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Como funciona um carta de crédito para carros

De forma bem simples e direta já vou explicar o que é a carta de crédito. A carta de crédito está relacionada aos planos de consórcio, nesse caso os planos de consórcio para a aquisição de veículos.

Ao receber a carta de crédito, o cotista do consórcio receberá o valor do consórcio que está participando. Por  exemplo, se o valor do seu consórcio é para aquisição de um veículo de R$ 50.000,00, então você receberá esse montante ao receber a sua carta de crédito, compreende?

Entre outras palavras, você foi premiado! Agora poderá realizar a aquisição do veículo, ou quitar o seu consórcio para resgatar o valor da carta.

Mas como funciona o consórcio?

O consórcio é a forma mais interessante de tentar “financiar” algum bem. As taxas praticadas pelos consórcios são às menores, quando o assunto é crédito.

Tecnicamente é o seguinte; ao entrar para um consórcio, você vai entrar em um grupo onde existem várias outras pessoas que estão participando, por meio dos aportes.

Ao iniciar os seus aportes (o pagamento das parcelas) você terá que determinar qual será o valor do seu consórcio. Você quer comprar um veículo, então pode ser que o seu consórcio seja de R$ 50.000,00.

Baseado nisso, haverá outros dados a serem analisados. Dentre eles a quantidade de parcelas, e o valor das parcelas.

Bom, ao determinar todos esses dados no início do seu consórcio, você dará início ao mesmo. Pagando a sua primeira parcela.

A partir desse momento você, provavelmente, estará participando de sorteios periódicos. Quem ganhar esse sorteio será contemplando e assim poderá utilizar a carta de crédito.

Com essa carta de crédito em mãos, o cotista poderá utilizar o valor para adquirir o veículo desejado.

A carta de crédito é segura?

Sim! Algumas pessoas pensam que ao ser contemplado pelo consórcio, elas vão receber o valor em dinheiro. Como se fosse uma transferência bancária.

Porém não é bem assim que funciona. O cotista do consórcio não receberá o dinheiro em espécie e tão pouco na conta. O que será transferido para ele é a carta de crédito.

Essa carta de crédito fica no nome da pessoa, e somente ela poderá utiliza o valor. Então, mesmo que alguém tente se passar por você, não haverá meios de conseguir “roubar” o dinheiro.

Não vamos nos esquecer de que por meio da carta de crédito, você não vai precisar andar com o dinheiro por aí, evitando que seja roubado de verdade ou perca o dinheiro.

Como conseguir a carte de crédito para carros?

Mencionei anteriormente um das formas de conseguir a carta de crédito, que é por meio do sorteio.

Os sorteios são diferentes de consórcio para consórcio. Mas tecnicamente, esses sorteios ocorrem, de tempos em tempos, com certa frequência.

Os consórcios trabalham com uma espécie de fundo. Nesse fundo existem várias outras pessoas que pagam os seus consórcios.

Quando alguém desse grupo é sorteado, essa pessoa, então, recebe a carta de crédito. Dessa forma a empresa que administra o consórcio consegue gerenciar os recursos e repassar as cartas de crédito com facilidade para os sorteados.

Mas além do sorteio, existe a possibilidade de realizar um lance! O lance funciona da seguinte forma.

Você pode em um mês realizar um lance para ser contemplado. Geralmente, os consórcios trabalham com uma política de lance que beneficia aquele que consegue fazer o maior lance do período.

Então se você realizar o aporte e for o mais alto do período, então você recebe a carta de crédito.

Para aqueles que não conseguiram, ou seja, ofereceram o lance de valor inferior ao lance vitorioso, o valor do seu respectivo lance será utilizado para abater parte das parcelas.

Pode ficar tranquilo, que mesmo não sendo contemplado, no mínimo, parte de suas parcelas será amortizada através do valor do lance.

Como fazer para resgatar o valor da carta de crédito?

Nem sempre fazemos o consórcio, e quando somos contemplados, precisamos do dinheiro para comprar o veículo.

Pode ocorre que o veículo já foi adquirido por outra forma, ou quem sabe, a pessoa já tenha desistido da compra.

Enfim várias situações podem ocorrer no meio do caminho. Mas então, como eu faço para conseguir colocar a mão nos valores da carta de crédito?

Para conseguir esse resgate, você terá que quitar o seu consórcio. Então será preciso realizar um pagamento do saldo restante em aberto e aí sim, você poderá pegar os valores.

O consórcio é uma boa?

Depende da situação. Como foi mencionado no artigo, para conseguir colocar as mãos na carta de crédito, você necessariamente precisa ser contemplado no consórcio.

Então existem duas opções. Ou você faz o lance e saí vencedor, ou ganhar a carta de crédito por meio do sorteio periódico.

Sendo assim, pode acontecer do cliente demorar a receber a carta de crédito. Se você precisa comprar o veículo com certa pressa e não pode esperar, talvez o consórcio não seja uma das melhores opções.

Se esse não for o seu caso, então o consórcio pode ser uma boa. As taxas praticadas pelo consórcio são as mais baixas, quando levamos em consideração os financiamentos em si.

Existem financiamentos que oferecem juros zero, mas em troca, o cliente precisa fazer o pagamento em uma entrada bem alta, coisa superior aos 50% do valor do veículo.

No caso do consórcio isso já não é necessário. Inclusive, se o cotista do consórcio estiver com sorte, o mesmo pode ser sorteado logo no início e nem precisa esperar tanto tempo para conseguir a carta de crédito.

O consórcio também pode ser uma boa alternativa de “poupança forçada”. Não são todas as pessoas que conseguem juntar dinheiro para conseguir comprar um carro.

Portanto, nada melhor do que adquirir uma obrigação e assim, forçar tal poupança. Em comparação ao hábito de poupar em si, o consórcio não é uma boa.

Mas olhando pelo prisma de que a pessoa possa não conseguir poupar, então o consórcio pode ser uma excelente alternativa.

O consórcio possui taxas de juro inferiores a grande parte dos financiamentos existentes do mercado sendo que ainda existe a possibilidade de oferecer um lance ou ser sorteado durante o período.

Crédito para comprar o seu veículo ou máquina.

Nem sempre temos disponibilidade para comprar um veículo novo, ou quem sabe uma máquina para empresa, correto?

Mesmo não havendo recursos suficientes para concretizar tal aquisição, a falta de dinheiro não nos impossibilita por completo! Nessas horas temos as instituições financeiras para nos salvar!

Crédito para Financiando o veículo.

Atualmente, existe até a opção de financiar 100% do veículo. Isso mesmo, você nem precisa pagar uma entrada. Através do financiamento 100%, você já pode se tornar dono de um carro novo.

Essa modalidade de financiamento também não é liberada para todos os carros, ou veículos em geral. Esse tipo de financiamento é mais difícil de conseguir.

Caso você consiga colocar as mãos em um financiamento assim, então tenha atenção com relação ao juro cobrado.

Sim, não pense que o seu financiamento vai sair sem juros ou que de repente, por se tratar de um financiamento, os juros do mesmo seja equivalentes a um “Minha Casa Minha Vida”.

Dependendo da instituição financeira, da linha de crédito e do veículo que está sendo adquirido, os juros podem ir do zero até, algo acima dos 4% ao mês!

Sim, os juros podem ser bem altos. Por exemplo, ao tentar comprar um veículo usado mais antigo, vamos dizer; um veículo de 2000 ou de ano próximo, o juro do financiamento pode ser ainda maior!

Agora se você for comprar um veículo novo, pagando mais de 50% do valor do mesmo na entrada, então é possível que a concessionária, lhe ofereça a possibilidade de financiar o resto, e 12 vezes sem juros, ou algo do gênero.

Lógico, não pense que esse financiamento sem juros irá ocorrer em 24 meses ou mais! Em grande parte as concessionárias possuem as suas próprias financiadoras e instituições financeiras, e assim elas conseguem trabalhar melhor essas alternativas de financiamento.

Mas em grande parte, os clientes acabam comprando o veículo através de um financiamento de juros baixos, porém existentes.

A entrada ocorre também em uma situação assim. Geralmente, a concessionária pede uma entrada de pouco menos de 50% do veículo, e o restante pode ser parcelado em até 48 vezes com um juro de algo próximo dos 1,7% ao mês, ou até menos, ou mais. Enfim, geralmente é assim.

Não está de acordo com os valores, procure por outras formas de financiamento!

O cliente também não é obrigado a comprar o veículo por meio da financiadora da concessionária. Por se tratar de um “livre mercado” você tem a opção de escolher a financiadora que bem desejar!

Então se um banco menor, ou até um banco maior, como o Itaú, Bradesco, ou demais, oferecer um juro mais em conta, então faça a compra, mas financie o valor através da instituição da sua escolha.

Comprando máquinas e equipamentos através do financiamento

Caso você tenha uma empresa, fique sabendo que é possível financiar a aquisição de máquinas e similares. Para pessoa física, a aquisição de máquinas por meio de financiamentos já é algo mais difícil, ao menos, não é um produto financeiro muito divulgado por aí.

Enfim, existem várias instituições financeiras que podem lhe conceder crédito para aquisição de máquinas.

Por exemplo, existem muitas empresas que chegam a financiar compras no exterior (importações).

Não é difícil encontrar instituições financeiras que liberam para seus clientes financiamentos em outras moedas, além do real.

Dependendo da compra e até do tipo de máquina, o empresário pode conseguir financiamento do governo  federal ou estadual.

Existem instituições (BRDE, BNDS entre outras) que trabalham com linhas de crédito direcionadas a máquinas e afins.

Além de financiamentos, existem os leasings.

Caso o cliente esteja procurando por opções de crédito mais em conta, então uma das alternativas é a aquisição de um leasing.

Por meio do leasing você não terá que arcar com altas despesas vinculadas aos juros. Na verdade, no leasing até terá juros, porém o valor desses encargos será menor.

Mas o juro não é a única diferença desse tipo de “financiamento”, por meio do leasing o cliente terá a opção de ficar com o item no final, ou não.

Dependendo do tipo de leasing que o cliente estará contratando, ao final do mesmo, haverá a opção de adquirir o bem em definitivo ou não.

Se o bem não for adquirido, o mesmo volta para a instituição financeira sem ônus ao cliente. Caso o cliente tenha o interesse, então o mesmo  terá que realizar um porte de aquisição.

O leasing pode ser feito tanto para máquinas e equipamentos, quanto para carros e demais veículos.

O Financiamento é uma boa?

Às vezes em nossas vidas precisamos da ajuda de um terceiro para conseguir realizar aquisições. Essas compras podem ser tanto de veículos quanto de máquinas.

No caso das pessoas físicas em geral, o financiamento de um veículo é uma prática amplamente realizada.

Porém, deve ser bem estudada antes de executada. O financiamento pode ser longo e exigir juros altos. Infelizmente, ao contrário do que ocorre em outros países mais “evoluídos” os juros no Brasil ainda são extremamente altos.

Devido esse encargo ser “pesado” para o cliente, os financiamentos podem se tornar um verdadeiro pesadelo para o cliente.

Talvez a melhor forma de comprar um veículo, em minha opinião, é através do financiamento sem juros. Ou se essa opção não estiver liberada, então tente comprar o bem a vista.

O financiamento sem juros, como já mencionamos, é liberado em circunstâncias especiais. Geralmente  pagamento de entrada é alto, superior aos 50% do valor do veículo, sendo que as parcelas podem não ultrapassar as 12 vezes.

Sendo que o pagamento a vista o cliente teria que aportar o valor total do bem. Com relação a financiamento de máquinas e afins, a melhor alternativa é analisar se existe a necessidade e qual será o retorno que o equipamento vai oferecer a sua empresa.

Caso tenha necessidade e já haja uma expectativa com relação a possíveis retornos que o equipamento venha a ter (lucros) então acredito que aquisição seja uma boa ideia.

Querendo ou não, o financiamento para pessoa jurídica, nada mais é do que investimento na própria empresa!

Empréstimo com Garantia de Veículo

São várias as opções que existem de empréstimos e linhas de crédito em geral. Dentre todas temos os empréstimos que oferecem a possibilidade de colocar algo em garantia.

A ideia da garantia é beneficiar os dois lados da negociação. Esse benefício por um lado vai reduzir os riscos da instituição financeira, ou da pessoa que está lhe emprestando dinheiro, por outro lado, essa garantia vai ajudar a pessoa que está captando recursos a reduzir os custos da operação.

Ao invés de pagar mais de 5% ao mês de juro sobre o valor solicitado, é possível que o empréstimo tenha taxas inferiores aos 3% ao mês, ou até taxas ainda menores.

Vantagens do empréstimo com garantia de veículo

Dentre todos os bens que você pode colocar como garantia, em minha opinião, o veículo é um dos menos “importantes”.

Veículos dificilmente se valorizam com o tempo, como ocorre com terrenos ou residências. Os veículos costumam se depreciar com rapidez.

Em poucos anos, um carro pode se tornar ultrapassado. Sendo assim, o veículo deve ser levado em consideração ao procurar algum item para deixar como garantia.

Existem no mercado algumas “fintechs” que vem oferecendo esse tipo de serviço. Ou melhor, esse tipo de crédito.

O empréstimo é concedido mediante a garantia do veículo da pessoa. A garantia pode lhe ajudar, inclusive, na hora de conseguir valores maiores!

Se no empréstimo pessoal, podemos encontrar algumas dificuldades em conseguir valores substâncias, com a garantia de nosso veículo isso pode não ser um problema.

Lógico, tudo isso vai depender ainda de uma análise da instituição para identificar se o valor do veículo é compatível com a soma que está se tentado adquirir.

Quais instituições oferecem esse tipo de empréstimo?

Confesso que até hoje não vejo os grandes bancos oferecendo esse tipo de empréstimo. O que existe na verdade é uma espécie de leasing, onde o cliente faz a aquisição do veículo, porém o mesmo não é dele.

O veículo permanece com a instituição financeira, sendo que o cliente, paga ao banco uma espécie de aluguel.

Nessa quantia paga mensal, constam os valores referentes ao serviço, parte do valor do veículo (ou não). Desse modo o cliente não precisa arcar com os altos juros de um financiamento, ou investir um alto valor para realizar a aquisição do carro em definitivo.

Mas empréstimo utilizando o próprio carro como garantia, realmente, os grandes bancos dificilmente oferecem esse tipo de empréstimo.

Como já foi mencionado existem Fintechs que desenvolvem esse tipo de serviço. Uma dessas instituições é Creditas!

Através da Creditas o cliente consegue linhas de crédito com taxas de juro de até 1,79% ao mês! Uma das taxas mais baixas do mercado!

O prazo para pagamento do empréstimo é de 12 a 48 meses. O procedimento para conseguir o empréstimo é bem tranquilo também.

Será necessário realizar algumas análises junto a Creditas para conseguir o capital desejado. Primeiro você fará a solicitação do seu empréstimo, colocando o valor desejado e a quantidade de parcelas e demais informações solicitadas.

Depois a sua proposta seguirá para análise. Nessa parte a Creditas poderá lhe solicitar alguns dados.

Após essas duas partes será necessário realizar a vistoria do veículo. Acredito que se tratando de um procedimento que é totalmente online, o cliente deve fazer a vistoria com alguma empresa especializada da região e então passar o resultado da vistoria da a Creditas.

Depois, com tudo aprovado, o valor é liberado para o cliente. Olhando tudo isso, podemos ver que o processo é um tanto quanto burocrático, porém, é plausível, uma vez que a instituição precisa se precaver de algum tipo de eventualidade.

Outras instituições que podem oferecer empréstimo com a garantia de veículo são as cooperativas de crédito ou bancos de menor porte.

Na verdade o cliente terá que analisar a possibilidade de conseguir um empréstimo mais “barato “ concedendo o veículo como garantia.

Desvantagens do empréstimo com garantia do veículo

Colocar qualquer bem como garantia de um empréstimo não é algo bom. Mesmo que você esteja tranquilo para pagar as parcelas do seu empréstimo, em algum momento pode ocorrer uma eventualidade. Fato que poderia deixar você inadimplente com o banco.

Se a situação não se resolver, então o banco pode acabar executando a garantia, e o seu carro pode ser vendido ou algo do gênero.

Portanto, ao colocar o seu veículo como forma de garantia, tenha em mente que a possibilidade de perder o mesmo existe.

Querendo ou não, não corremos atrás de um empréstimo se temos dinheiro na conta, correto?

A falta de capital e a existência de obrigações nos colocam na situação de correr atrás de empréstimos. Observando isso, analise com cuidado o empréstimo!

Outra desvantagem sobre esse tipo de empréstimo está relacionada à avaliação do bem. Tecnicamente, o valor do veículo que for colocado como garantia deve se similar ao valor do crédito.

Por exemplo, não é possível conseguir um empréstimo de R$ 40.000,00 se o valor do veículo for inferior a essa quantia.

Portanto, se o seu veículo for antigo, é possível que o valor liberado para crédito seja pequeno, ou inferior ao necessário.

E mesmo que você não esteja precisando de muito dinheiro, faça uma avaliação se o empréstimo com garantia é a melhor alternativa.

Às vezes, o empréstimo consignado pode ser outra solução mais interessante. No consignado você não precisa colocar nada como garantia.

Na verdade o seu salário se torna uma espécie de garantia. Antes de receber o seu salário, a empresa faz um débito, transferindo o valor da parcela do empréstimo para o banco, e assim pagando as parcelas do seu empréstimo.

Enfim, analisando as várias alternativas de empréstimo, o consignado pode ser o mais interessante!

Empréstimo com o veículo em garantia é uma boa?

Sim e não. Se o cliente está seguro de que vai conseguir quitar as parcelas do empréstimo, então essa linha de crédito pode ser uma boa.

O juro é mais barato do que a média do mercado. Mas se o cliente já está em apuros, inclusive com outras obrigações, então evite fazer isso. Você poderá acabar perdendo o seu veículo em caso de execução da garantia.

Principais diferenças entre seguros online e seguros tradicionais

Não faz muito tempo que as contas online dos bancos surgiram. Através dessas contas os clientes podem acessar o extrato bancário, realizar transferências, pagar boletos e afins.

Inclusive solicitar crédito por meio do empréstimo pessoal, tudo de forma rápida e ágil. Não demorou muito as seguradoras começaram a oferecer serviços e seguros online.

Ao invés de procurar por um banco, ou quem sabe uma corretora de seguros, o cliente pode fechar o contrato diretamente com a seguradora. E o melhor, tudo pode ser feito no conforto de sua residência!

Vantagens e desvantagens dos seguros tradicionais

O seguro tradicional como nos conhecemos, o normal, deve ser formalizado através de alguma corretora física.

Não há chances de solicitar o seguro por meio do telefone ou através de e-mail, por exemplo. O cliente precisa ir até uma corretora.

Mesmo que em sua cidade não haja corretoras de seguros, especializadas, você poderá ir a um banco, um grande banco e procurar lá por um seguro.

É praticamente certo que os bancos de varejo possuem um seguro para você. A meu ver, a principal vantagem desse modelo de seguro está relacionada à segurança e confiabilidade.

Ao adquirir o seguro através de um representante, uma instituição financeira, você se sente mais seguro, sem falar que existe um lugar onde é possível reclamar se algo acontecer.

Ou até mesmo em caso de sinistro com o seu bem que está sobre cobertura do seguro. Inclusive, é possível que a pessoa que receberá o contato sobre o sinistro, seja a mesma que lhe atendeu e vendeu o seguro para você.

Então todo o processo parecer ser mais próximo, digamos assim. A desvantagem desse processo está relacionada aos custos e as limitações impostas por essa forma de seguro.

Ao tentar cotar um seguro online, geralmente a pessoa está mais suscetível a pesquisar preços com seguradoras físicas (através das corretoras) ou seguradoras online.

Essa disponibilidade pode favorecer a pessoa na hora de conseguir valores melhores. Quando se está propenso a analisar somente seguros se corretoras físicas ou instituições financeiras de varejo, eventualmente o escopo de valores é mais restrito.

Outra desvantagem está relacionada aos custos. É possível, não necessariamente, é obrigatório, mas os produtos comercializados por corretoras de seguros podem incluir taxas de corretagem dos seus corretores e profissionais da área.

Esse tipo de custo pode ser menor ou até zerado, em caso de contratação online. Enfim, o seguro oferecido por corretoras e instituições físicas, eventualmente pode ser mais caro, porém, em caso de necessidade, dúvidas, ou coisas do gênero, o cliente provavelmente contará com ajuda do seu corretor!

Vantagens e desvantagens dos seguros online

Comodidade, essa é a principal vantagem do seguro online! Não pense que o seguro online não vai exigir assinaturas e impressão de documentos, isso também vai acontecer.

Mas a grande vantagem está relacionado a praticidade não haver necessidade de ir até uma corretora de seguros, ou uma instituição financeira.

A primeira coisa que o futuro cliente terá que fazer é  procurar por uma corretora de seguros online. Atualmente existem páginas que oferecem a possibilidade de cotar seguros com diferentes instituições.

Assim você pode analisar preços e condições de diversas instituições contando somente com uma empresa!

Lógico que o melhor a se fazer é analisar com diferentes corretoras ou sites de pesquisa. Desse modo você terá mais valores para estudar e seguradoras para avaliar.

Todo o processo pode ser fato online, sendo que boa parte dessas seguradoras que oferecem seguros online trabalham com produtos personalizáveis.

É fato que os seguros tradicionais também possuem essa possibilidade, porém, será preciso avaliar junto ao seu corretor  necessidade ou como funcionam as alterações.

Analisando isso, o processo online me parece mais interessante. Vale destacar que o corretor tradicional poderá lhe explicar o que pode acontecer com determinadas escolhas ou alterações, coisa que pode ser menos detalhada no seguro online.

Por outro lado, o seguro online pode sair mais barato e ser penalizado melhor. Um cliente que tenha mais conhecimento sobre o seguro que deseja, pode facilmente personalizar o mesmo sem necessidade de contatar um corretor ou algo do gênero.

Então as vantagens de se adquirir um seguro online é o baixo preços (em comparação ao seguro convencional).

Outra vantagem que constatamos do seguro online é a facilidade de personalização. Às vezes, através do atendimento de um corretor, a personalização pode acabar não ocorrendo da forma que desejamos lógico, o cliente deve, ao menos, conhecer os itens que serão incluídos no seguro.

Mas de forma geral, a personalização online pode ser algo mais interessante. E por último temos a questão da praticidade.

Por mais que o atendimento seja online, geralmente as seguradoras que possibilitam esse tipo de contato já oferecem outras formas de atendimento. Como por exemplo, pelo telefone.

Em minha opinião, acredito que a possibilidade de entrar em contato pelo telefone (através de um 0800) ou pela internet, por um chat, ou quem sabe por e-mail, já seja, o suficiente para assegurar ao cliente alguma espécie de segurança.

Sem falar que em caso de sinistro, será preciso realizar algum tipo de contato mais rápido e de preferência a qualquer horário (24 horas).

A desvantagem do seguro online está baseada na confiabilidade. Tanto da instituição que lhe está oferecendo quanto da falta de atendimento físico, presencial.

Boa parte das pessoas ainda possui receio com relação a compras e aquisição de serviços online. Imagina contratar um seguro de forma online!

Querendo ou não, o seguro é utilizado com o propósito que o próprio nome já fala “seguro”. Se o mesmo é online, sem haver uma pessoa, ou uma corretora física lhe assegurando, e fazendo o atendimento, o negócio pode acabar se tornando mais difícil.

Sendo assim, é natural que seja necessário desembolsar mais para conseguir esse tipo de atendimento, e para aqueles que já possuem conhecimento e se sentem mais tranquilos, o seguro online seja mais interessante.

Mas no final das contas mesmo, cabe a você identificar qual é o seguro mais conveniente. É fato que existem seguros que podem ser adquiridos tanto na forma presencial, se deslocando até uma corretora quanto online.

11 dicas para contratar um seguro de automóvel

O seguro de carro é algo muito importante e deve ser levado em consideração por todos! Os carros no mundo, mas em especial no Brasil possuem um valor alto.

Querendo ou não, o veículo acaba se tornando um ativo, um pedaço de nosso patrimônio. Portanto, nada mais justo do que proteger esse patrimônio.

A forma de proteção mais eficaz (em minha opinião) é por meio do seguro para carros e veículos em geral.

Mas existe outro ponto; para contar com um seguro, nós não precisamos necessariamente realizar um investimento muito alto no mesmo. O seguro deve proteger o veículo em assuntos determinados. Observando isso, vamos levantar nesse artigo 11 dicas para contratar um seguro!

1- Dica análise do veículo antes da contratação do seguro!

Antes de sair por aí procurando por um carro, você precisa identificar os preços dos principais seguros para os carros que deseja, ou melhor, para os modelos que deseja.

Por exemplo; acredito que boa parte das pessoas tem o desejo de comprar uma BMW, ou quem sabe uma Mercedes Benz, correto? Um carro desses é um verdadeiro luxo.

Já pode ser considerado um lixo no exterior, imagina aqui no Brasil! Pois então, ao adquirir um veículo dessas marcas, é provável que o futuro proprietário queira adquirir um seguro para se proteger de eventuais problemas com o veículo.

A proteção nesse caso será completa, até porque, qualquer avaria na lataria do carro, já pode render um belo prejuízo ao proprietário, ok então!

Se você comprar o veículo e posteriormente procurar por um seguro, é possível que você acabe tendo uma grande surpresa.

Dependendo do modelo do carro e até do seu valor, os seguros podem variar bastante de preço. Existem seguros que podem cobrar até 5% do valor do veículo (como taxa anual).

Se o carro em questão vale R$ 150.000,00 o valor do seguro pode acabar alcançando um preço de R$ 7.500,00 anuais!

Já o seguro de um carro popular pode sair por algo próximo dos R$ 2.000,00. Valor bem inferior

2 – Dica; ao comprar um veículo mais antigo, faça um seguro parcial.

Um seguro parcial é uma boa! Principalmente se o seu veículo já é mais antigo! Carros mais antigos podem não contar com o seguro completo, ou, o valor do mesmo pode ser exorbitante.

Então, o seguro parcial pode ser a solução para o seu caso!

3 – Dica, no caso do seguro parcial, dê preferência para roubo e incêndio.

Vamos supor que você não seja um motorista muito “aventureiro”, ou que não ande em estradas em alta velocidade, enfim, seja um motorista mais conservador.

Se esse é o seu caso é bem provável que você não se envolva em grandes acidentes, sendo assim, o seguro parcial ser a proteção sobre perda total provocada em acidentes e coisa do gênero pode ser considerado.

Você pode focar o seguro parcial sobre roubo e incêndio. Esses dois tipos de “incidentes” geralmente não podem sem evitados, e assim, o seguro faz mais sentido.

4 – Dica; faça cotação com vários seguros.

Geralmente, ao comprar um veículo novo, zero, os clientes acabam comprando o seguro junto à concessionária. Às vezes, essa compra “casada” não é uma má ideia, porém, o valor em comparação com outras seguradoras, pode ser mais caro. Por isso sempre pesquise antes de fechar negócio!

5 – Dica; procure por boas seguradoras.

Ao contratar um seguro, veja bem a seguradora que estará lhe protegendo! Diferente dos investimentos em CDB, LC, LCI e LCA, as seguradoras não são protegidas pelo FGC.

Na verdade não há garantia alguma sobre o seu seguro, então caso a sua seguradora venha a falir, você provavelmente vai ficar desprotegido!

Dê preferência para seguradoras conhecidas e consolidadas no mercado, seguradoras de grandes bancos, Zurique seguros Allianz, Sul América, Porto seguro entre outras.

6 – Dica; evite utilizar a franquia do seu seguro!

Ao utilizar a franquia do seguro para realizar um concerto ou algum tipo de indenização, na renovação do seu seguro é provável que a seguradora repasse um aumento para o cliente.

Mesmo que você troque de seguradora, é possível que o seu histórico seja repassado para outras instituições, e, portanto, o aumento também seja repassado. Enfim, analise bem antes de pagar a franquia!

7 – Dica; veja se existe desconto no pagamento à vista!

Devido ao alto valor dos seguros, geralmente as pessoas acabam parcelando o valor. Dependendo das condições, o parcelamento pode acabar incorrendo de juros, coisa que não é interessante.

Se o cliente tem condições que quitar o pagamento de uma só vez, então o faça! Dê preferência ao pagamento a vista. Lógico, antes consulte a seguradora sobre um possível desconto!

8 –  Dica; só retire o veículo após o seguro ser efetivado!

Comprar um veículo novo, e só depois correr atrás de um seguro, não é uma boa ideia! Caso haja um sinistro com o seu veículo e você não esteja protegido pelo seguro, é provável que todo o prejuízo recaia sobre você!

9 – Dica; veja os serviços “extras” que o seguro lhe oferece!

Além das proteções que o seguro vai oferecer sobre o seu veículo, as seguradoras, geralmente, oferecem serviços extras para o cliente. Dentre esses serviços extras temos;

  • Disponibilidade de um motorista
  • Guincho
  • Troca de baterias
  • Troca de pneus

Ainda existem vários outros tipos de serviços. Dependendo da seguradora, esses “extras” podem ser cobrados a parte do cliente.

10 – Dica; pesquise na internet opiniões sobre o seguro e a seguradora.

Mesmo seguradoras reconhecidas no mercado, podem prestar um serviço duvidoso. Por isso realiza pesquisas utilizando as redes sociais e até o “reclame aqui”.

Assim você poderá construir uma opinião melhor sobre a seguradora e seus produtos.

11 – Dica; análise como funciona o atendimento da seguradora.

Sua seguradora possui um 0800? O contato com a instituição é fácil? É 24 horas? Muitas vezes as pessoas acabam se preocupando com esse tipo de assunto, somente quando o sinistro ocorrer.

Não faça isso, tente entrar em contato, mesmo que seja para perguntar algo “desnecessário”. O importante é conhecer o sistema da seguradora, e identificar se o contato é fácil e tranquilo.

Como selecionar o seguro mais barato para o seu carro?

O carro no Brasil até pode ser caro, mas o seguro, também não fica por menos. Existem duas formas de contratar seguro para o seu carro, ou você faz a aquisição do seguro completo (geralmente o mais negociado) ou faz a contratação do seguro parcial (modalidade personalizada).

Mas qual dessas duas formas é a melhor? Vamos analisar isso ao decorrer do artigo!

Seguro Parcial mais barato

Financeiramente falando, o seguro parcial é o mais barato! Podemos falar isso, uma vez que no seguro parcial, o cliente pode escolher contar somente com o seguro contra roubo, ou incêndio, com terceiros e outros.

Desse modo, ao invés de pagar um alto valor no seguro, o cliente provavelmente vai arcar com uma despesa bem inferior (quando comparamos os valores do seguro completo).

Mas o cliente também não está obrigado a trabalhar só com uma proteção do seguro. É possível montar o seguro conforme a sua necessidade.

Por exemplo, você se sente seguro o suficiente para não contar com seguro contra danos a terceiros, ou a perda total proveniente de acidente?

Então você pode optar por seguro contra roubo e incêndio. Desse modo você consegue reduzir as despesas com o seguro, além de concentrar a proteção em duas áreas que são críticas.

Não é nenhuma novidade que o roubo de veículos no Brasil, e porque não, no mundo é algo “comum”.

Por isso colocar seguro sobre furto seria algo bem interessante. Lembrando também, que muitas vezes o furto em si, independe do nosso veículo, ou de nossas atitudes, enfim, geralmente, não temos o controle sobre a situação.

Tanto faz se for um veículo mais novo, ou mais antigo, quando o furto ocorre o prejuízo é todo nosso. Caso você esteja protegido por um seguro para tal situação, o negócio muda de figura.

Sem dúvidas o seguro parcial pode ser uma ótima alternativa. Principalmente para aquelas pessoas que gostariam de contar com um carro mais caro, porém, não contam com recursos suficientes para adquirir um seguro completo.

Seguro completo mais barato!

Em minha opinião, o seguro completo é o melhor! Mas como o assunto é sobre os custos, com certeza o seguro completo é o que exige mais investimento por parte do cliente.

Na verdade, o que pode prejudicar ainda mais os custos com relação aos seguros são três coisas;

  • O sexo da pessoa
  • Idade
  • E histórico de acidentes (se o mesmo tiver).

É comum mulheres contarem com seguros mais em conta. Já os homens acabam desembolsando quantias um pouco maiores para conseguir usufruir de seguros similares.

Isso acontece devido ao histórico de acidentes dos dois sexos. As mulheres costumam se envolver em menos acidentes, enquanto os homens acabam participando de acidentes mais vezes.

Esse tipo de estudo acaba prejudicando o valor dos seguros no final, principalmente para os homens nesse caso.

Quando o assunto é idade, então as coisas ficam mais difíceis para aqueles que são mais novos. Homens que estão comprando o primeiro veículo e estão com 18 anos vão, eventualmente, arcar com seguros mais caros.

Com o passar dos anos o valor do seguro vai sendo reduzido, gradativamente. Lógico, nesse cálculo também é preciso levar em consideração o modelo do veículo.

Por exemplo, o valor do seguro completo de um FIAT MOBI provavelmente é muito mais barato do que o valor do seguro completo de uma Ranger Rover.

Para conseguir reduzir os gastos com o seguro, quando se é mais jovem, acredito que a pessoa deve adquirir um veículo mais em conta.

Talvez, comprando um carro mais antigo, e pagando um valor menor (bem menor) o seguro possa não ser necessário.

Por último temos o histórico de acidentes que você pode ter. Ao se envolver em um acidente sem acionar o seguro, nada vai lhe acontecer.

É provável que as renovações do seguro ocorram de forma tranquila, sem a seguradora exigir aumentos ou coisas do gênero.

Porém a partir do momento em que você acionar a seguradora, o negócio pode ficar complicado.

Pagando a franquia do seu seguro e solicitando para a seguradora a proteção sobre danos ao seu carro, terceiros, e afins, o valor do seu seguro no próximo ano pode sofrer um aumento.

Dependendo da situação, e do seu histórico, é possível que a seguradora não concorde em renovar o seguro.

Vale lembrar que ao contratar o seguro completo, é bem provável que a seguradora possa lhe ajudar em qualquer tipo de problema.

O cliente precisará  ler quais as questões estão asseguradas pelo seguro, porém é bem provável que tudo esteja incluso.

O custo maior aqui tem um motivo. Ao contratar um seguro parcial, onde é preciso contratar cada item, o cliente pode acabar não se atendo com alguma opção que possa ser interessante.

E se houver um sinistro que envolva tal detalhe (que não foi adicionado ao seu seguro) é possível que  seguradora não faça nada.

Talvez em uma situação assim, a frase “o barato saiu caro” possa se encaixar com perfeição.

O que fazer então?

Para conseguir encontrar o seguro mais barato, você precisa analisar o seu veículo primeiramente.

Vamos supor que você esteja adquirido um veículo antigo, com mais de 15 anos. Um veículo assim vai contra com um seguro muito alto.

Por isso, será necessário avaliar se você vai realmente fazer um seguro, ou se de repente não é melhor contratar um seguro parcial.

Ao comprar um carro novo, ou “zero” o seguro é quase que uma obrigação! Devido ao alto valor dos veículos no Brasil, ninguém quer correr o risco de perder o carro em um furto, ou quem sabe em um acidente com perda total.

Por isso o seguro completo nessa situação é o mais indicado. Outra coisa! Comprar um veículo sem consultar o seu preço de seguro é algo perigoso também.

Existem carros que até são mais baratos, porém possuem os seu seguro muito caro. Existem duas alternativas, o cliente pode consultar o preço do seguro diretamente com a concessionária do carro, ou de repente por ir até uma agência de seguros, ou quem sabe um banco.

Desse modo você já conseguirá analisar o preço de diferentes seguros. Sem levar tudo isso em consideração, o seguro mais barato, com certeza, é o parcial!

Diferença entre empréstimo pessoal, cartão de crédito e cheque especial.

Você consegue me dizer quais são as linhas de crédito mais caras no Brasil? Existem tantas que você provavelmente nem saberia me dizer, correto?

Ou de repente até já conhece alguma delas, mas não consegue determinar se existe algo mais caro. Fique tranquilo, que nesse artigo vamos falar sobre essas linhas de crédito.

O cheque especial e o parcelamento do cartão de crédito ocupam os primeiros lugares entre as linhas de crédito mais caras.

É bom frisar que ambas as linhas já foram piores. Houve algumas mudanças nas regras, principalmente no que tange o parcelamento do cartão, além da redução da taxa de juro.

Pois bem, mas quais são as principais diferenças entre o empréstimo pessoal, cheque especial e o cartão de crédito?

Facilidade de acesso

As três formas de “empréstimo” são similares quando o assunto é acessibilidade. Porém o cheque especial é a mais fácil.

Para conseguir acessar o limite do cheque especial, o cliente precisa ter uma conta corrente, basicamente.

Bom, na hora de abrir a conta corrente, o gerente do seu banco provavelmente vai solicitar um comprovante de renda.

Através desse comprovante de renda será possível determinar um valor de limite. Acredito que o banco deve realizar algum tipo de cálculo para mensurar qual será o valor de cheque especial.

Existem bancos que até perguntam para o cliente se o mesmo quer contar com o cheque especial liberado na conta.

Enfim, após o processo de abertura da conta, o cliente já pode contar com um limite no cheque especial.

Mas como funciona esse limite? Ao utilizar mais dinheiro do que possui na conta corrente, o banco vai começar a usar o seu limite no cheque.

Lógico que esse limite, como o próprio nome já diz, possui um limite. Sendo assim, o valor pode ser totalmente utilizado e a partir daí, não haverá mais liberação de recursos.

Por exemplo, se você possui uma conta para ser paga e não possui mais dinheiro, é possível pagar a fatura utilizando parte do limite do cheque. Desse modo você paga a conta, mas contrai uma dívida junta a instituição financeira.

Para quitar essa obrigação junto ao banco você tem a opção de depositar o valor correspondente em  sua conta e depois aguardar que os encargos sejam cobrados, ou parcelar o valor utilizado no cheque especial.

Com certeza a forma mais eficiente de conseguir se livrar dos valores do cheque especial é pagando de uma só vez a quantia utilizada.

Lembre-se, ao parcelar o valor a pagar do cheque especial, o juro cobrado será similar ao juro do próprio cheque especial, portanto é mais interessante captar recursos através de outra linha de crédito, como o próprio empréstimo pessoal, do que parcelar o valor.

Agora, para conseguir acessar o parcelamento do cartão de crédito, ou qualquer linha de crédito que seja proveniente do cartão, o cliente só precisa deixar de pagar o valor total da fatura.

Ao pagar o valor mínimo você já estará se endividando no cartão. Essa dívida é interessante, ou melhor, é a melhor oportunidade de crédito? Não!

Sem dúvidas o cartão de crédito é tão ruim (juro alto) do que o cheque especial. Caso você esteja passando por problemas financeiros, e não existe outra forma de conseguir pagar o seu cartão, então será preciso recorrer ao pagamento mínimo da fatura ou ao parcelamento das mesmas.

Após fazer isso, fique esperto com o juro cobrado. Não tente pagar o valor total através das parcelas. Assim que possível procure por uma linha de crédito mais em conta.

O empréstimo pessoal pode ser uma boa. O bom mesmo seria conseguir o empréstimo consignado! Através do consignando você terá em mãos o empréstimo mais em contra do mercado!

Por último temos o empréstimo pessoal. Dentre as três opções de empréstimo, o empréstimo pessoal é a mais interessante.

Para conseguir acesso à linha de crédito o cliente terá que contar com crédito pré-aprovado, coisa que não é difícil de conseguir.

Se você já conta com o cheque especial, é bem provável que o empréstimo pessoal já esteja liberado também.

Para conseguir os recursos através dessa modalidade crédito, basta você acessar a área de empréstimo e financiamentos do seu banco online e analisar as opções e os valores.

É possível até realizar simulações com o intuito de avaliar qual é a melhor opção, melhor prazo e valores,

Enfim, através da internet, no confronto de sua residência, você pode analisar e encontrar o melhor empréstimo.

Se todos são acessíveis qual é a melhor taxa?

Passando a análise para as taxas praticadas encontramos uma semelhança entre o parcelamento do cartão de crédito e o cheque especial.

Ambas as taxas de juro são semelhantes. É possível que o crédito do cartão ainda seja superior. Então, observando isso, acredito que é melhor captar recursos através do cheque especial para cobrir uma possível dívida no cartão do que o contrário.

Mas ao detectar que haverá problemas com o cartão ou o cheque especial, você já pode tentar agilizar um empréstimo pessoal.

O empréstimo pessoal pode cobrar uma taxa equivalente a 70% ou 80% de juros ao ano, enquanto o cheque especial ou o crédito do cartão podem cobrar taxas superiores aos 200% ao ano!

Sendo assim, dê prioridade ao empréstimo pessoal! Evite ao máximo contrair crédito do cheque especial ou do cartão de crédito!

Conclusão

Levando tudo em consideração, não restam dúvidas que a melhor forma de captar recursos é através do empréstimo pessoal.

No empréstimo pessoal o cliente tem a possibilidade de pagar um juro mais “normal”. Sendo que a taxa pode ser ainda menor. Tudo vai depender da forma de crédito além da relação entre o cliente e o banco.

O cheque especial e o parcelamento do cartão de crédito são formas de crédito que devem ser levadas em consideração. Por mais que o juro seja alto, em momentos de extrema dificuldade você terá que acionar as linhas.

Após conseguir resolver os seus problemas (momentâneos) será preciso “trocar” a dívida por outra que seja mais “barata” com juros menores.

Diferença entre empréstimo consignado e empréstimo pessoal

Um empréstimo de fácil acesso e o outro que é considerado a linha de crédito mais barata. Quais são as reais diferenças entre o empréstimo pessoal e o consignado?

Vamos ver as vantagens e desvantagens de ambas às linhas de crédito nesse artigo! Vamos iniciar nossa avaliação observando a facilidade em aquisição dos empréstimos.

Captação de crédito, qual é o mais fácil?

Vamos analisar primeiro cada uma das opções de crédito. Primeiro vamos avaliar o empréstimo pessoal.

Na modalidade clássica de empréstimo pessoal, nessa onde boa parte dos bancos oferece aos seus clientes o crédito pré-aprovado, ou que os bancos menores oferecem o empréstimo sem análise de crédito, o acesso é fácil!

É bem fácil na verdade! Os bancos maiores, como o Itaú, Bradesco, Banco do Brasil entre outros semelhantes, podem até conter certas restrições em conceder linha de crédito a clientes que estejam negativados ou com problemas para quitar suas obrigações. Mas para aqueles que estão com tudo em ordem na praça, o crédito é de fácil acesso!

Através da sua conta online já será possível captar recursos! Depois de alguns cliques é bem possível que o dinheiro já esteja liberado em sua conta corrente.

Com relação ao consignado, a captação dos recursos pode ser um pouco mais burocrática. Não existe uma opção para realizar tudo online. Você deverá se deslocar até uma agência bancária, e aí sim, realizar a solicitação.

Será necessário contar com algum convênio entre a empresa onde você trabalha, e recebe a remuneração mensal, e o banco do qual você quer captar os recursos.

Esse convênio deve existir uma vez que no empréstimo consignado, os pagamentos mensais são descontados diretamente de sua folha!

Portanto você não precisa imprimir um boleto, ou se se preocupar em  pagar alguma parcela mensalmente. As parcelas serão descontadas do seu salário até o encerramento da dívida.

Caso a sua empresa não conte com um convênio junto a instituição financeira, então será mais interessante analisar em qual banco a sua empresa possui conta.

Dessa forma, você pode tentar captar recursos através dessa instituição e assim agilizar todo o processo.

Além dessa questão do convênio, você vai precisar passar por uma análise de crédito e afins. Enfim, depois de levantar todas essas informações sobre as duas linhas de crédito, chegamos à conclusão que o empréstimo pessoal é muito mais fácil.

Através do consignado você provavelmente não vai conseguir extrair os recursos no mesmo dia. Será preciso, ao menos, um a três dias para conseguir finalizar com sucesso a solicitação e captação dos recursos, enquanto no empréstimo pessoal todo o processo pode levar só alguns cliques!

Diferenças nos juros entre empréstimo consignado e empréstimo pessoal

Agora vamos falar de algo realmente interessante, os juros! Bom, no caso do empréstimo pessoal o juro pode variar bastante!

Estamos falando da possibilidade de contar com empréstimo que cobram algo em torno dos 2% ao mês, até empréstimos que chegam aos 6% ao mês!

Mas como isso funciona? É simples! Existem bancos de menor porte que oferecem empréstimos pessoais com juro pequeno.

Às vezes, para conseguir contra com a linha de crédito de determinada instituição, o cliente deve realizar algum aporte, investimento, no banco.

A partir desse investimento o banco determina que o cliente pode ter acesso a um valor. Sendo que esse valor pode ser captado a juros que variam entre os 2% ao mês.

Um exemplo de banco assim é o banco Sofisa. Além do Sofisa, ainda existe outras instituições financeiras, (de pequeno porte, ou médio) que oferecem o empréstimo pessoal também com condições semelhantes.

Com relação aos bancos maiores, como ocorre com o Itaú, Bradesco entre outros similares, oferece empréstimo pessoal com juros altos.

Dependendo da sua relação com o banco, é possível conseguir um desconto no juro do empréstimo pessoal.

Esse desconto é algo um pouco mais difícil de conseguir, até porque, quem define se sua relação como banco é interessante é a própria instituição financeira. Porém, o desconto  não é algo difícil de acontecer.

Sendo assim, a redução no juro pode levar a taxa para algo próximo dos 4% ao mês! Mas é o juro do consignado? Se conseguir acesso a essa linha de crédito aparecer ser uma tarefa difícil, esse juro deve compensar correto?

Sim! O juro do consignado é um dos mais baixos do mercado (se não for o mais baixo). Dependendo do banco, o cliente pode conseguir um juro na casa dos 2% ao mês e até menos!

O consignado pode chegar a um juro abaixo dos 1,5% ao mês. Sem dúvidas, um juro de 1,5% ao mês, é algo muito interessante!

Conclusão a respeito do juro; o consignado possui a melhor taxa! Não há dúvidas quanto a isso. O esforço para conseguir o consignado vale a pena!

Por mais que o empréstimo pessoal, realmente seja uma linha de crédito de fácil acesso, sendo muito simples conseguir os recursos necessários, o consignado oferece a oportunidade para você captar recursos sem pagar tanto juro.

Essa redução no juro é algo que pode lhe beneficiar muito! Então, o consignado vale a pena quando o assunto e juro!

Em quantas vezes?

Tanto o consignando quanto o empréstimo pessoal pode ser parcelado em várias vezes. Dependendo do valor, do banco e até das condições do cliente, os empréstimos podem ser pagos em até 48 ou 60 vezes.

Estamos falando em pagar o empréstimo em um período de 4 a 5 anos! Lógico que ao optar por um empréstimo pessoal com juro de 6% ao mês, quanto mais tempo você passar pagando esse empréstimo, maior será o tamanho da dívida paga no final.

Resumindo, é possível que o valor pago ao final do empréstimo seja equivalente a 2, 3 ou até mais vezes o valor do empréstimo em si!

Já no consignado o impacto não será tão grande devido ao juro menor. Por isso, na hora de optar por um empréstimo, tente colocar como prioridade a taxa de juro.

Foque em uma linha de crédito que ofereça um juro mais baixo, e aí corra atrás do banco para conseguir os recursos.

Perigos do crédito fácil em empréstimos

Quando precisamos de dinheiro rápido, nada melhor do que encontrar crédito de fácil acesso, não é mesmo? Mas o que está atrelado a esse tipo de empréstimo? Será que existe empréstimo de fácil acesso que ofereça boas condições de pagamento?

Sim e não! Até existem boas oportunidades de empréstimo no mercado, mas duvide! Na grande maioria, os empréstimos de maior facilidade possuem seus perigos!

Juro, o primeiro perigo!

Existem  três linhas de crédito que costumam oferecer juros altos e são de fácil acesso. Estamos falando do cheque especial, parcelamento do cartão de crédito e do empréstimo pessoal.

Para conseguir acesso ao cheque especial, a única coisa que você precisa fazer é utilizar todo o saldo disponível na conta.

Ao utilizar todo o saldo disponível, você vai acabar caindo no cheque especial. Atualmente o saldo utilizado no cheque especial pode ser pago por meio de parcelas.

Querendo ou não, o cheque especial vem sofrendo alterações, sendo que tais modificações surgiram para deixar tal linha de crédito mais “acessível”.

No caso do cheque especial,  o acessível no qual me refiro é com relação aos juros. Por mais fácil que seja o crédito através do cheque especial, os juros cobrados por meio desse empréstimo pode superar os 200% ao ano!

Então no final das contas, o cheque especial não é assim tão prático e acessível. Os juros e encargos que existem sobre esse empréstimo são altos demais.

Com relação ao parcelamento do cartão de crédito, temos outra opção interessante, porém de juros altíssimos!

Novamente estamos tratando de um empréstimo que pode chegar a juros acima dos 200% ao ano! Mas qual é o nível de acessibilidade do parcelamento do cartão?

Altíssimo, na verdade você só precisa contar com um cartão de crédito, e pronto! Já estará apto a solicitar o parcelamento do cartão.

Na verdade não há necessidade nem de solicitar. Se você quiser pagar um valor inferior em sua fartura, ou até mesmo, já optar por parcelar o valor da fatura de um determinado mês, então é só o fazer.

Pronto! Ao pagar um valor menor, ou parcelas a fatura, você já estará no parcelamento do cartão de crédito. O juro é extremamente alto e não vale a pena recorrer a esse tipo de crédito.

Caso você esteja em apuros, e não há outra forma de conseguir recursos, então não há  o que fazer! Parcele ou pague um valor inferior em sua fatura.

Depois, assim que possível tente captar com a instituição financeira alguma linha de crédito que possa ser utilizada para quitar o valor em aberto do seu cartão.

Por exemplo, uma boa linha de crédito que poderia gerar recursos suficientes para quitar a sua dívida no cartão é o empréstimo consignado! Só para exemplificar, o empréstimo consignado pode cobrar juros na casa dos 2% ao mês!

Tal juro é bem inferior aos juros vistos no cheque especial e no parcelamento do cartão! Então não fique pagando um empréstimo e juro alto! Você até pode recorrer a determinado empréstimo de forma provisória. Mas assim que possível, tente captar recursos com um empréstimo mais em conta.

Por último, mas não menos importante, temos o empréstimo pessoal! No empréstimo pessoal, a taxa de juro cobrada pode variar bastante!

Essa variação dependendo do produto em si, da instituição financeira, além da relação do cliente com o banco.

Existem empréstimos pessoais que oferecem a possibilidade de colocar algum ativo como garantia. Também é possível encontrar instituições financeiras que não analisam o crédito do investidor, ou seja, que oferecem empréstimos para negativados.

Observando que são diferentes tipos, vamos nos ficar aos empréstimos pessoais que podem eventualmente cobrar uma taxa mais alta do cliente.

As instituições que não fazem análise de crédito do cliente, e, portanto, liberaram valores para aqueles que possam estar negativados, costumam oferecer taxas mais altas.

Então se esse não for o se caso (não está negativado na praça) não capte recursos de tais instituições, ou evite.

Lógico, a menos que a taxa cobrada esteja atraente. Se o juro cobrado estiver dentro dos padrões do mercado, ou melhor, a uma taxa bem interessante próxima das mínimas então não vejo problemas, mas qualquer coisa acima dos 3% ao mês, já é mais caro.

Tome cuidado com empréstimos que exigem garantias

Geralmente quando recorremos ao empréstimo é por que não estamos bem financeiramente, corretos?

Essa condição pode ser passageira, ou pode ser algo mais crônico. Portanto, ao optar por empréstimos que envolva garantia, é bom ficar atento às cláusulas do contrato!

Ninguém buscar crédito com o pensamento que não vai pagar, ou que possa atrasar as parcelas, porém esse tipo de coisa acontece, não preocupe, se isso já ocorreu com você, isso é natural.

Mas ao contratar um empréstimo com garantias, dependendo do atraso, você pode vir a ser executado, ou seja, o seu bem (deixado em garantia) pode ser alvo de uma disputa entre você e a instituição credora.

Na verdade, não haveria disputa, ou pelo menos seria algo difícil de ganhar, uma vez que o bem já estava dado como garantia.

Enfim, você já compreender qual seria o risco aqui, correto? Já pensou oferecer sua residência como garantia?

Se eventualmente você ficar sem conseguir pagar as parcelas do seu empréstimo, a instituição financeira poderia vir a vender o seu imóvel! Assim a mesma poderia pegar parte dos valores da venda para saldar a dívida!

Isso é algo que pode vir a ocorrer em caso de inadimplência. Porá mais que o empréstimo esteja em condições interessantes, você deve tomar precauções!

Financiamento do carro!

Para conseguir financiar um carro, você necessariamente não precisa contar com um seguro. É só comprar  o veículo por meio de um financiamento, e pronto! Já está com o carro novinho em folha!

Mas e se roubarem o seu carro? Ou de repente alguém vir a bater nele, deixando o mesmo totalmente destruído? Pois é, em uma situação assim você pode vir a ficar com uma mão na frente e outra atrás.

Na verdade, você pode vir a ficar somente com as parcelas do seu financiamento! Por isso tente comprar o veículo avista, ou financie o mesmo, porém  com o mínimo de parcelas possíveis. E lógico, faça um seguro!

Empréstimo Pessoal o que é e como funciona? Como pedir?

Muitas perguntas não é mesmo caro leitor? Pois então, se essas são as suas dúvidas também, então você veio ao lugar certo, ou melhor, ao artigo certo!

Então vamos a primeira pergunta, o que é o empréstimo pessoal?

O que é?

De forma prática e simples, o empréstimo pessoal é uma linha de crédito que oferece ao consumidor a chance de conseguir recursos para fazer o que bem entender.

Sendo que nem sempre é exigida alguma coisa de garantia. Ou seja, vocês não precisam deixar um pedaço de ouro, ou quem sabe vincular o seu automóvel no empréstimo, muito menos a sua residência.

Outra característica bem marcante do empréstimo pessoal é sua facilidade e pouca burocracia. Sim, se você já é cliente de um banco, sendo que a sua conta é a conta corrente, é bem provável que já haja um crédito liberado em caso de necessidade.

Se por um lado temos vários dados interessantes a respeito do empréstimo pessoal, por outro temos algumas informações que não são tão legais.

O empréstimo pessoal é uma das linhas de crédito mais caras do mercado. O juro cobrado em cima do empréstimo pessoal pode chegar à casa dos 6% ao mês!

No ano, a taxa de juro e encargos pode se aproximar dos 100%! Então é possível que ocorra o seguinte; Ao solicitar R$ 1.000,00 no empréstimo pessoal junto a um banco, o valor pago dentro de um ano, pode chegar aos R$ 2.000,00! O dobro do valor captado!

É bom destacar que os juros cobrados em tais linhas de crédito não são as mesmas para todos os bancos.

Cada banco trabalha de uma forma diferente com o seu empréstimo pessoal. Por exemplo, existem instituições financeiras que oferecem empréstimos mediante a alguma garantia.

Oferecendo uma garantia, o cliente pode conseguir um empréstimo pessoal com taxas de juro mais em conta! Estamos falando de juro perto dos 2% ao mês, por exemplo.

Outro tipo de empréstimo pessoal que pode lhe conceder taxas mais interessantes são os consignados.

O consignado consiste em fazer uma parceria entre a empresa onde você trabalha e a instituição financeira que está lhe concedendo o crédito.

Ao firmar esse convênio, a instituição financeira vai realizar um débito diretamente de seu salário. Esse débito será equivalente ao valor da parcela do empréstimo.

Dentre todas as linhas de crédito existentes, acredito que o consignado é uma das melhores, uma vez que os juros cobrados são os mais baixos, podendo várias entre o 1% ao mês até 2% ao mês!

Sem falar que os débitos automáticos em seu salário já vão lhe ajudar! Assim, você não fica sem pagar as parcelas do empréstimo!

E basicamente é isso! O empréstimo pessoal é dividido em diferentes tipos de linhas de crédito. Sendo que o empréstimo mais negociado é aquele oferecido pelos grandes bancos, de forma bem simples e prática.

O empréstimo pessoal clássico não exige garantias, sendo que os recursos podem ser liberados de forma rápida e prática! Com alguns cliques em seu computador, já é possível captar recursos!

Como funciona?

O funcionamento do empréstimo pessoal também é algo muito simples. Esse tipo de crédito pode ser adquirido para qualquer ocasião.

Diferente de financiamentos, onde você geralmente consegue captar recursos para comprar algo, no empréstimo pessoal o dinheiro é liberado diretamente para você!

Então o dinheiro captado por meio do empréstimo pessoal pode ser utilizado para pagar outras contas, comprar alguma coisa da qual você precisa, e várias outras coisas.

Na verdade você pode utilizar os recursos do empréstimo pessoal para o que bem entender. Na hora de solicitar o empréstimo, você pode fazer isso através da internet (mais prático e rápido) ou por meio de uma agência bancária.

Para conseguir acesso através da conta online do seu banco, será preciso contar com algum valor pré-aprovado.

Para verificar se você possui alguma quantia aprovada, basta você acessar a área de empréstimos e financiamentos de sua conta online e pronto!

Provavelmente haverá alguma opção de empréstimo pessoal. Clicando nessa opção, provavelmente será possível realizar algum tipo de simulação ou algo do gênero.

Desse modo, além de conferir se o empréstimo pessoal está pré-aprovado, você ainda pode simular valores e as condições de pagamento.

Agora se você ainda não aderiu a vida digital, então será preciso realizar a solicitação do empréstimo em uma agência bancária.

O pedido pode ser débito por meio do gerente de conta. O processo é bem tranquilo também. Será preciso levar alguns documentos, dentre eles, o comprovante de renda provavelmente será necessário.

Depois de contar que o crédito será liberado para você, é preciso analisar as condições de pagamento.

Bom, se você quer reduzir ao máximo o valor das parcelas, aumentando as vezes que o empréstimo será quitado, então é natural que o juro seja mais alto.

Pode ser tanto na questão do juro ao mês, quanto pelo acumulado. Querendo  ou não, quanto mais tempo você permanecer pagando o seu empréstimo, mais juros você estará pagando para a instituição financeira.

Enfim, o correto é tentar quitar esse empréstimo o mais rápido possível. Dessa forma o juro até pode continuar sendo alto, porém os impactos que o mesmo trará em seu orçamento serão menores.

Como pedir?

E por último, mas não menos importante, como pedir o seu empréstimo pessoal? Como já mencionamos você tem como solicitar o seu empréstimo pessoal através da agência do seu banco ou pela sua conta online.

De qualquer forma o seu empréstimo vai passar uma análise, e poderá ser liberado ou não. A grande diferença fica por conta da comodidade.

Ao invés de ir até agência bancária, esperar pelo atendimento e depois ainda aguardar a liberação da linha de crédito, quando se tem a conta online, todo esse processo é muito mais rápido.

Primeiro, o cliente provavelmente já terá algum crédito pré-aprovado, portanto a análise em si, será muito mais rápida.

Sem falar que tudo isso pode ser feito na comodidade da sua casa, ou de onde você estiver. Enfim, o empréstimo pessoal é uma das linhas de crédito de mais fácil acesso!