Dicas para evitar o parcelamento do cartão de crédito

Época de final de ano pode se tornar um grande problema na vida de várias pessoas. Além de contar com o início de um novo ano, logo ali (e várias contas para começar a pagar) existem as compras de natal, e festas de encerramento para participar.

Então, nessa época, nada mais certo do que tomar todo cuidado possível com as compras sem exagerar!

Tentando ao máximo, comprar somente o necessário mantendo a fatura do seu cartão de crédito dentro dos limites.

Sendo que os seu limite deve ser considerado o dinheiro que recebe. Ou seja, sua renda! O bom mesmo seria gastar no máximo uma porcentagem de sua renda, e não ela toda. Mas antes disso, vamos um passo de cada vez,  o que podemos fazer para controlar melhor os gastos e assim evitar o parcelamento do cartão de crédito?

Anote tudo! Acompanhe a evolução da sua fatura!

Uma das primeiras coisas a se fazer é o controle de suas despesas no cartão. Isso pode ser feito de várias formas, mas uma das mais eficazes é a seguinte;

  • Anotar tudo aquilo que é gasto no cartão de crédito, inclusive compras parceladas;
  • E acompanhar a evolução da fatura junto à conta do cartão (na internet)

Desse modo não haverá erros. Esse acompanhamento serve para deixar mais “fino” o controle.

Se uma despesa escapar de suas anotações, ou de seu controle na “planilha”, por exemplo, quando você fizer o levantamento das despesas por intermédio de sua fatura, tudo estará lá. Assim você pode consolidar o seu controle, mantendo ele sempre atualizado e corrigido.

E não se esqueça! Compras parceladas também devem fazer parte da sua planilha de controle. Inclusive com a quantidade de parcelas e o valor total a pagar na próxima fatura. Isso pode lhe dar um horizonte de como ficará as próximas faturas!

Evite parcelar sua compra!

O parcelamento de compras pode trazer certa tranquilidade à pessoa que está comprando. Tranquilidade vinculada à redução da despesa inicial.

Ao invés de pagar, por exemplo, os R$ 2.000,00 de um computador, o cliente estará pagando algo próximo a R$ 200,00 por mês.

O que reduz bastante o gasto inicial. Porém essa redução no gasto inicial sugere um controle maior das contas ao longo de 10 meses.

Novamente, o parcelamento das despesas só oferece um apoio nas primeiras contas, ou melhor, na primeira fatura.

O cliente vai ter a sensação que a compra foi muito boa, uma vez que o parcelamento passa esse efeito, mas depois, ao longo das próximas parcelas, esse efeito vai acabar passando.

Se o controle é difícil, faça compras no débito!

Outra forma de conseguir se controlar, é optando pelo débito ao invés do crédito. Ao trabalhar com essa opção, você estará evitando que as compras fiquem todas as vencer na próxima fatura.

No débito, a sua compra cai na hora em sua conta. Lógico, tenha certeza que exista saldo em sua conta corrente, se não é possível que suas compras comecem a consumir o cheque especial! Isso pode ser tão perigoso quanto parcelamento do cartão!

Mesmo no débito, ainda seria interessante manter um controle sobre os gastos. Essa opção, de pagar as contas no débito, vai forçar de alguma forma, a pessoa a manter dinheiro na conta corrente, e assim, se manter atento ao gasto que cair lá.

Fique atento ao vencimento da sua fatura!

Outra coisa importante, que devemos nos manter atentos é o vencimento da fatura do cartão. Com o controle sobre esse vencimento, você poderá direcionar gastos, e até aguentar um pouco determinada despesa, para quando o vencimento passar, você realizar os gastos sabendo que eles vão aparecer só na próxima fatura!

O certo mesmo seria avaliar quando a sua fatura vence. Por exemplo, se a mesma está vencendo no meio do mês, lá pelo dia 15 ou de repente dia 20, por aí, você provavelmente não conseguirá ter um aproveitamento melhor dos valores das faturas.

Mas se a fatura vencer pouco antes do último dia de cada mês, então haverá um aproveitamento melhor, até porque, assim que termina o mês o seu controle financeiro vai fazer mais sentido.

Inclusive, o controle vai ficar mais fácil uma vez que o salário a receber, geralmente acontece até o 5º dia útil de cada mês.

Então, ao passar o vencimento da fatura para o final de cada mês (com o pagamento acontecendo no máximo até dia 10 do mês seguinte, por exemplo) o controle mensal vai ficar melhor, sem falar que desse modo a futura e seu salário vão quase que coincidir em mesmo período.

Poupar parte de sua renda e investir!

Poupar parte da renda e investir os valores em algum ativo que ofereça segurança e liquidez (além de rentabilidade) é essencial!

Haverá momentos em que alguma surpresa pode acontecer, algum gasto inesperado, e dessa forma, você terá que arcar com algumas despesas.

Quando você conta com reservas, esses gastos podem ser rapidamente absorvidos sem grandes problemas.

Sendo que nos meses seguintes, a rotina de poupar parte da renda vai oferecer condições a você de retomar o saldo poupado anteriormente.

Desse modo você estará seguro, e dificilmente algo vai prejudicar suas finanças. Mas poupar parte da renda não é o suficiente, você precisa investir esse dinheiro também.

O investimento pode ser feito de várias formas. Você pode aplicar seus recursos em letras do Tesouro Direto, como o  Tesouro Selic, ou até mesmo, em algum CDB.

O mais interessante são as letras do Tesouro Direto mesmo. As letras são bem seguras (estando entre os ativos mais seguros do Brasil) e possuem liquidez diária (só não podem ser negociadas fora de dias úteis, quando não for dia útil então o investidor pode agendar uma operação). Sendo que o rendimento dos papéis está de acordo com a média do mercado.

Resumindo; ao tomar todos esses cuidados e precauções, dificilmente você vai precisar recorrer ao parcelamento do cartão de crédito, ou qualquer outro tipo de crédito.

Como funciona a portabilidade?

A portabilidade é uma das ferramentas mais interessantes que existem quando o assunto é “trocar” de credor.

Com a portabilidade o usuário pode procurar por uma nova instituição que possua uma linha de crédito semelhante a já utilizada e assim, efetuar o transporte da dívida.

Desse modo todos ganham. A instituição que era credora vai repassar a dívida, e, portanto não terá que aguardar para receber o restante do dinheiro, por outro lado, a instituição que vai receber a dívida, e se tornará a credora vai conquistar um novo cliente!

Assim, os juros e demais encargos vinculados à dívida do novo cliente serão repassados a nova instituição, e o cliente, que estava pagando juros altos (em comparação a nova instituição) vai começará pagar menos pelo crédito. Todos ganham! Mas como esse procedimento realmente funciona?

Funcionamento da portabilidade de dívida

É muito simples! Tão simples que você provavelmente vai desconfiar. O cliente precisa ir até o banco onde vai migrar o crédito, entregar a documentação e solicitar a migração da linha de crédito.

Pronto! As instituições financeiras fazem todo o trâmite entre elas, e desse modo o cliente não precisa mais se preocupar. Em questão de alguns dias, o crédito já é migrado, e os pagamentos serão feitos na outra agência bancária.

Não há necessidade de enviar documentos de um banco para outro, assinar papeladas, aguardar por análises, todo o trâmite é feito entre os bancos e o cliente pode ficar tranquilo!

Avaliar outras opções antes da portabilidade!

O que muitos sugerem, antes de fazer a portabilidade, é realizar uma breve avaliação de outras opções de crédito na própria agência bancária.

O cliente pode muito bem adquirir uma nova linha de crédito. Com o dinheiro recebido, o cliente pode, então, pagar o saldo restante da linha de crédito (mais cara), e assim, trocar de dívida e continuar no mesmo banco.

Esse tipo de prática pode ser feita, e pode reduzir o trabalho do cliente. Até porque, assim, o cliente não precisa mais trocar de banco (por meio da portabilidade).

Uma das linhas de crédito que podem ser analisadas é o empréstimo consignado ou algum que ofereça a chance de colocar algo em garantia.

Desse modo, você pode conseguir uma boa redução nos juros. Vamos supor que você tenha um saldo no parcelamento do cartão de crédito.

Esse saldo é de algo próximo dos R$ 5.000,00, com o consignado o seu juro pode ser inferior aos 20% ao ano! Já, em outras linhas de crédito, como o parcelamento do cartão de crédito, ou o cheque especial, o juro pode alcançar fácil, fácil os 200% ao ano!

Já empréstimos que envolvam colocar algum bem com garantia, pode render uma linha de crédito com juros equivalentes a 30% ao ano, ou até menos.

Melhorar condições da atual linha de crédito

O cliente também pode tentar negociar junto ao banco, uma alternativa ara melhorar as condições do atual empréstimo ou financiamento (se o mesmo for de valor muito alto).

Às vezes, podemos estar tratando de um financiamento com um saldo ainda muito grande para ser pago, e isso pode gerar algumas dificuldades na hora de conseguir “trocar” de empréstimo com outro empréstimo (adquirindo outro).

Dependendo do saldo a pagar, realmente, você vai precisar negociar a linha de crédito antes de ver a possibilidade de adquirir um empréstimo para quitar o saldo remanescente.

Ao tentar negociar uma nova condição para o seu empréstimo, você pode tentar alterar alguns pontos do sua linha de crédito atual, dentre elas;

  • A quantidade de parcelas
  • O valor dos juros

Dependendo da situação, se você, por exemplo, possui dinheiro no bolso, e quer tentar pagar o empréstimo ou financiamento de forma mais rápida, você pode ver com o banco a redução das parcelas,

Desse modo você começa a pagar parcelas maiores, mas, sem um juro tão alto, ou sem necessidade de pagar tanto juro, uma vez que haverá menos parcelas.

Só nessa alteração, você já poderá ser capaz de reduzir bastante o tamanho dos encargos da sua linha de crédito.

Já a negociação para redução dos juros pode ser feita utilizando outras linhas de crédito como comparação.

Ao comparar outros empréstimos sou financiamentos, você pode trazer o argumento que o seu juro, poderia ser menor.

Dependendo de como a situação for evoluindo, uma eventual redução nos juros pode acontecer, e você nem mesmo vai precisar trocar de empréstimo ou mudar de instituição financeira.

Melhorar alternativa?

Acredito que você deva fazer tudo isso por etapas. Primeiro você deve analisar os juros que está pagando.

Se esses juros estiverem na casa dos 3% ao mês para cima, então, já podemos tentar fazer algo para reduzir os encargos.

Então, após identificar isso, você pode ir até o banco  e conversar com  seu gerente de conta. Tente fazer uma alteração no valor das  parcelas (diminuindo ou aumentando a quantidade das mesmas).

Caso você esteja com mais dinheiro na mão, veja a possibilidade de aumentar o tamanho das parcelas, e assim, começar a pagar um pouco mais para conseguir quitar a sua dívida.

Caso a situação seja o inverso, então tente ver uma redução dos juros comprando o empréstimo/ financiamento com os demais oferecidos pelo banco.

Se em nenhuma dessas situações você conseguir um resultado positivo, então é hora de tentar adquirir um novo empréstimo e com os valores dessa nova linha de crédito pagar o saldo restante do outro empréstimo e assim, efetuar a “troca”.

Se a sua situação se refere a um valor muito alto, ou o banco não está liberando o crédito, então, aí sim, você faz a portabilidade da linha de crédito para outra instituição.

Mas antes disso, faça uma pesquisa no mercado, avaliando quais são as condições dos empréstimos e demais linhas de créditos dos outros bancos.

Lembrando que o consignado e empréstimo que tenham garantia podem lhe render uma boa redução nos juros.

Após conseguir melhorar as condições do seu empréstimo chegou a hora de iniciar os pagamentos do mesmo. Para não haver qualquer tipo de problema, ou uma piora na situação, é interessante aumentar o controle em cima do seu orçamento.

Desse modo, quem sabe, um pouco mais de dinheiro não começa a “sobrar” e desse modo você até pode adiantar os pagamentos do empréstimo, e começar a poupar e investir parte de sua renda?

Regras do programa habitacional; “Minha casa Minha Vida”.

O principal programa habitacional do Brasil, o Minha Casa, Minha Vida é responsável por oferecer subsídios e facilidades a milhares de famílias que não teriam condições de comprar o seu imóvel.

Nesse artigo vamos explorar algumas regras que envolvem o principal programa habitacional do Brasil, o Minha Casa, Minha Vida;

Valor máximo para imóveis

Não são todos os imóveis que entram nesse tipo de programa habitacional. Por exemplo, você não pode financiar um imóvel avaliado em um milhão de reais por meio do Minha Casa, Minha Vida.

Em uma situação assim, quando você tenta comprar um empreendimento com um valor muito acima da média do mercado, as coisas costumam ficar mais difíceis, até porque, quem pode comprar uma residência assim geralmente possui condições de arcar com mais facilidade tamanho valor.

Enfim, qual é o valor máximo para imóveis serem aceitos no programa habitacional? Bom o limite pode depender de região para região, mas considerando o valor mais alto, dentro da faixa mais alta, imóveis de até R$ 225 mil reais são aceitos no financiamento por meio do Minha Casa Minha Vida.

Todo o sistema do Minha Casa Minha Vida funciona baseado em regiões (estados), além disso, existem ainda as faixas de renda dos interessados.

Tudo isso acaba influenciando o valor máximo dos imóveis que podem entrar no programa, por exemplo;

  • Faixa 1 – Renda de até; R$ 1.800,00/ Valor máximo do imóvel R$ 96.000,00/ Valor máximo do subsídio R$ 86.400,00.
  • Faixa 1,5 – Renda de até; R$ 2.350,00/ Valor máximo do imóvel R$ 135.000,00/ Valor máximo do subsídio R$ 45.000,00.
  • Faixa 2 – Renda de até; R$ 3.600,00/ Valor máximo do imóvel R$ 225.000,00/ Valor máximo do subsídio R$ 27.500,00.
  • Faixa 3 – Renda de até; R$ 6.500,00/ Valor máximo do imóvel R$ 225.000,00/ Valor máximo do subsídio; Não há.

Conseguir um imóvel que está na primeira faixa, é algo, praticamente impossível. Dificilmente alguém consegue construir e vender um imóvel por um valor tão baixo.

Na região sul, por exemplo, as moradias menores, são vendidas pelo preço médio de R$ 150.000,00. Valor que já fica bem acima da primeira faixa, e pouco acima da segunda. Só havendo possibilidade de financiar através da faixa 2.

Mas ainda sim, você terá que avaliar se em sua região, estado e cidade trabalham com esses valores para cada faixa. Existe uma diferença por região, mas em números próximos, os dados apresentados aqui, são semelhantes, e podem ser utilizados como uma referência.

Posso comprar  dois imóveis através do; Minha Casa Minha Vida?

Não! Infelizmente você não vai conseguir o financiamento se já possui um imóvel em seu nome, ou se está trabalhando com um financiamento.

Muitas vezes, as pessoas acabam tendo em seu nome algum imóvel, como por exemplo, do pai, de algum familiar, enfim, às vezes pode acontecer de estar em seu nome, um imóvel que você nem utiliza.

Mesmo em uma situação assim, você não vai conseguir entrar no financiamento do Minha Casa, Minha Vida.

E caso você já esteja dentro d um financiamento de uma casa, você também não conseguirá entrar no Minha Casa, Minha Vida.

Lógico, a menos que você saia do atual financiamento e tente conseguir entrar no Minha Casa Minha Vida.

A compra de dois imóveis por meio do financiamento federal, também não é possível. A pessoa só tem direito de entrar e financiar um imóvel.

Posso comprar um imóvel através do financiamento e depois locar o mesmo?

Não! Esse tipo de prática não é legal e pode lhe render grandes problemas. Uma das grandes vantagens do Minha Casa, Minha Vida é a questão do subsídio, além dos juros baixos.

Comparado aos preços e taxas praticados pelo mercado, o Minha Casa Minha Vida é algo “fenomenal”, porém, não é para ser utilizado com fins para negócios imobiliários, do tipo; “comprar um imóvel e locar o mesmo, para receber os aluguéis”.

Para aqueles que têm o interesse de se aproveitar das excelentes condições do Minha Casa Minha Vida e pretendem, dessa forma, conseguir comprar um imóvel para alugar, podem esquecer. Se os órgãos competentes, ou a própria Caixa descobrir, você provavelmente vai perder os benefícios do financiamento, além de ter que devolver os valores subsidiados.

Taxa de juro é interessante?

Bastante! A taxa de juro oferecida pelo programa habitacional, Minha Casa, Minha Vida está entre as melhores do mercado (se não a melhor).

Na primeira faixa de renda, para aqueles que possuem renda de até R$ 1.800,00 a taxa de juro é de zero!

Ou seja, além de receber o subsídio do governo federal, a família pode se beneficiar de parcelas a custo zero! Excelente negócio.

Para aqueles que possuem um pouco mais de renda, a taxa de juro fica na casa dos 5% (são aqueles que se enquadram na faixa 1,5).

Depois temos as famílias que se enquadram na faixa 2, e podem se beneficiar de uma taxa de juro que fica entre os 5% até os 7%.

Outra taxa muito interessante. Você deve levar em consideração que essas linhas de crédito, habitacionais, oferecidas pelos bancos privados e demais instituições são bem caras, tendo juros acima dos 10% ao ano!

Por último temos a faixa 3 que é a última. Nela as famílias que recebem até R$ 6.500,00 podem se beneficiar de taxas de juros de até 8,6% ao ano. Ainda sim, é uma ótima taxa de juro!

Com todas essas regras, vale a pena entrar no Minha Casa, Minha Vida?

Sim! Com certeza! Para conseguir comprar o  imóvel dos sonhos e sair do aluguel, o Minha Casa, Minha Vida é uma “mão na roda”!

Sem falar que as condições e até o subsidio do governo federal, para comprar o imóvel, são relevantes.

Na primeira faixa do programa, famílias podem comprar o imóvel, praticamente, todo subsidiado, e ainda sim, as parcelas que faltam podem ser pagas com juros zero.

Sem esquecer que o valor remanescente, pode ser quitado em até 120 parcelas (na primeira faixa) com parcelas de no máximo R$ 270,00 ao mês.

Enfim, se você se enquadra nas exigências do programa, e ainda não conta com a casa própria, dê uma olhada no Minha Casa Minha Vida!

5 estratégias para evitar as dívidas!

O ano de 2018 já está acabando! Nada melhor do que terminar bem 2018 é começar 2019 com dinheiro no bolso, não é verdade!

Mas para isso, nós precisamos iniciar o ano sem dívidas, ou com alguma estratégia para evitar se meter em dívidas logo no início do ano! Então o que fazer? Nesse artigo vamos explorar 5 estratégias para evitar as dívidas!

Não gasta 100% do seu salário!

Evite a todo custo gastar os 100% do seu salário! Conseguindo guardar parte da sua renda mensal, você pode evitar se comprometer a mais do que o necessário e ainda, pode iniciar uma reserva.

Quando a pessoa gasta tudo que recebe, qualquer tipo de gasto a mais, ou de emergência pode comprometer a pessoa!

Dependendo da dimensão do gasto, a pessoa pode se ver obrigada a adquirir um empréstimo, ou quem sabe até recorrer a linhas de crédito perigosas, como o parcelamento do cartão de crédito e até o cheque especial.

Com o intuito de evitar esse tipo de situação, o bom mesmo seria gastar no mínimo 5% a menos do que recebe mensalmente, e de tempos em tempos, tentar aumentar essa margem até chegar a algo próximo dos 15%, por exemplo.

Desse modo, impactos referentes a gastos extraordinários poderão ser absorvidos com mais tranquilidade, sem falar que no caso de eventuais gastos acima da média (bem acima) você poderá  utilizar parte das reservas já preservadas (os valores poupados nos meses anteriores).

Então não espere algo acontecer! Comece sua reserva preservando parte de sua renda hoje mesmo!

Controle bem os seus gatos no cartão de crédito!

O cartão de crédito pode ser algo muito prático para as pessoas. Através do cartão, as pessoas não precisam mais carregar dinheiro para lá e pra cá.

As compras podem ser feitas de forma prática e fácil, nem carregar mais moedas, você precisa. Tudo pode ser feito através do cartão de crédito.

Talvez, nessa praticidade extrema, more o grande perigo! Muitas vezes as pessoas acabam se perdendo com o cartão de crédito, e comprando mais do que poderiam adquirir ao longo de um mês, e até durante o ano.

Ao começar a comprar sem controle algum, no final do mês, ou quando a fatura do cartão fechar, a pessoa terá um grande susto e um possível problema.

Muitas vezes os cartões acabam oferecendo um limite maior do que a própria renda do cliente. Se isso acontecer, o cliente facilmente poderá acabar utilizando mais dinheiro do que deveria, ou seja, no final, quando a fatura fechar, o valor da mesma pode ser superior à renda do cliente.

Desse modo, a única solução será correr atrás de um empréstimo, ou coisa pior, do parcelamento do cartão de crédito!

Na tentativa de evitar esse tipo de situação, você pode tomar diversas atitudes. A mais brusca, talvez, e o cancelamento do cartão. Mas é possível construir um controle!

Por meio do controle, pode ser em uma planilha eletrônica, ou quem sabe até um caderno, o cliente poderá adicionar os valores pagos através do cartão e analisar se o gasto do mês já chegou ao valor de sua renda.

Desse modo você, inclusive pode instituir um limite e uma margem de segurança. Desse modo, não haverá problemas com a utilização do seu cartão de crédito.

Não faça muitas parcelas no cartão de crédito!

Ao reduzir ou até zerar as compras parceladas, o risco de contrair uma dívida cai bastante! Se gastando através do cartão de crédito a pessoa já pode perder o controle, e gastar mais do que consegue arrecadar, imagina se no meio dessas despesas existem pagamentos parcelados?

O parcelamento no cartão de crédito também é algo que traz mais conforto para os clientes, sem falar que através dessa forma de compra, muitas pessoas conseguiram comprar determinados produtos e serviços com mais facilidade.

Porém, ao utilizar essa forma de pagamento sem responsabilidade é possível que novas compras parcelas surjam, e assim, a pessoa pode acabar se endividando.

Para evitar esse tipo de problema, anote tudo! E faça um controle mais rigoroso de suas receitas. Só assim, será possível identificar qual é o valor máximo de despesas que você poderá ter ao mês.

Com um controle detalhado, ficará mais fácil para você criar limites e regras com relação a utilização da modalidade “parcela” do seu cartão de crédito.

Faça um limite para “tantas” compras que podem ser parcelas, o resto, deverá ser pago em uma única parcela.

Evite comprar utilizando o crediário de lojas!

Mesmo havendo uma facilidade enorme para aquisição do cartão de crédito, muitos estabelecimentos ainda oferecer o famoso crediário, e muitas pessoas continuam utilizando essa forma de pagamento.

O crediário nada mais é do que uma espécie de crédito que determinado loja lhe passa para comprar algum produto ou serviço.

O problema do crediário, é que o mesmo vem com juros embutidos. Assim, uma compra que será parcelada em 6 vezes, poderá contar com um valor 10% superior, ou quem sabe até maior.

Então evite comprar com o crediário das lojas. Se você não contar com o valor total da compra, tente postergar e juntar o montante necessário.

No final, se você fizer o crediário, as despesas com a compra podem comprometer até o seu orçamento!

Invista parte do seu dinheiro!

Por último, mas não menos importante! Invista o dinheiro poupado! Só assim você conseguirá extrair benefícios do dinheiro poupado.

A primeira coisa, mais importante é poupar! Se você consegue poupar parte da renda, se considere um vitorioso já!

Contando com tais recursos na mão, ou em sua conta, agora você deverá avaliar algum investimento que seja seguro, tenha liquidez e possa lhe oferecer rendimentos compatíveis à média do mercado.

Uma boa opção que agrega todas as características citadas é o Tesouro Direto, mais precisamente a letra Tesouro Selic.

Através dessa letra do programa de investimentos do Tesouro Nacional, o investidor terá condições de iniciar uma “poupança” e assim, levantar recursos para investir em novos ativos, quem sabe construindo uma carteira e alcançando a independência financeira!