consumidor pode acabar se perdendo.

Uma vez que determinadas compras, que poderiam ter um saldo alto a pagar, acabam gerando um pequeno impacto no primeiro mês, mas, caso o consumidor continue comprando, esse gasto vai ganhar peso ao longo dos outros meses.

E assim, a pessoa ficará com um débito alto e que vai durar ao menos a quantidade de parcelas a pagar.

Novamente, se um gasto extraordinário ocorrer no meio dessas parcelas, o consumidor pode enfrentar grandes dificuldades.

Por isso mantenha um controle rígido sobre o seu cartão de crédito. Mesmo havendo um controle da própria fatura, o melhor seria manter um controle em paralelo. Você pode escrever em um caderno, ou quem sabe fazer uma planilha no Excel.

Se mesmo assim, você continua gastando mais do que pode, então, o cancelamento do cartão pode ser a solução.

  • Crie limites para os seus gastos!

Criar limites para os seus gastos é algo muito importante na hora de controlar as finanças. Através dos controles e criação de regras, a pessoa vai acabar montando filtros, dos quais as possíveis despesas podem ser evitadas.

Por exemplo, se a pessoa limitar a quantidade de camisetas que possui no guarda roupa (em 10 unidades) ao alcançar tal limite, só será possível adquirir mais unidades em caso de alguma camiseta estar em más condições ou coisa do gênero.

Qualquer outra compra que for ocorrer pode se evitada caso os itens já estejam dentro dos limites.

O exemplo da camiseta poderia ser estendido, facilmente, para outras peças, como calças, casacos, camisas sociais entre outros itens.

  • Invista o dinheiro poupado!

Deixar o dinheiro poupado parado na conta, também não pode. O negócio deve ser bem feito, por isso é preciso investir bem os recursos poupados.

Os recursos bem investidos, vão lhe render bons lucros. Ou seja, dia após dia, você vai constatar que o seu dinheiro, investido, estará rendendo!

Desse modo, o dinheiro parado vai estar na verdade, trabalhando para você. Então, a pessoa vai passar de possível devedor, para a condição de investidor!

Existem vários ativos que podem ser interessantes investimentos Temos o Tesouro Direto, mas especificamente o Tesouro Selic, CDBs com liquidez diária, fundos de investimento DI também podem servir.

Esses papéis, geralmente, rendem algo próximo dos 100% do DI, além de garantir ao investidor boa segurança.

Dívida do Cartão de Crédito como quitar em 3 passos

Não há dúvidas que contrair uma dívida no Brasil é uma coisa perigosa. Para conseguir acesso ao dinheiro, o negócio até que é fácil, porém, arcar com os juros e encargos é uma tarefa difícil.

A partir do momento que você reparar que não vai conseguir quitar alguma obrigação, é preciso elaborar um plano de emergência para reter o máximo de sua renda para pagar os valores em aberto.

Lógico, simultaneamente a redução de despesas, o cliente deve analisar qual é o valor total a pagar, quanto de juros está sendo cobrado e qual é a verdadeira possibilidade de conseguir efetuar uma troca de dívidas.

Esse é o primeiro passo!

Levantar os valores e as condições da dívida

Ao levantar todos os dados referentes à sua dívida, o cliente terá em mãos informações importantes.

Sendo que três dessas informações são essenciais:

  • O valor total da dívida
  • Os juros e encargos que estão sendo cobrados
  • Condições, quantas vezes o valor está sendo parcelada, possível redução de juros e encargos com o pagamento a vista e afins.

Ao conseguir acesso a essas informações, o cliente pode ver com a própria instituição financeira, outra linha de crédito, e propor uma troca.

Vamos supor que a determinada instituição financeira ofereça aos seus clientes o empréstimo pessoal.

Sendo que esse empréstimo pessoal, para o cliente, possui um valor pré-aprovado. Então é preciso verificar se o valor pré-aprovado pode ser utilizado para quitar a dívida do cartão de crédito, e assim, solicitar o empréstimo.

Mas essa parte já está relacionada ao segundo passo

Negociar com o banco

Depois de levantar todas as dívidas, e suas condições, chegou a hora de negociar com a instituição financeira uma forma de quitar tudo.

Nessa hora, atualmente, o cliente terá várias ferramentas para utilizar. Dentre elas é possível analisar uma condição de transferir a dívida para outro banco.

Mas vamos por partes. Tendo em mãos o montante total da dívida, veja junto ao seu gerente de conta, uma forma de reduzir os juros, ou encargos.

Se essa opção estiver fora de cogitação, então chegou a hora de analisar uma forma de pagar a vista o valor total da dívida no cartão de crédito.

Mas como fazer isso? Se já estou endividado, da onde vais sair mais dinheiro para pagar tudo? De um empréstimo pessoal, mas o melhor seria um consignado.

Pois bem, vamos por partes! Ao perguntar como ficará o valor total, se o mesmo for quitado de uma só vez, tente pechinchar o valor total a pagar.

É bem provável que o valor final tenha uma redução no que tange os juros e encargos. Joia, com essa redução e o valor total a pagar, o cliente já possui uma base de quanto vai precisar captar de crédito.

Na mesma agência bancária, com o mesmo gerente, tente realizar a captação de crédito através de outra forma de empréstimo.

Dê preferência ao consignado, posteriormente algum empréstimo onde o cliente possa oferecer algo como garantia, por último o empréstimo pessoal.

Se tudo de certo ainda não feche o negócio. Pegue os dados a respeito dos empréstimos e vá há pelo menos mais duas instituições financeiras atrás de linhas de crédito.

Cooperativas de crédito podem ser interessantes nessa hora, uma vez que as mesmas geralmente trabalham com empréstimos mais em conta.

Enfim, a pessoa deve procurar por produtos financeiros de outras instituições. Conseguindo um empréstimo com condições melhores então faça o empréstimo e pague a sua dívida do cartão de crédito.

Lembrando que essa troca de dívidas vale a pena! O crédito do cartão de crédito é muito alto. Estamos falando em taxas de juros que podem superar os 200% em um ano!

Imagina se a sua dívida é alta, sendo que as parcelas passam de um ou dois anos. Aí fica muito difícil de conseguir se livrar de uma bola de neve dessas.

Adquirindo o empréstimo e aumentando os controles!

Após a procura por um empréstimo que esteja alinhado com a sua renda, o cliente pode fechar o negócio, quitar as dívidas com relação ao cartão de crédito, e iniciar de imediato um controle maior sobre suas finanças.

Caso a pessoa não tenha controle sobre os gastos do cartão, ou seja, tenha sérios problemas com o consumo, então cancele o seu cartão.

Reduza as “facilidades” que possam existir, e assim, “fechar a mão” para as próximas compras, e gastos fúteis.

Desse modo a pessoa já vai conseguir reduzir parte dos gastos, uma vez que o seu orçamento vai aumentar. Ou melhor, as despesas do seu orçamento vão subir.

Com as parcelas do empréstimo, a pessoa terá que aumentar a disciplina financeira com o intuito de evitar problemas até o momento que pagar todo o empréstimo.

Ao quitar o empréstimo chegou a hora de iniciar uma poupança, ou começar investir parte do dinheiro.

Na verdade isso já pode acontecer durante o pagamento do empréstimo. Lógico que a pessoa deverá dar uma boa analisada nas contas, para conseguir determinar se será possível iniciar essa poupança.

 

Se livrar da dívida do cartão é fácil?

Não. Mesmo para uma pessoa que foi pega de surpresa por algum gasto extraordinário, na grande parte das vezes, os gastos emergenciais não chegam a superar cifras exorbitantes.

Ou seja, se a pessoa tivesse uma poupança ou algo equivalente a dois ou três salários, já seria possível absorver essa despesa sem grandes problemas.

Porém, se a pessoa não tem o hábito de poupar, qualquer aumento nos gastos pode se tornar um grande problema.

Sendo assim, ao chegar nesse ponto, onde é preciso captar recursos para saldar uma dívida, a pessoa deve compreender que tal situação é um grande alerta.

Um alerta que é preciso mudar alguma coisa. Nesse caso, a pessoa deve começar a ter mais disciplina com suas finanças.

Poupar parte da renda é a primeira coisa que deve ser feita. Reduzir de forma imediata os gastos com o intuito de fomentar uma poupança é algo imprescindível.

Gastar tudo o que recebe é uma prática perigosa, que eventualmente pode levar a pessoa a ter problemas no futuro.

Conheça seus direitos na hora de negociar dívidas

Ninguém gosta de ficar devendo. Mas quando uma situação dessas ocorre, queremos resolver!

Mas para resolver nossas dívidas precisamos pagá-las. Sendo que no Brasil, devido aos altos juros e encargos, as dívidas rapidamente podem ficar impagáveis.

Como resolver esse tipo de situação? Temos que negociar nossas dívidas com a instituição financeira ou com a empresa que é credora.

Nesse momento de negociar nossas dívidas, nós, devedores, temos alguns direitos.

Tais direitos devem ser respeitados. Segue alguns:

Constrangimentos, ameaças e coação.

De forma alguma, na hora de negociar nossas dívidas, podemos ser constrangidos, ameaçados ou coagidos.

Como isso pode acontecer? A pessoa encarregada da negociação podem nós oferecer um único produto, e simplesmente nos coagir a adquirir o mesmo.

Não nos oferecendo outra possibilidade. Os bancos não vão oferecer alternativas infinitas aos nossos problemas, mas é natural que o mesmo tenha mais do que uma alternativa de crédito,

Sendo que o cliente não vai se tornar inadimplente sem motivos. Os motivos da inadimplência podem ser vários, mas com certeza, uma dos grandes empecilhos são os juros altos.

Então aqui existem duas soluções, ou se reduz o valor da parcela, ou a instituição reduzir o juro cobrado em cima das atuais parcelas.

Agora cercar o cliente com uma única alternativa, pode caracterizar uma espécie de coação.

As ameaças podem ser desde “o banco pode bloquear os seus bens se não realizar os pagamentos”, e coisas do gênero.

Isso também caracteriza uma espécie de ameaça. O assunto até pode ser tratado, porém não pode ser exposto com um tom de ameaça ao cliente.

Esses assuntos podem acabar gerando um constrangimento ao cliente desnecessário.

Novamente; dificilmente alguém faz dívidas porque gosta. Muitas vezes as pessoas se vêm obrigadas a abrir um crediário, ou captar recursos por meio de uma linha de crédito, e depois, as contas não fecham mais.

Se a instituição ou empresa ouvir, e trabalhar cedendo em algumas partes, o negócio será lucrativo para ambas as partes.

A renda do devedor deve ser levada em consideração.

Depois de tomar todos os cuidados que vimos no início, chegou a hora de alinhar os interesses das partes. Tanto do credor quando do inadimplente.

Vamos lá, por onde começar? Temos que levantar a renda do inadimplente para não oferecer produtos, com condições que vão prejudicar ainda mais a situação.

É necessário negociar um valor, e parcelas que possa ser encaixadas na renda do cliente.

Novamente, um dos motivos para a inadimplência pode ser simplesmente os altos juros.

De repente, uma boa condição seria de aumentar as parcelas. Se for em 48, de repente o credor poderia fazer em 60 com um valor fixo.

Pronto! Dessa forma o cliente já teria uma boa redução no valor das parcelas e ainda poderia contar com valores fixos, gerando uma previsibilidade as ambas as partes.

Negociar as dívidas em atraso antes de se tornar inadimplente

Ao detectar que um determinado cliente já está se perdendo nos valores das parcelas, a instituição já pode oferecer algum tipo de condição para ajudar o cliente a voltar a pagar as parcelas.

Lembrando que a inadimplência não é um problema somente do cliente. Na verdade esse problema é das duas partes, do cliente e da instituição.

Por isso, para evitar que tal situação ocorra, o instituição deve utilizar os seus controles para monitorar uma possível inadimplência e começar a tomar a iniciativa para ajudar o cliente!

Recusar a proposta e apresentar contraproposta

Nem sempre a instituição credora vai conseguir acertar na mosca em sua proposta para renegociar a dívida do cliente.

Por isso, o cliente tem o direito de realizar uma contraproposta e lógico, recusar a primeira proposta da negociação.

Como vimos no início do artigo, o cliente não pode ser coagido e ameaçado a aceitar uma determinada linha de crédito ou produto financeiro.

É preciso criar um diálogo entre as duas partes, para conseguir chegar a um bom negócio. Bom para ambos!

Nova dívida

Se não houver formas de melhorar a atual dívida, ou se tais mudanças não foram do interesse do cliente, então é necessário oferecer uma nova forma de crédito.

Com essa nova dívida, o cliente terá em mãos um controle novo. De repente ao invés de contar com as dívidas separadas, sendo necessário pagar parcelas em dias diferentes,  a instituição pode juntar todas essas dívidas em uma única.

Assim, ficou mais fácil para o cliente, controlar as suas obrigações.

Condições do crédito

As condições do crédito também devem ser analisadas. Lógico, se o cliente não solicitar alterações nas condições do crédito, as mesmas também não precisam ser analisadas,

Porém, é praticamente certo que tais condições serão alvo de uma análise. Tanto por parte da instituição financeira quanto do próprio cliente.

Podemos entender como condições, o saldo a pagar, a quantidade de parcelas a serem pagos, os juros e encargos que incorrem no saldo devedor, entre outras coisas.

Se, esquecer que o cliente tem o direito de receber tais dados detalhados.

Nome limpo em cinco dias

Ao iniciar os pagamentos da dívida renegociada, ou ao encerrar as negociações aceitando uma nova forma de pagamento, o cliente que estiver com o seu nome “sujo” deve ter o mesmo limpo!

A instituição ou empresa deve dentro de cinco dias, retirar o nome do cliente de qualquer lista, limpando o nome do mesmo.

Negociação de dívidas

E por último, mas não menos importante, temos a negociação da dívida. Aqui temos um dos direitos mais básicos, que é de poder negociar junto à instituição uma nova forma de pagamento, com condições melhores.

Novamente, essa negociação entre instituição e cliente é benéfica para ambas às partes.

Se a instituição financeira não abrir a mão, ou ceder um pouco, é possível que o crédito até saia da instituição,  sendo transferido para outro banco.

No Brasil temos como trocar nossas dívidas de uma instituição para outra sem grandes problemas. Com até, certa praticidade.

Observado isso, o cliente pode solicitar a troca, observando que a nova instituição tenha condições melhores e valores mais compatíveis a sua realidade.

Conheça 6 dicas para sair do limite de cheque especial

Ninguém recorre ao cheque especial porque quer. Infelizmente as pessoas podem acabar enfrentando algum tipo de situação emergencial, ou passam por algum problema de cunho financeiro.

Como resultado a pessoa acaba ficando sem dinheiro na conta e ainda por cima precisa pagar suas obrigações. Resumindo; o cliente cai no cheque especial!

Mas existe alguma forma de fugir de tal situação? Sim, existem várias formas e nesse artigo vamos abordar seis maneiras!

1. Nunca gaste todo o seu rendimento mensal

A conta aqui é fácil. Se você gastar todo o seu rendimento mensal, você logo ficará sem dinheiro.

Mas se todo mês sobrar parte de sua renda, além de acumular essa porcentagem, com os valores que já sobraram, quando uma situação emergencial ocorrer, você estará preparado!

A partir do momento em que a pessoa gasta tudo o que recebe, em algum momento, algo poderá acontecer e a pessoa não terá dinheiro para arcar com as despesas.

Poupar parte da renda parece ser algo fácil, mas em um mundo cada vez mais consumista, poupar se tornou algo difícil.

Infelizmente, até aqueles que já desfrutam de certo conforto, e podem gastar mais dinheiro, precisam manter o controle das finanças, e poupar parte da renda mensalmente.

2. Procure por outras formas de crédito

O cliente vai cair ou já caiu no cheque especial? O que fazer? Não dá para manter a dívida nessa linha de crédito. O cheque especial é uma das linhas de crédito mais caras do Brasil.

Não importa a instituição financeira, pode ser qualquer uma toda vez que você utiliza o cheque especial, se prepara para encarar um juro alto!

Mas para evitar que o estrago seja grande, ou que ocorra o estrago, o cliente deve procurar por outras formas de crédito.

Viu que não terá saldo para pagar as contas? Então não deixar explodir o seu saldo! Vá atrás de outras linhas de crédito.

Eu começaria pelo empréstimo consignado. O consignado é um dos empréstimos mais baratos do Brasil.

Depois, se o consignado não fosse liberado, partiria para o empréstimo com garantia. Deixaria algum bem como garantia, assim é possível conseguir um desconto no juro, e consequentemente um empréstimo mais em conta.

Posteriormente partiria para o empréstimo pessoal. No empréstimo pessoal temos uma taxa de juro maior.

Aqui a taxa de juro pode chegar aos 6% ao mês. Taxa que ainda é inferior ao cheque especial, porém é muito alta.

Na tentativa de reduzir tal taxa, eu falaria com o gerente de conta na agência bancária. Enfim, talvez com uma conversa “ao vivo” o cliente consiga uma redução nessa taxa.

3. Planejamento

O planejamento financeiro é essencial! Se você não faz uma análise criteriosa de suas finanças poderá correr sérios riscos de cair no cheque especial!

Ao construir um planejamento financeiro, a pessoa vai manter o controle de suas despesas futuras e das receitas futuras.

Casando tais informações é possível montar um fluxo futuro de caixa. É possível que com isso, a pessoa veja se vai passar por problema financeiro no futuro.

Vamos dizer que a pessoa em questão realizou várias compras parceladas. Essas parcelas começam a cair no mês que vem.

Nesse atual momento, as contas estão todas quitadas, e tudo parecer estar sob controle, mas não estão.

Se a pessoa não possui essa dimensão de como estão suas finanças no futuro, e realizam tais compras, parcelando os valores, os próximos meses podem se tornar difíceis.

4. Controle financeiro

O planejamento financeiro e o controle podem parecer similares, mas na verdade eles são diferentes e se complementam.

No planejamento, falamos em identificar e controlar as receitas e despesas futuras, já com relação ao controle vão identificar tanto as despesas quanto as receitas atuais e determinar o quanto vamos gastar.

O dinheiro existe para ser gasto, realmente essa é uma formação que faz todo o sentido, mas até que certo ponto? Através do controle financeiro a pessoa vai conseguir identificar qual é o ponto.

Para desenvolver um bom controle financeiro, o usuário deve listar todas as despesas do mês, identificando até aqueles que são fixas, como conta de luz, telefone, água, gás e afins.

Identificando tais despesas a pessoa terá noção de quanto é preciso ter de dinheiro para arcar com tudo isso.

Desse modo a pessoa poderá avaliar quais são as despesas que podem ser reduzidas, a fim de poupar parte da renda. Pronto! Poupando parte da renda todo o mês, será mais difícil cair no cheque especial!

5. Reduzir financiamentos, parcelamentos e afins.

Quase todos os brasileiros possuem algum tipo de financiamento, parcelas a pagar, ou empréstimos, correto?

Ao se deparar com tal situação temos duas escolhas, ou paramos de captar mais crédito no mercado, e focamos nossas atenções em quitar todas essas obrigações, ou vamos continuar aumentando nossas dívidas, até um ponto em que a situação seja insustentável.

Com certeza a segunda alternativa ninguém quer, não é mesmo? Mas nem sempre é uma questão de querer. Por isso a pessoa deve tentar se livrar o quanto antes dos parcelamentos, financiamentos e afins.

No início as contas vão ficar mais apertadas, mas depois (quando as parcelas forem terminando), vai começar a sobrar os valores referentes às parcelas.

Esse dinheiro que estará “sobrando” pode ser investido em ativos que podem render um bom valor! De devedor, a pessoa vai passar a investidor!

6. Construir uma reserva de emergência

A partir do momento em que a pessoa consegue fazer sobrar dinheiro é possível construí uma reserva para emergências.

Acredito que todo o brasileiro, ou melhor, todas as pessoas no mundo  precisam de uma reserva para emergências!

Às vezes, na vida, gastos e despesas superiores aos nossos rendimentos mensais pode acontecer.

Quando esse tipo de coisa acontece, é possível que mesmo parcelando os valores, a pessoa fique em uma situação crítica, financeiramente falando.

Mas com uma reserva de emergência, tal situação poderia ser sanada com certa facilidade. Depois que a crise fosse superada, a pessoa pode guardar parte de sua renda, nos meses posteriores, a fim de reconstruir a reserva.

Quais são as regras do cheque especial?

O cheque especial, junto com o parcelamento da fatura do cartão de crédito, são dois grandes pesadelos de parte dos brasileiros, mas porque isso?

Duas opções que deveriam funcionar como solução para os clientes, podem acabar colocando o usuário em uma situação ainda mais complicada. Para evitar que esse tipo de situação ocorra, houve algumas alterações nas regras do cheque especial.

Dentre essas alterações, as instituições financeiras devem deixar mais explícitas as condições do crédito no cheque especial.

Então uma das primeiras regras do cheque especial é de informar o cliente quando o mesmo não contar com saldo na conta.

Isso pode acontecer muitas vezes, ainda mais para aqueles que gostam de investir, sem deixar saldo, ou um saldo muito pequeno na conta corrente.

O que acontece é que ao realizar algum pagamento (cujo valor é superior ao saldo), o saldo da conta é  liquidado, e o valor acima acaba caindo no cheque especial.

Antes das mudanças na regra do cheque especial, tal prática poderia acontecer e o cliente não seria informado.

Porém, agora, algum tipo de informação ou lembrete deve ser repassado ao cliente no momento em que o cheque especial for acionado. Isso gera mais transparência na relação do banco com o cliente.

Isso também evita que o cliente acabe fazendo aquisição do cheque especial sem necessidade. Outra regra nova está relacionada à possibilidade de parcelar o valor contrato. Sendo que esse parcelamento terá juro mais baixo do que o original!

Juro mais baixo

O juro do cheque especial não mudou, na verdade ele até ficou um pouco menor, mas mesmo assim, continua superando a casa dos 200% ao ano.

Coisa que é muito alta! Tecnicamente, para o banco, não existe outra forma mais fácil de ganhar dinheiro se não for pelo cheque especial.

Mesmo que o cliente venha a utilizar R$ 100,00, do cheque especial, é possível que o mesmo precise desembolsar, ao final, mais de R$ 200,00 para pagar os R$ 100,00! Ou seja, terá que desembolsar nada mais do que R$ 300,00!

Observando essa cobrança abusiva, se o juro e os encargos do cheque especial não vão mudar então o cliente tem o direito de conseguir parcelar o valor a pagar! Sendo que esse parcelamento deve contar com um juro mais baixo.

Assim o cliente terá condições de pagar as parcelas com mais tranquilidade. Mesmo com essa regra nova, acredito que o cliente ainda deve tomar cuidado!

Por exemplo, o juro do empréstimo pessoal, aquele que é liberado em sua conta corrente, e até é possível contratar pela internet, na grande parte das vezes é negociado a juro de 6% ao mês!

Isso dá alto em torno de 80% ao ano. Se o cliente observar, existe uma diferença grande entre 200% ao ano e 80%.

Portanto, é possível que mesmo com a redução no parcelamento do cheque especial, o cliente ainda venha a desembolsar um valor muito mais alto do que o empréstimo pessoal.

Essa nova regra é boa para os clientes, porém não é tão eficaz assim. O cliente ainda deve tomar cuidado com esses detalhes, e procurar por outras linhas de crédito que possam oferecer condições melhores a juros menores.

Saldo do cheque especial não é o saldo da conta!

Outra coisa que pode confundir muitos clientes é a forma de mostrar o saldo da conta corrente e o saldo do cheque especial.

Muitas vezes os bancos acabam somando os dois saldos, coisa que dificulta na hora de detectar se o cliente possui ou não saldo.

Caso o cliente venha a gastar mais do que possui na conta, o valor do cheque especial é acionado e começa a ser cobrados juro e encargos do cliente.

Sendo que se o usuário fosse avisado, ou ao menos, conseguisse ver o saldo “verdadeiro” poderia evitar o gasto, ou quem sabe adquirir uma linha de crédito mais em conta, antecipado a situação.

Com as novas mudanças na regra do cheque especial, tal situação pode ser evitada! Uma vez que os bancos, agora, precisam destacar para o cliente o que é saldo, efetivamente, e o que é cheque especial!

Quem utilizar mais de 15% do limite do cheque especial por mais de 30 dias.

A próxima alteração se refere a valores maiores que acabam sendo utilizados no cheque especial.

Para quantias que possam passar dos 15% do limite do cheque especial, e que assim, forem superiores aos R$ 200,00, a instituição financeira deverá oferecer a possibilidade de parcelar a um juro menor do que o habitual do cheque especial.

Lembrando que o banco só vai oferecer esse parcelamento se a dívida não for quitada em até 30 dias.

Bom, de todas as alterações, e meu ver, essa de oferecer uma forma de parcelas o valor do que especial a um juro menor do que o normal é a mais interessante.

Porém não é uma mudança substancial, mas já é alguma coisa. Como foi mencionado anteriormente, existem outras opções de crédito que podem ser muito mais interessantes aos clientes.

Desde o empréstimo pessoal pré-aprovado, que pode ser efetivado online, até o empréstimo consignado, essas linhas de crédito oferecem juros bem inferiores ao do cheque especial.

Vale a pena utilizar o cheque especial?

Somente em emergências. Mas o certo seria manter um controle financeiro sempre em dia. O cliente deve ter controle sobre as despesas fixas, e quando tais despesas vencem.

Desse modo, sempre haverá dinheiro na conta para quitar tais cobranças. Caso essa não seja a atual situação da pessoa, então o cliente deve tomar cuidado com o cheque especial.

Vamos supor que uma emergência acabe ocorrendo. Você precisa realizar o pagamento do conserto do veículo, uma vez que dificilmente podemos realizar tudo a pé.

Mas não há dinheiro suficiente para pagar o conserto, sendo que o cliente já se encontra na oficina para retirar o veículo.

Faça o pagamento e utilize o saldo do cheque especial. Posteriormente, o cliente poderá analisar o juro do cheque especial, ou quem sabe analisar as condições para pegar o consignado.

Desse modo, em um a dois dias, o cliente já pode trocar uma dívida por outra, pagando juros menores.

Como saber se o Empréstimo Consignado foi aprovado?

A modalidade de empréstimo mais interessante do mercado! Um dos motivos que torna o empréstimo consignado tão interessante é o seu baixo juro.

Atualmente o cheque especial e até o parcelamento da fatura do cartão de crédito podem ultrapassar a barreira dos 200% de juros ao ano!

Com certeza, deixar de pagar a fatura do cartão de crédito, ou ficar devendo no banco, não é nada interessante.

Quando paramos para analisar todas as opções disponíveis de empréstimos no mercado, a resposta encontrada geralmente é a mesma, o empréstimo consignado!

Depois de solicitar o empréstimo, como saber que deu certo?

Por ser uma linha de crédito tão interessante  e com baixo juro, o empréstimo consignado não é tão fácil de ser adquirido.

O cliente não vai contar com uma opção de empréstimo consignado pré-aprovado por exemplo. Diferente de outras linhas de crédito, como o próprio empréstimo pessoal ou o cheque especial.

Então o cliente vai precisar primeiro solicitar o empréstimo consignado. Ao solicitar o empréstimo, o cliente vai precisar especificar o valor do crédito e a quantidade de parcelas.

Por outro lado o banco vai solicitar o comprovante de renda e provavelmente qual será a sua fonte de renda que vai receber a retenção das parcelas.

Para aqueles que não sabem como o consignando funciona, segue uma rápida explicação; O empréstimo consignado consegue lhe oferecer um dos juros mais baixos do mercado, devido ao desconto que vai ocorrer diretamente em sua folha de pagamento, ou no seu benefício de aposentadoria.

Ao receber o holerite de pagamento, a sua empresa vai realizar uma retenção, no valor da parcela do seu empréstimo e repassar o pagamento diretamente a instituição financeira.

Desse modo, o descumprimento com o pagamento ou a inadimplência é quase que inexistente, uma vez que o pagamento das parcelas já vai ocorrer diretamente na fonte.

Por isso um dos pré-requisitos para conseguir o empréstimo consignado é a parceria entre a empresa em que o cliente trabalha e a instituição financeira.

Quando a empresa também é cliente do banco em questão, o negócio fica mais fácil. Mas então, como eu fico sabendo se deu certo ou não?

Depois de solicitar o empréstimo consignado, o cliente vai precisar aguardar algumas horas ou poucos dias para saber se o crédito vai ser liberado, e se as parcelas vão começar a ser descontadas do seu salário.

Dependendo da relação do cliente com o banco, é possível que toda essa análise seja rápida, portanto no mesmo dia o cliente já vai saber se deu certo ou não.

Até porque o banco vai precisar consultar sua renda levantar possíveis débitos que estejam em seu nome.

Por exemplo, o banco não consegue liberar um empréstimo consignado, se o cliente já possui mais de 30% do salário comprometido com algum pagamento de financiamento, empréstimo ou afins.

Sendo assim, é natural que a instituição financeira faça uma série de análises. Consultas que podem ocorrer em seu trabalho e até as outras instituições financeiras.

Existe até instituições financeiras que oferece a possibilidade de solicitar o empréstimo consignado através da internet.

Mas do mesmo jeito que acontece com os demais bancos, a liberação do crédito não vai acontecer de uma hora para outra.

Além do juro pequeno, quais são as outras vantagens?

Como o pagamento da parcela já vai cair diretamente no seu salário, o cliente não vai precisar se preocupar com o pagamento.

No empréstimo consignado trabalhamos com parcelas fixas. Na verdade boa parte dos empréstimos já trabalha com esse tipo de parcela.

Mas ainda sim, existem alguns empréstimos que acabam incluindo alguma taxa variável, coisa que pode acabar encarecendo ainda mais o crédito.

Por fim podemos falar da quantidade de parcelas. Dependo da instituição financeira, a mesma pode liberar o pagamento em até 96 parcelas. Ou seja, o cliente pode captar crédito e quitar o mesmo em até 8 anos!

Preciso de crédito o quanto antes, consigo através do consignado?

Muitas vezes as pessoas acabam precisando de um crédito temporário, para coisa de um mês, ou de repente dois meses.

Mas esse “buraco” nas contas acontece no susto. Uma despesa de emergência, uma um planejamento mal feito, acaba colocando a pessoa nessa situação.

Bom, ninguém quer pagar os altos juros cobrados nas linhas de crédito no Brasil, por isso, qualquer pessoa tentaria recorrer ao consignado, correto?

Mas se a mesma linha de crédito pode levar um tempo para ser liberada, qual seria a outra opção?

Bom, nesse tipo de situação, o cliente já pode entrar com um pedido para conseguir uma linha de crédito no consignado, e simultaneamente, ver com a mesma instituição financeira, um empréstimo pessoal, ou o que estiver com os juros mais em conta.

Desse modo, o cliente já consegue o dinheiro para quitar suas obrigações, e já entra com o pedido para conseguir uma linha de crédito mais em conta.

Sendo que os dois empréstimos precisam ter valores similares, até porque, o cliente vai utilizar posteriormente o consignado para quitar o empréstimo pessoal, por exemplo.

E ai, só vai restar pagar o consignado. O cliente no final das contas vai trocar um empréstimo pelo outro.

Vale a pena recorrer ao consignado?

Vale muito a pena sim! Dentro todos os empréstimos humanamente possíveis, o consignado está entre os melhores.

Como já foi mencionado, além de contar com as taxas de juro mais em conta do Brasil, o cliente não vai nem se preocupar com os pagamentos, uma vez que a própria empresa (onde trabalha) vai realizar as retenções e repassar os valores ao banco.

Enfim, se você precisar de crédito barato, o empréstimo consignado é a solução! Existem algumas regras, e até certa burocracia, porém vale a pena passar por tudo isso.

Não caia na armadilha do empréstimo pessoal de fácil acesso, ou de repente, no cheque especial! Se lembre, esses empréstimos possuem taxas de juros altíssimas!

Empréstimo Pessoal Online Sem Burocracia

A internet com certeza ajudou bastante os bancos e os clientes. Através da internet as pessoas conseguem resolver várias coisas sem precisar ir até a agência bancária, e o banco consegue vender os seus produtos sem muito trabalho.

Mas será que é assim também com as linhas de crédito? Será que o banco vai me liberar um empréstimo assim, rapidamente? Sem burocracia?

Como eu posso conseguir uma linha de crédito sem burocracia?

Bom, a pessoa vai precisar ter uma conta corrente em algum banco. Isso é um fato. Para aquelas pessoas que não tem conta, ou somente uma conta poupança, através da internet será bastante difícil conseguir crédito.

É bem complicado conseguir alguma linha de crédito sem conta bancária, uma vez que o banco não terá em mãos os seus dados como cliente.

A poupança não serve como parâmetro, até porque o cliente não tem como solicitar empréstimos, financiamentos, e coisas do gênero através de uma conta poupança (até com relação a investimentos a poupança é limitada).

Então, para aqueles que possuem uma conta corrente, o negócio fica bem mais fácil! Para abrir a conta corrente, o banco, por padrão, solicita uma série de documentos, dentre eles temos o comprovante de renda.

Com o comprovante de renda, que pode ser o seu holerite, o banco vai conseguir identificar a data que começou em seu trabalho.

Estudando o valor que recebe mais a data de início, o banco pode lhe conceder crédito no cheque especial, mesmo se o cliente não solicitar.

O leitor precisa compreender que o banco quer conceder crédito, porém, a instituição financeira não vai deixar de analisar a renda do cliente antes de conceder algum crédito.

Gostaria de salientar que mesmo tendo um  nome  de cheque especial, considero essa linha de crédito um tipo de empréstimo pessoal.

Se tudo estiver em ordem e dentro dos interesses da instituição, a mesma vai lhe conceder um limite no cheque especial.

Aqui temos a primeira linha de crédito disponível para o cliente! O cheque especial!

Cheque especial liberado!

Utilizar o cheque especial é tão fácil e prático, que o cliente nem mesmo precisa solicitar (dependendo da instituição).

Por exemplo, vamos supor que o cliente possui alguns pagamentos que precisam ser feitos. Vamos supor que o cliente tenha uma fatura de energia que está vencendo.

Se não pagar a fatura, a empresa distribuidora pode cortar a sua luz, então é um problema que deve ser resolvido com rapidez.

Para utilizar o cheque especial, o cliente só precisa efetuar o pagamento em sua conta, que a mesma vai ficar devedora, uma vez que acionará o crédito no cheque especial.

Dependendo do seu crédito, você poderá utilizar outros valores até estourar o limite. Basicamente é isso!

Inclusive, é possível utilizar o seu saldo do cheque especial em caixas eletrônicos, ao sacar dinheiro!

Vamos dizer que o cliente está precisando pagar um taxi para voltar para casa. Mas está sem dinheiro! Então é possível ir até o caixa eletrônico, e realizar o saque.

Se a conta está sem saldo, não se preocupe, o cheque especial vai lhe conceder algum valor e pronto, você poderá pegar o taxi normalmente!

Cuidados com o cheque especial!

Por mais que essa linha de crédito seja de fácil acesso, esse acesso facilitado tem os seus motivos.

O cheque especial, dentre todas as linhas de crédito disponíveis no mercado é uma com os custos mais elevados.

Estamos falando de uma das mais altas taxas de juros praticadas no mercado. Acredito que o cheque especial só perde para o juro do parcelamento do cartão de crédito.

Observando isso, é de bom tom procurar por outros tipos de empréstimos. O empréstimo pessoal clássico pode lhe ajudar nesse momento.

Estratégias para evitar a burocracia

Vamos imaginar a seguinte situação, o cliente precisa de dinheiro, mas não quer recorrer ao cheque especial.

A solução para uma situação como essa é recorrer ao empréstimo pessoal. Mas o banco só vai liberar algum crédito nessa modalidade com uma condição.

O cliente deve ter um bom perfil, ou melhor, um perfil de bom pagador. Clientes que acabam recorrendo aos empréstimos e estourando os seus limites, acabam enfrentando mais dificuldades para conseguir linhas de crédito.

OU até podem conseguir, mas os juros e encargos cobrados nesses tipos de empréstimos acabam sendo abusivos.

Então sempre tente manter suas obrigações em dia! Se for para recorrer ao um empréstimo, faça isso, mas mantenha suas parcelas em dia!

Outra coisa, para tentar reduzir possíveis problemas no futuro, é de bom tom o cliente captar recursos através de empréstimos com juros menores.

Então ao solicitar um empréstimo pessoal online, aquele que geralmente fica disponível no banking-line, análise os juros e as condições propostas do empréstimo.

Depois, procure por uma linha de crédito mais interessante e faça o pagamento desse empréstimo pessoal.

Assim o cliente acaba trocando um juro mais alto por algo mais em conta! Mesmo que a diferença seja de 0,5% ao mês, tal valor já vai fazer uma diferença grande nos valores dos pagamentos e depois no resultado final.

Quando você começa a entrar nesse mundo de empréstimos e financiamentos, qualquer diferença na porcentagem dos juros já faz diferença!

Bancos menores e fintechs

Todos esses exemplos que foram mencionados no artigo levam em consideração as grandes instituições financeiras.

Mas além delas existem os bancos menores e as fintechs. Aqui o cliente pode encontrar empréstimos pessoais e outras linhas de crédito bem mais interessantes.

Por exemplo, o Sofisa Direto, uma modalidade de conta digital do banco Sofisa, oferece aos seus clientes empréstimo pessoal sem comprovação de renda.

Lógico que aqui existe um, porém! O cliente deve ter algum valor investido no banco. Dependendo do valor investido e do tempo de vencimento da aplicação, e a instituição pode lhe conceder um determinado valor de crédito pré-aprovado.

Isso pode ser interessante, uma vez que o dinheiro aplicado não pode ser resgatado, e a taxa de juro dessa modalidade de empréstimo é inferior aos 2% ao mês!

Portanto estamos lidando com uma linha de crédito extremamente barata e de fácil acesso!