Quanto tempo leva para aprovação do financiamento para carro?

O tempo para conseguir a liberação do financiamento pode mudar de instituição para instituição, de bem a bem, e até de cliente a cliente. É complicado determinar um tempo exato para conseguir colocar as mãos no financiamento.

Mas em grande parte, a liberação do financiamento não demora mais do que 1 dia, ou melhor, do que horas.

Em grande parte, o financiamento pode ser liberado entre 6 a 12 horas. Então, se você pretende contratar um financiamento, veja o financiamento com antecedência, para conseguir dar agilidade ao processo.

Como agilizar a aprovação do financiamento?

A compra de um veículo de valor menor, ou um financiamento que exige uma captação menor de dinheiro, pode dar mais rapidez ao processo.

Quando você for procurar por um veículo de valor maior, e que exija um financiamento de alto valor, com muitas parcelas, é provável que a instituição financeira acabe levando mais tempo para conseguirá analisar e liberar.

Portanto, se você tem pressa para conseguir fechar o financiamento, é interessante trabalhar com um financiamento menor.

Para isso, dê uma entrada maior no seu veículo. Ou de repente, se a concessionária estiver oferecendo um financiamento sem juros, tente captar esse financiamento.

É provável que o financiamento sem juros tenha requisitos que se forem cumpridos, a l liberação do crédito pode ocorrer “quase que instantaneamente”.

Geralmente, financiamentos sem juros exigem entradas altas, acima dos 50% do valor do veículo, então o valor do financiamento acaba sendo menor.

Se o veículo desejado for “popular”, então é provável que o valor do financiamento seja ainda menor.

Sem falar que, geralmente, uma das condições para conseguir o financiamento sem juros é pagar o financiamento em poucas parcelas. Talvez, no máximo, até 24 parcelas.

Financiamento com pequena entrada ou sem

Se você for comprar um veículo sem entrada, financiando todo o bem, é provável que o financiamento leve mais tempo para ser liberado.

Dependendo do histórico do cliente, o financiamento pode até não ser liberado. Na hora de analisar a liberação do crédito, as instituições financeiras geralmente levantam todos os dados dos clientes.

Desse modo, a liberação do crédito pode ainda levar mais tempo. Resumindo; quanto maior for o valor do financiamento, mais difícil e demorado pode ser a liberação do crédito.

Agora se o crédito necessário for menor, e o cliente aceitar uma quantidade de parcelas menor, então é possível que o financiamento seja liberado em questão de instantes.

Quantidades de parcelas!

O tempo para concluir o financiamento é algo que pesa nessa análise. Quanto maior for o tempo necessário para quitar o financiamento, maiores serão os estudos em cima de sua renda.

Querendo ou não, até o tempo empregado é levado em consideração nesse tipo de análise. Além de o cliente precisar cumprir com os pré-requisitos do financiamento, o mesmo terá que apresentar bons números e históricos de “bom pagador”.

Então, se você não tem pressa e preocupações em conseguir comprar o seu carro, pode tentar contratar o financiamento com mais parcelas possíveis.

Acredito que os bancos podem lhe oferecer condições de até 60 ou de repente 72 meses. O problema de fazer isso está relacionado aos juros embutidos no financiamento.

Teoricamente, quanto mais tempo durar o seu financiamento (parcelas) maior será os encargos com juros.

Se você optar por uma modalidade com menos parcelas, normalmente, o peso dos juros será menor.

Mas novamente, tudo isso deve ser avaliado pela pressa e necessidade do cliente. Ou melhor, o custo benefício.

Dependendo dos juros e até das condições, o cliente pode procurar por outras instituições financeiras.

Procure por outras instituições

Você pode encontrar uma instituição que lhe ofereça um financiamento com uma quantidade de parcelas maior, porém com juros similares aos outros bancos que só oferecem tal condição em menos parcelas.

Sem dúvidas, esse tipo de situação é um pouco difícil de acontecer, mas não é impossível! Sem falar que existem bancos que podem até trabalhar com alguma espécie de garantia.

Desse modo, os juros cobrados pelo financiamento podem ser menores! Existem até as financiadoras, instituições especializadas em crédito, elas podem oferecer condições melhores e mais fáceis aos clientes.

Para você quem tem pressa, poupe mais e invista na entrada!

Se você tem pressa em conseguir comprar o carro, então poupe parte de sua renda e invista o dinheiro.

Trabalhando com produtos de renda fixa com liquidez diária, as condições de conseguir construir um valor de entrada maior e mais rápido aumentam.

Dependendo das promoções, que eventualmente podem ocorrer, valores próximos dos 70% de entrada podem ser o suficiente para garantir um financiamento sem juros, com mais umas 12 parcelas (lógico tudo isso vai depender da sua renda e do valor do veículo).

Não adianta querer comprar um veículo que possui um preço de R$ 100.000,00, com uma renda de R$ 2.000,00 e ainda contar com um financiamento de R$ 30.000,00 para pagar em 12 meses. Isso não vai acontecer.

Até porque, mesmo se fosse sem juros, cada parcela seria de aproximadamente R$ 2.500,00! Valor acima da sua renda!

Observando isso, você deve se ater ao valor da sua renda. Em uma situação onde você quer um veículo de R$ 100.000,00, e ainda depende do financiamento, (porque não possui o valor total), vai ser bem complicado conseguir o financiamento.

De repente, será preciso aumentar a quantidade de parcelas, e assim, pagar algum juro. Ou, poupar ainda mais, para conseguir levantar o valor total e comprar o veículo de uma só vez!

Qual é a melhor alternativa?

A melhor alternativa depende das suas condições ou do que você quer. Se você quer comprar o carro de qualquer jeito, sem prestar atenção aos juros e demais despesas financeiras, então, você precisa procurar por uma forma de financiamento que se encaixe em sua renda.

Se você precisa de algo com juros menores, então tente de qualquer forma, juntar o máximo de dinheiro para conseguir dar uma entrada com valor alto.

Se você não quer contar com muitas parcelas, então será preciso contar com um bom valor de renda (será preciso analisar o valor da renda e do veículo), e ainda será preciso adiantar um bom valor na entrada.

Posso comprar um carro usado com a carta de crédito do consórcio?

Sim! Na verdade, tudo vai depender do seu consórcio. Existem consórcios que oferecem a liberdade ao cliente para negociar a aquisição. Assim o cliente pode decidir se vai pegar um carro novo, ou usado.

Por outro lado existem consórcios com o fim específico de adquirir até um determinado veículo, Por exemplo, consórcios oferecidos por concessionárias, onde o cliente pode traçar o objetivo de comprar certo modelo.

Também existem consórcios destinados a carros zero, ou carros seminovos, e usados. Enfim, existe consórcio para todos os gostos.

Como funciona a carta de crédito para carros usados?

Da mesma forma que funciona para aquisição de um veículo novo. O consórcio para carros usados, ou seminovos é uma das opções mais em conta (quando analisamos a possibilidade de parcelar o valor do veículo).

Sendo assim, o cliente não tem muitas opções. Ou faz o consórcio e tenta agilizar o processo realizando algum lance ou ganhando no sorteio.

A outra forma é por meio de um financiamento. Mas o financiamento de carros mais antigos é bem caro!

Ao analisa as duas situações, fica claro; o interessado, que quer comprar um carro, porém não possui o valor necessário para adquirir um veículo zero, provavelmente, vai recorrer aos usados.

Se mesmo assim, o valor ainda é alto, então será preciso recorrer a alguma linha de crédito. No caso, a mais em conta é o consórcio.

O consórcio sem juros!

Algumas instituições oferecem até, consórcios sem juros! Em minha opinião, o consórcio é uma ponte entre o “poupar” e o “financiamento”.

Como no consórcio, você acaba não recebendo o bem de forma direta, é preciso ser premiado ou fazer o lance vencedor para aí sim, conseguir a carta de crédito, esse dinheiro (dos aportes) acaba ficando na mão da instituição financeira.

Esse banco pode fazer a gestão financeira do capital até a premiação do cotista no consórcio. Por isso existem casos de consórcios sem juros.

Em grande parte é natural contar com consórcios que tenham alguma espécie de juro, ou cobrança de taxa administrativa.

Já os financiamentos, todos nós sabemos que cobram juros. A exceção são os financiamentos com juro zero.

Geralmente, esse tipo de financiamento é oferecido para os clientes que já contam com um valor de entrada maior, mais de 50% do valor do veículo, por exemplo.

Chance de conseguir o veículo a um juro justo!

Para aqueles que não contam com tanto dinheiro disponível, ou que gostariam de começar a guardar parte da renda para comprar um veículo, o consórcio é uma boa alternativa.

Sem dúvidas, a melhor forma de comprar um carro, ainda seria você mesmo poupando o seu dinheiro e investido os recursos.

Porém, nós sabemos que essa alternativa de poupar e investir, muitas vezes requer mais estudo e análise sobre as opções do mercado.

Observando isso, o consórcio surgiu como uma alternativa plausível para poupar de forma “forçada” e assim, conseguir recursos para comprar o veículo desejado.

Os carros novos são bem mais caros. Por exemplo, levantando os valores dos “populares”, encontramos os preços iniciais próximo dos R$ 35.000,00.

Dependendo do usado que você for escolher um bom veículo, pode ser encontrado por menos da metade desse valor, R$ 15.000,00, por exemplo.

Já que o salário mínimo ronda a casa dos R$ 954,00 (no momento em que esse artigo está sendo confeccionado) a possibilidade de conseguir comprar, até um carro usado, para boa parte da população é algo difícil (quase impossível).

Por isso, o consórcio pode ser sim, a ponte que faltava para conseguir alcançar o sonho do carro próprio.

Sem falar que a carta de crédito pode nem demorar tanto para chegar! Dependendo do lance do cliente e até da sorte do mesmo (em caso de ser sorteado), a carta de crédito pode vir bem rápida.

Caso as coisas melhorem para o cotista, de repente um emprego novo, com um salário maior, tendo a possibilidade de adquirir um veículo novo, zero, então o mesmo pode realizar o pagamento das parcelas remanescentes e assim, recuperar o valor da carta e crédito.

Talvez a única alternativa

Olhando com mais atenção para os financiamentos dos carros usados, talvez, a única alternativa de parcelar um carro usado é por meio do consórcio.

Quando mais antigo é o veículo que se deseja, mais difícil é de conseguir um financiamento. Tecnicamente, o financiamento vai ser liberado, a dificuldade está com relação aos juros cobrados.

Você acha justo pagar uma taxa de 4% ao mês, enquanto um carro novo possui uma taxa, que pode ser inferior aos 2%?

Pois é, isso pode acontecer. Então o consórcio é um instrumento que existe para dar condições a tais clientes, que não possuem tantos recursos para comprar um carro novo, e assim, pode adquirir o usado com mais facilidade. Através de um consórcio, a praticidade de aquisição fica ainda melhor!

Dependendo do valor e até da quantidade de parcelas do consórcio, o valor das parcelas pode ser bem pequeno. Desse modo o cliente fica ainda mais confortável e o orçamento não fica tão apertado!

Antes de fazer o consórcio, analise suas opções!

Averiguando as opções dos clientes, sugiro que o interessado procure por instituições financeiras que trabalhem com consórcios antes de optar por um em específico.

Existem vários tipos, e cada um com suas características. O melhor consórcio é aquele que possui taxas pequenas (ou sem taxas) e possa lhe oferecer condições de adquirir tanto um carro novo quanto usado (sem amarras).

O melhor mesmo era conseguir poupar parte da renda e assim, comprar o veículo a vista, porém, isso nem sempre acontece.

Portanto, procure por um bom financiamento. Veja a opção de fazer o mesmo em mais parcelas, como funciona a opção de realizar o lance e etc.

Tudo isso pode lhe ajudar a conseguir o tão sonhado carro! Para os jovens que estão comprando o primeiro carro, o consórcio definitivamente é uma excelente alternativa.

Ainda mais quando o salário pode não ser do melhor, próximo do mínimo. O consórcio em uma situação assim pode ser a única alternativa viável.

Como usar o crédito quando contemplado?

Um dos principais objetivos, que as pessoas têm em mente, quando vão atrás de um consórcio é ser contemplado.

Querendo ou não, o consórcio para muitos funciona como uma forma de crédito barato. Lógico, essa ideia só funciona, caso você seja contemplado.

Mesmo não sendo contemplado, no pior dos casos, você vai pagar o mesmo até conseguir liberar o valor referente ao consórcio.

Por exemplo, se o seu consórcio tem por finalidade conseguir uma carta de crédito de R$ 50.000,00, então será preciso pagar as parcelas ate conseguir liberar tal valor.

A liberação do valor do consórcio está condicionada aos seguintes eventos;

  • Ser sorteado e contemplado
  • Realizar o lance e consequentemente ganhar, sendo contemplado.
  • Ou fazendo os pagamentos mensais até o encerramento do consórcio, conseguindo a carta de crédito.

Mas então, o que fazer com a carta de crédito?

Tecnicamente, a carta de crédito fica condicionada a um determinado bem. Por exemplo, nesse artigo vamos dar uma atenção especial para os consórcios de veículos.

Sendo assim, é natural que ao ser contemplado em um consórcio para aquisição de um veículo, a carta de crédito seja liberada para esse fim.

Então, você não poderia dar a entrada em uma casa com o valor do consórcio, ou coisa do gênero, por exemplo.

Seria necessário respeitar a finalidade da carta de crédito. Caso você pague o consórcio até o final, então é provável que o dinheiro seja liberado para você, sem grandes problemas.

A situação é a seguinte; o interessado, que for fazer o consórcio deve avaliar as regras do consórcio antes mesmo de iniciar o mesmo.

Desse modo é possível analisar se é possível (mesmo sendo contemplado no meio do consórcio) utilizar os recursos da carta de crédito para outros fins.

Às vezes as pessoas iniciam os consórcios com um objetivo (nesse caso, vamos supor que seja a aquisição de um carro novo). Mas ao decorrer dos meses, esse objetivo pode sofrer alterações, de repente a pessoa tem a compra de uma casa, como um objetivo principal, agora.

Portanto, seria natural que os recursos oriundos de uma eventual contemplação, possam ser utilizados na aquisição de material de construção, na compra do terreno, e até na contratação de mão de obra.

Enfim, são várias as possibilidades, então antes de começar a pagar um plano de consórcio, veja quais são as suas opções!

Quero comprar o meu veículo!

Vamos supor que a pessoa mantenha o seu objetivo e portanto, queira utilizar os recursos conquistados para comprar o seu veículo, mas como fazer isso?

Com já mencionamos, a pessoa ao ser contemplada, a mesma recebe uma carta de crédito. Então não espere que um valor seja depositado em sua conta, ou quem sabe, você venha a receber uma maleta cheia de dinheiro, ou até um cheque.

O que você vai receber é uma carta de crédito. Essa carta não pode ser passada para terceiros, e está vinculada a você! Somente você.

Então, todo esse procedimento é bem seguro! Ao conseguir a carta de crédito, você poderá efetuar a sua compra em alguma concessionária do seu desejo.

Novamente, veja as especificações do seu consórcio antes de começar a pagar o mesmo. Vamos supor que você faça um consórcio com uma determinada concessionária de carros, é possível que a carta de crédito, possa ser vinculada a compra de um veículo da própria concessionária, não havendo chances de conseguir adquirir outro veículo, ou coisa do gênero.

Isso pode acontecer, uma vez que esse consórcio em específico pode contar com descontos no juro, ou quem sabe pode ser até isento de taxas administrativas.

Coisa que acaba atraindo boa parte das pessoas que estão à procura de um consórcio. Lembrando que se o cliente não tem mais a intenção de utilizar o crédito para o fim específico, é possível pagar o valor do consórcio, quitando o mesmo, e assim liberando o valor do prêmio.

Carros usados? Será que posso comprar com a carta de crédito?

Depende. Tudo vai depender das regras do se consórcio em específico. Caso o seu consórcio ofereça a possibilidade de usar a carta de crédito para outros veículos, dentre eles, os usados, então tudo bem, você poderá utilizar a carta para fazer a aquisição do veículo que bem entender.

Porém, se essa especificação não estiver descrita no consórcio, ou, se houver algum restrição referente aos tipos e condições dos veículos, então, você não terá como utilizar a carta de crédito.

De qualquer forma, quando as parcelas do consórcio terminarem, é bem provável que o valor da carta de crédito seja liberado para você fazer o que bem entender. Lembrando que você pode quitar o consórcio, para conseguir liberar os valores.

É fácil utilizar a carta de crédito?

Sim, é bem simples! A carta de crédito vai estar vinculada a sua pessoa, portanto não existem formas de conseguir transferir o seu valor para terceiros.

O que você poderá fazer é utilizar a carta para adquirir o bem, ou de repente, na compra de outro bem, ou serviço, enfim, o que estiver pré-determinado em seu consórcio.

Sendo assim, ao receber a carta de crédito, você vai precisar ir até a concessionária que deseja, e realizar a compra do bem.

Veículo de valor inferior!

Mas e se o veículo que pretendo comprar possui um valor inferior ao valor da carta? O que faço? Pode comprar!

Sem problemas! A aquisição pode ser feita, sendo que o valor remanescente do consórcio pode ser utilizado de várias formas.

Desde o pagamento de impostos e taxas, até o emplacamento, e serviços de manutenção do veículo podem ser pagos por meio do valor restante da carta.

Portanto você não precisa se preocupar com um veículo de valor menor, os recursos remanescentes da sua carta de crédito podem ser utilizados para cobrir outras despesas.

Utilizar o consórcio como um investimento é uma boa?

Não, acredito que não. A menos que a pessoa não consiga guardar parte de seus recursos mensalmente. Observando isso, aí sim, o consórcio pode ser uma boa.

Lembrando que em boa parte dos planos, as pessoas que participam acabam pagando taxas, ou parte do valor é utilizado para pagar despesas administrativas e coisas do gênero.

Portanto, se for para investir, ou guardar parte de seus recursos, o melhor mesmo, seria investir em ativos financeiros como o tesouro Direto, por exemplo.

Carta de crédito o que é e como funciona?

Fui contemplado no consórcio! Que maravilha! Mas e agora? O que acontece? Como vou conseguir o dinheiro referente ao prêmio?

Vamos lá! Uma pergunta por vez! Mas então, o que acontece quando se é contemplado? Ao ser contemplado, o cliente do consórcio vai receber o valor referente ao prêmio.

Bom, vamos supor que nesse caso, o cliente tenha aderido a um consórcio para a compra de uma casa.

Essa casa possui o valor de R$ 150.000,00. Então, antes do término desse consórcio (parcelas) o cliente acabou sendo sorteado e acabou recebendo o valor de R$ 150.000,00! Esse valor vem através de depósito bancário? Ou será que eu preciso ir até o banco tirar essa quantia em dinheiro?

Não! Você vai receber a carta de crédito! Por meio desta carta de crédito será possível utilizar o valor do consórcio na aquisição da tão sonhada casa.

Se o seu consórcio contar com regras pouco restritivas sobre a carta de crédito, seria possível, até, utilizar os valores com outras coisas.

Mas tecnicamente, o valor da carta de crédito acaba ficando condicionado ao fim proposto no consórcio, que nesse caso é a compra da casa.

Resumindo; a carta de crédito nada mais é do que o valor do prêmio do seu consórcio. Ao invés de receber o valor por meio de um depósito, ou uma transferência bancário,  você contará com essa carta de crédito.

É seguro?

É sim! A carta de crédito é bem segura. O documento possui relação direta com o cliente do consórcio, portanto não existe uma forma de alguém se passar por você e conseguir acessar os valores referentes à carta de crédito.

Portanto, pode ficar tranquilo! A carta de crédito e sua, e somente você poderá usufruir a mesma!

Coisas como; pedir para um segundo utilizar os créditos, ou passar para um terceiro não será possível. Somente você, beneficiário do consórcio, poderá acessar a carta de crédito.

Mas como funciona? Qualquer empresa, loja, vai aceitar a carta?

Sim, a carta de crédito é um documento que concede a você um determinado crédito, sendo que a empresa que vai lhe vender o carro, ou determinado bem, vai fazer a captação dos recursos junto à instituição financeira.

Teoricamente, qualquer empresa pode receber a carta de crédito e dar continuidade ao processo, porém, você precisa analisar as regras do seu consórcio.

Por exemplo; vamos supor que você esteja interessado em comprar um veículo, porém, não possui o valor total agora, e não quer contrair uma dívida por meio do financiamento convencional, então uma das opções seria o consórcio.

Procurando por um consórcio, você achou um oferecido por uma determinada concessionária. Porém, esse consórcio em específico libera o valor para comprar um veículo da mesma concessionária, ao menos, da mesma marca de carro.

Nesse exemplo, você não poderia utilizar a carta de crédito, para comprar um veículo de outra marca, compreende?

Então o negócio é ficar atento às regras do consórcio. Dê preferência para consórcios que tenham regras menos rigorosas, principalmente no que tange a utilização da carta de crédito.

Como ganhar a carta de crédito?

Ou você aguarda ser premiado, ou, simplesmente, você pode fazer um lance. A forma mais interessante é por meio da premiação.

A maioria dos consórcios trabalha com sorteios. Esses sorteios servem para premiar os participantes. Então, ao entrar em um consórcio, você automaticamente vai participar desses sorteios.

Então, tecnicamente, é só esperar ser sorteado, Porém, caso você esteja com mais pressa, precisando da carta de crédito o quanto antes, então, o melhor seria fazer um lance.

Todos os meses (ou em períodos específico) os consórcios liberam os participantes para fazerem lances.

Quem fizer o lance mais alto, acaba ganhando a carta de crédito. Portanto, o lance consiste em realizar um aporte em seu consórcio.

Vamos supor que você fez um aporte de R$ 5.000,00, e mais ninguém fez, ou os outros participantes acabaram fazendo, porém com valores menores, então, você acaba ganhando a carta de crédito!

Dentre todas as formas de ganhará carta de crédito, fazer o lance é a mais rápida.

Todos deveriam fazer algum consórcio?

Não, o negócio também não é assim. O consórcio possui suas vantagens dentre elas temos o juro e despesas baixas, e a possibilidade de conseguir comprar o bem desejado antes do tempo (antes do fim do consórcio).

Bom, comparado o consórcio com outras linhas de crédito, podemos ver algumas semelhanças e certas diferenças.

Com relação às semelhanças, temos a questão do crédito. Caso o cliente seja sorteado antes, conseguindo colocar as mãos na carta de crédito antes do encerramento do consórcio, o mesmo estará no lugar de uma pessoa que pegou um financiamento.

Porém, ao invés de pagar altos juros e encargos você poderá desfrutar de uma situação muito mais benéfica.

Existem consórcios que inclusive, nem chegam a cobrar juro sobre as parcelas. Então, em uma eventual premiação o cliente pode conseguir os valores necessários para aquisição do bem, e ainda nem precisar desembolsar com juros.

Lembrando que para conseguir acesso aos valores do consórcio, você terá que ser premiado, ou fazer o maior lance.

Então para que seria mais recomendável fazer o consórcio?

Para aqueles que não conseguem guardar e investir parte de sua renda. Essas pessoas que não possuem controle financeiro, e não consegue poupar parte da renda, essas pessoas devem procurar por produtos financeiros que possam gerar alguma espécie de controle e até poupança.

O consórcio, de certo modo, reduz o trabalho do cliente. Desse modo o cliente pode contratar o consórcio e realizar os pagamentos, deixando a instituição administrar o consórcio, fazendo a gestão dos ativos e fins.

Depois, se o cliente não estiver mais interessado em comprar o bem objeto do consórcio, faça os pagamentos das parcelas remanescentes, e assim, após a quitação do consórcio, é provável que o crédito liberado fique disponível para você fazer o que quiser.

A melhor alternativa é realizar a compra do bem com recursos próprios, sem depender de terceiros.

Preservando parte de suas receitas, ou com o seu salário. Assim, você conseguirá iniciar os seus investimentos sem grandes problemas.