Diferença entre empréstimo pessoal, cartão de crédito e cheque especial.

Você consegue me dizer quais são as linhas de crédito mais caras no Brasil? Existem tantas que você provavelmente nem saberia me dizer, correto?

Ou de repente até já conhece alguma delas, mas não consegue determinar se existe algo mais caro. Fique tranquilo, que nesse artigo vamos falar sobre essas linhas de crédito.

O cheque especial e o parcelamento do cartão de crédito ocupam os primeiros lugares entre as linhas de crédito mais caras.

É bom frisar que ambas as linhas já foram piores. Houve algumas mudanças nas regras, principalmente no que tange o parcelamento do cartão, além da redução da taxa de juro.

Pois bem, mas quais são as principais diferenças entre o empréstimo pessoal, cheque especial e o cartão de crédito?

Facilidade de acesso

As três formas de “empréstimo” são similares quando o assunto é acessibilidade. Porém o cheque especial é a mais fácil.

Para conseguir acessar o limite do cheque especial, o cliente precisa ter uma conta corrente, basicamente.

Bom, na hora de abrir a conta corrente, o gerente do seu banco provavelmente vai solicitar um comprovante de renda.

Através desse comprovante de renda será possível determinar um valor de limite. Acredito que o banco deve realizar algum tipo de cálculo para mensurar qual será o valor de cheque especial.

Existem bancos que até perguntam para o cliente se o mesmo quer contar com o cheque especial liberado na conta.

Enfim, após o processo de abertura da conta, o cliente já pode contar com um limite no cheque especial.

Mas como funciona esse limite? Ao utilizar mais dinheiro do que possui na conta corrente, o banco vai começar a usar o seu limite no cheque.

Lógico que esse limite, como o próprio nome já diz, possui um limite. Sendo assim, o valor pode ser totalmente utilizado e a partir daí, não haverá mais liberação de recursos.

Por exemplo, se você possui uma conta para ser paga e não possui mais dinheiro, é possível pagar a fatura utilizando parte do limite do cheque. Desse modo você paga a conta, mas contrai uma dívida junta a instituição financeira.

Para quitar essa obrigação junto ao banco você tem a opção de depositar o valor correspondente em  sua conta e depois aguardar que os encargos sejam cobrados, ou parcelar o valor utilizado no cheque especial.

Com certeza a forma mais eficiente de conseguir se livrar dos valores do cheque especial é pagando de uma só vez a quantia utilizada.

Lembre-se, ao parcelar o valor a pagar do cheque especial, o juro cobrado será similar ao juro do próprio cheque especial, portanto é mais interessante captar recursos através de outra linha de crédito, como o próprio empréstimo pessoal, do que parcelar o valor.

Agora, para conseguir acessar o parcelamento do cartão de crédito, ou qualquer linha de crédito que seja proveniente do cartão, o cliente só precisa deixar de pagar o valor total da fatura.

Ao pagar o valor mínimo você já estará se endividando no cartão. Essa dívida é interessante, ou melhor, é a melhor oportunidade de crédito? Não!

Sem dúvidas o cartão de crédito é tão ruim (juro alto) do que o cheque especial. Caso você esteja passando por problemas financeiros, e não existe outra forma de conseguir pagar o seu cartão, então será preciso recorrer ao pagamento mínimo da fatura ou ao parcelamento das mesmas.

Após fazer isso, fique esperto com o juro cobrado. Não tente pagar o valor total através das parcelas. Assim que possível procure por uma linha de crédito mais em conta.

O empréstimo pessoal pode ser uma boa. O bom mesmo seria conseguir o empréstimo consignado! Através do consignando você terá em mãos o empréstimo mais em contra do mercado!

Por último temos o empréstimo pessoal. Dentre as três opções de empréstimo, o empréstimo pessoal é a mais interessante.

Para conseguir acesso à linha de crédito o cliente terá que contar com crédito pré-aprovado, coisa que não é difícil de conseguir.

Se você já conta com o cheque especial, é bem provável que o empréstimo pessoal já esteja liberado também.

Para conseguir os recursos através dessa modalidade crédito, basta você acessar a área de empréstimo e financiamentos do seu banco online e analisar as opções e os valores.

É possível até realizar simulações com o intuito de avaliar qual é a melhor opção, melhor prazo e valores,

Enfim, através da internet, no confronto de sua residência, você pode analisar e encontrar o melhor empréstimo.

Se todos são acessíveis qual é a melhor taxa?

Passando a análise para as taxas praticadas encontramos uma semelhança entre o parcelamento do cartão de crédito e o cheque especial.

Ambas as taxas de juro são semelhantes. É possível que o crédito do cartão ainda seja superior. Então, observando isso, acredito que é melhor captar recursos através do cheque especial para cobrir uma possível dívida no cartão do que o contrário.

Mas ao detectar que haverá problemas com o cartão ou o cheque especial, você já pode tentar agilizar um empréstimo pessoal.

O empréstimo pessoal pode cobrar uma taxa equivalente a 70% ou 80% de juros ao ano, enquanto o cheque especial ou o crédito do cartão podem cobrar taxas superiores aos 200% ao ano!

Sendo assim, dê prioridade ao empréstimo pessoal! Evite ao máximo contrair crédito do cheque especial ou do cartão de crédito!

Conclusão

Levando tudo em consideração, não restam dúvidas que a melhor forma de captar recursos é através do empréstimo pessoal.

No empréstimo pessoal o cliente tem a possibilidade de pagar um juro mais “normal”. Sendo que a taxa pode ser ainda menor. Tudo vai depender da forma de crédito além da relação entre o cliente e o banco.

O cheque especial e o parcelamento do cartão de crédito são formas de crédito que devem ser levadas em consideração. Por mais que o juro seja alto, em momentos de extrema dificuldade você terá que acionar as linhas.

Após conseguir resolver os seus problemas (momentâneos) será preciso “trocar” a dívida por outra que seja mais “barata” com juros menores.

Crédito Pessoal saiba mais sobre esse empréstimo!

Uma das linhas de crédito com o acesso mais simples, o empréstimo pessoal poder solicitado por qualquer pessoa.

Dependendo da instituição, o empréstimo pode ser liberado até para pessoas que possuem o nome no Serasa, por exemplo.

Mas antes de dar continuidade ao artigo, o leitor sabe como conseguir acesso a essa forma de empréstimo?

Como conseguir acessar o empréstimo pessoal?

Não é nada muito difícil, inclusive você já pode ter acesso a esse tipo de crédito e nem sabe. Para conseguir verificar se o empréstimo pessoal está liberado para você, o cliente pode acessar a conta do seu banco (tudo isso pode ser feito através da internet).

Já dentro da conta, o cliente pode  fazer uma consulta na área de empréstimos e financiamentos. Se tudo estiver certo com o cadastro do cliente, é possível que já haja uma opção de empréstimo pessoal na área.

Desse modo, se houver necessidade o cliente já pode solicitar o empréstimo! É possível que o valor já seja disponibilizado em questão de segundos.

Mas como conseguir o crédito pré-aprovado?

Para conseguir acesso a qualquer tipo de empréstimo, ou linha de crédito, o cliente precisa passar por alguma espécie de análise.

Bom, na grande parte das vezes, ao abrir uma conta corrente o gerente do banco acaba solicitando um holerite, ou algum documento que comprove a renda do cliente.

Com esses dados em mãos, logo após a abertura da conta, e posteriormente, com acesso a mesma, o cliente já pode verificar se existe uma linha de crédito.

É bem provável que além do empréstimo pessoal, o cliente tenha (liberado na conta) limite no cheque especial além de um cartão de crédito pré-aprovado!

Caso o cliente não tenha um holerite, então tente realizar a comprovação de renda por meio da declaração de imposto de renda!

Querendo ou não, existem várias pessoas que acabam trabalhando como autônomos. A única forma de conseguir comprovar renda é por meio da declaração de imposto de renda.

Se mesmo assim, a pessoa não conseguir, então tente utilizar o fluxo que possui em outra conta sua.

Por exemplo, se você só possui uma conta poupança, mas na mesma, recebe periodicamente valores, então tente usar esse extrato para conseguir comprovar a renda.

Lógico, antes de tudo isso, veja junto ao gerente de conta, se existe a necessidade. É bem provável que algum documento desses sirva. O holerite é certeza!

Só mais um detalhe, é possível que o banco solicite não só um holerite, mas os últimos 3, ou algo do gênero. O banco acaba solicitando tal quantidade para complementar a análise de renda.

Depois de conseguir comprovar a renda, o cliente provavelmente terá uma linha de crédito pré-aprovada.

Ou seja, será possível pegar o empréstimo pessoal sem grandes problemas, através de um processo bem pouco burocrático! Mas como funciona isso?

Como solicitar o empréstimo pessoal?

O processo para solicitar o empréstimo é algo bem tranquilo! Primeiro o interessado deve acessar sua conta através da plataforma online do seu banco.

Lá haverá várias áreas, com certeza o seu banco terá alguma área denominada de empréstimos e financiamentos, crédito ou coisa similar.

Ao entrar nessa área, lá haverá várias opções de crédito. O cliente deve procurar por empréstimo pessoal.

Essa nomenclatura de empréstimo pessoal, geralmente é a mais utilizada. Ao identificar a linha de crédito, o cliente pode realizar simulações antes de aderir ao empréstimo.

Por exemplo, o cliente pode analisar o valor que vai adquirir e em quantas parcelas poderá pagar. Dependendo da relação do cliente junto ao banco, a instituição poderá liberar 24 parcelas, 36, ou até mais!

Outra coisa que vai contar bastante é a sua renda. Lembra-se da análise de crédito? Os seus dados foram analisados e agora, provavelmente fazem parte do banco de dados do banco.

Sendo assim, é bem provável que a sua renda interfira na aquisição da linha de crédito. Principalmente no que tange as parcelas.

Tecnicamente, o valor das parcelas não pode ultrapassar uma porcentagem da sua renda. Por exemplo, os seus financiamentos e empréstimos não podem ultrapassar 40% da renda.

Então, ao adquirir uma linha de crédito mais alta, o valor em poucas parcelas pode acabar ultrapassando tal margem, e assim, será preciso parcelas em mais vezes.

Isso a própria simulação já vai trazer. Outro detalhe que o cliente deve ficar atento é com relação ao juro cobrado pela linha de crédito.

O empréstimo pessoal não é uma das linhas de crédito mais em conta do Brasil. Na verdade, o empréstimo pessoal fica no meio.

Boa parte dos bancos oferece aos seus clientes linha de crédito que cobram até 6% de juros ao mês! Ou seja, mais de 72% de juros ao ano!

Só para comparação, as linhas de crédito mais em conta, geralmente são os empréstimos consignados e aqueles que possuem garantias.

Nesse caso, essas linhas de crédito trabalham com taxas de juro na casa do 1% até 3% ao mês. Bem menor do que o empréstimo pessoal!

Depois, os empréstimos mais caros ficam por conta do cheque especial e do parcelamento do cartão de crédito. Ambas as linhas de crédito trabalham com taxas de juro que podem superar os 200% ao ano!

É possível baratear o empréstimo pessoal?

Sim! Mas tudo vai depender do relacionamento que o cliente tem junto a instituição financeira!

Para conseguir um empréstimo pessoal com juros menores, o cliente deve ter um bom histórico como pagador, além de manter algum produto financeiro do banco.

Por exemplo, vamos supor que o cliente tenha valores investidos no CDB do banco, além de ser um bom pagador.

Isso já poderia ser motivo para a instituição oferecer um empréstimo pessoal mais em conta. Outra coisa que pode ajudar a melhorar o relacionamento com a instituição é a movimentação bancárias.

Os bancos gostam de clientes que movimentam dinheiro por meio da conta. Dependendo dos níveis das movimentações, as mesmas podem ajudar o cliente a conseguir empréstimos mais em conta.

Para não haver necessidade de ir até a agência bancária, o cliente ainda tem a possibilidade de barganhar algum desconto pelo “0800” do banco!

O que pode acontecer se o meu nome foi negativado?

Ao ser negativado, a pessoa pode enfrentar sérios problemas. Principalmente quando tratamos de crédito.

Quando estamos com o nome “sujo” dificilmente vamos conseguir novas linhas de crédito. Tanto relacionado a empréstimos e financiamento, quanto no crediário das lojas de varejo ou coisas do gênero.

Sim, existem instituições menores (em comparação aos grandes bancos) que liberam crédito para pessoas negativadas.

Porém o juro nesses casos pode ser muito alto. É aquela situação, oferta e procura. Como a oferta para pessoas negativadas é considerada pequena, e a procura é superior, ás taxas praticadas são mais altas.

Então, podemos chegar à conclusão que o principal problema, para aqueles que estão negativados é a possibilidade de captar os recursos através de empréstimos, financiamentos, na tentativa de resolver as dívidas e assim, conseguir limpar o nome.

Sem crédito barato!

Lógico que existe ainda a possibilidade de conseguir crédito por meio de um empréstimo consignado, porém, até nessa modalidade de empréstimo, é possível que o juro esteja mais alto, uma vez que o cliente possui o nome negativado.

Mas além de não contar mais com as linhas de crédito oferecidas por bancos e demais empresas, a pessoa pode encontrar problemas em outras áreas.

Compras parceladas

Compras parceladas também podem ser mais difíceis de ser executada, inclusive, a emissão de cheque.

Caso a pessoa, ou empresa faça a consulta do seu nome antes de fechar um negócio, é possível que a empresa não aceite o cheque e tão pouco uma nota promissória, uma vez que existem débitos em seu nome.

Isso pode não parecer tão preocupante a primeira vista, mas em certos casos, principalmente quando precisamos realizar algum procedimento de forma rápida, contar com o nome negativado pode gerar grandes problemas.

Mas isso ainda não é tudo…

Sem cartão de crédito e outras facilidades

Com o nome negativado, os próprios bancos vão evitar lhe oferecer produtos financeiros, como o cartão de crédito.

Sem o cartão de crédito a pessoa ficará sem um importante meio para comprar produtos e serviços. Inclusive aquele crédito pré-aprovado pode deixar de existir.

Mesma coisa acontece com o cheque especial. Enfim, estar com o nome negativado é algo muito ruim.

Efeitos psicológicos

Ninguém quer ficar devendo na praça. Ao contrair uma dívida, as pessoas geralmente tentam pagar a mesma.

Mas isso nem sempre ocorre. Várias coisas podem influenciar na inadimplência de uma pessoa, gastos emergenciais, outros empréstimos e financiamentos, inclusive o desemprego.

Somado a isso, ainda temos a falta de conhecimento, até sobre os seus direitos. Tudo isso acaba gerando sérias dificuldades na hora da negociação da dívida.

Todo esse processo pode sim, gerar uma grande carga emocional. Ou seja, a pessoa pode acabar desistindo, uma vez que não consegue encontrar uma solução e assim o nome fica negativado.

Mas desistir não é a solução e nem o fim do “martírio”. Como resultado, é possível que o cidadão tenha desde vergonha até frustração de si mesmo.

Mas então o que podemos fazer para resolver esse tipo de situação?

Formas para resolver o nome negativado

Está na hora de dar a volta por cima! Isso mesmo! Para conseguir voltar ao mercado com o nome limpo, a pessoa terá que abrir mão de muitas coisas.

Bom, vamos supor que a situação do cidadão já está muito ruim, mas ao menos, ele continua empregado.

Em uma situação assim, já contando com o nome negativado, a primeira coisa a ser feita é um levantamento total das receitas.

Sabendo o valor total que a pessoa recebe por mês, chegou a hora de levantar todas as dívidas. Quando eu falo de dívidas, eu estou me referindo a tudo mesmo.

Desde as parcelas do cartão de crédito, até o financiamento da casa, do carro e afins. Tendo esses números em mãos, temos que avaliar uma alternativa para tentar pagar tudo de uma só vez, e assim, concentrar o valor total da dívida em uma única linha de crédito.

Dê preferência a uma linha de crédito com os juros baixos! O problema disso tudo, fica por conta do valor total da dívida.

Uma vez que a renda deve ser compatível com o valor das parcelas, sem falar que o banco provavelmente vai realizar um estudo mais detalhado da renda do cliente junto aos possíveis valores das parcelas.

Caso  valor da dívida seja muito alto, incompatível com uma parcela que se encaixa em sua renda, então é preciso dividir tal divida em duas, ou quem sabe em mais partes.

Tente pagar as dívidas com o juro mais alto, utilizando a linha de crédito com o juro mais baixo. Desse modo, você reduz os encargos que poderia vir a pagar.

Nesse processo vão sobrar as dívidas com os menores encargos. Bom, chegou a hora de se esforçar o máximo possível para tentar zerar as dívidas, então tente encontrar outro trabalho, algo fora do horário, ou nos finais de semana.

Desse modo você vai conseguir aumentar a renda e terá recursos para pagar todas as parcelas. O mais importante aqui é não desistir, encarar a situação e começar a pagar as dívidas.

Venda os seus ativos (bens)

Dependendo da condição da pessoa, a renegociação da dívida, ou até mesmo, aquisição de novas linhas de crédito (mas baratas) para conseguir trocar os encargos não vai resolver o problema.

Ou pode até ajudar, mas vai ser uma caminhada muito longa. Com o intuito de reduzir essa caminhada e até agilizar tal processo, o cidadão pode vender seus bens.

Vamos supor que a pessoa em questão  tenha a casa própria e um carro popular novo, ambos estão financiados, bom, não haverá chances de continuar pagando os financiamentos observando isso, é preciso vender os dois bens.

Ao conseguir vender os dois ativos, a pessoa terá em mãos o dinheiro, ao menos uma parcela do valor que já tinha sido paga, e não terá os financiamentos.

Querendo ou não, isso já traz uma redução significativa da dívida. Se a pessoa conta com mais outros bens que podem ser vendidos, talvez seja a hora exata para começar a vender.

Ao transformar os bens em dinheiro, a pessoa poderá pagar todas as obrigações e assim, se livrar da dívida e contar com o nome limpo!

Como reduzir os custos do cartão de crédito?

O cartão de crédito, tanto pode ser um grande aliado do consumidor quanto um pesadelo! Para reduzir os possíveis danos do cartão de crédito, devemos nos ater a alguns detalhes.

Além, é claro, do controle financeiro, a pessoa deve conhecer as despesas e custos que o cartão e crédito podem gerar.

Estamos falando das taxas, mais especificamente da taxa de anuidade.  A anuidade é uma taxa, cobrada, por praticamente todos os cartões de crédito.

Claro que existem alguns que não cobram tal taxa. Inclusive, existem outros artigos que já mencionamos esses cartões (isentos).

Mas para boa parte dos outros, principalmente aqueles que trazem benefícios com relação a acúmulo de pontos, e serviços diferenciados, a anuidade pode se tornar uma despesa substancial.

Como funciona a anuidade?

Para entender melhor essa despesa, devemos compreender como funciona a mesma. A anuidade, geralmente é cobrada no momento em que você faz a aquisição do cartão.

Então se você realizar o destravamento do seu cartão em dezembro, provavelmente, todo o mês de dezembro, será cobrado à taxa de anuidade.

Porém não existe comunicação do banco para lhe informar, por exemplo. Não pense que lá  em novembro haverá um comunicado do banco informando que no mês seguinte haverá a cobrança da anuidade.

Tão pouco se haverá aumento em tal taxa. Ou seja, a pessoa é pega de “surpresa”. Não é bem uma surpresa, porque o consumidor já tem uma noção que existe a cobrança.

A única coisa que a pessoa não sabe, de fato, e se haverá um aumento na taxa. Enfim, a anuidade, dependendo do valor, pode ser parcelada em até 12 vezes.

Vamos supor que anuidade do seu cartão é de aproximadamente R$ 80,00. Nesse caso, a mesma pode ser cobrada em 8 parcelas ou em algo similar.

Mas então, como se precaver de tal situação?

Primeiro é preciso conhecer o cartão e analisar os valores das anuidades. Geralmente o banco, para tentar seduzir o cliente, prática valores diferenciados na anuidade.

Por exemplo, o primeiro ano é isento de anuidade, mas no segundo ano, aí o cliente passa a pagar R$ 120,00 de anuidade.

Sendo que qualquer dependendo paga mais R$ 60,00. Ou seja, se o cliente ficou todo feliz que conseguiu um cartão internacional, se prepare porque ao final de um ano, é possível que venha o valor da anuidade, e se o mesmo possui dependente, o valor dos dependentes vem junto!

Então uma coisa que lá no início era de “graça” de repente, pode se tornar algo bem caro. Isso porque não utilizamos como exemplo, outros tipos de cartão.

Existem os cartões Black da Mastercard. Esse modelo de cartão de crédito é considerado um dos melhores. Uma vez que o cartão Black traz diversos benefícios aos seus clientes.

Porém existe um custo para usufruir disso tudo. Se no primeiro ano, o cliente e seus dependentes ficam isentos, é possível que a partir do segundo ano, a anuidade do cartão chega à bagatela de R$ 500,00 ou mais!

Isso que estamos só levando em consideração o cartão e não os seus dependentes. Com os dependentes tal despesa, com certeza seria superior aos R$ 500,00.

Então fica a dica! É bom olhar todos os benefícios que o cartão pode lhe trazer, e afins. Porém, preste muita atenção nos custos do cartão! Principalmente, se houver desconto na primeira anuidade, procure informações sobre o valor normal da anuidade, ou qual será o valor a partir da segunda!

Como reduzir a despesa com anuidade?

Pechinchar! Pedir desconto! É isso! Basicamente! O cliente vai precisar entrar em contato com o “0800” da administradora do cartão e solicitar um desconto sobre a anuidade.

Provavelmente, ao ligar para a administradora do cartão, haverá uma área específica para anuidade. Isso mesmo, já existe uma área específica, uma vez que é costume das administradoras de cartão, beneficiar os clientes com descontos na anuidade.

Esses descontos podem chegar a 50% do valor. Então, se o cliente tem um cartão Black das Mastercard, sem dependentes, é possível que o valor d R$ 500,00, caía para R$ 250,00!

Mesmo se o cliente já realizou o pagamento de uma, duas ou até 10 parcelas da anuidade, depois de conseguir o desconto, a companhia faz o desconto, ou devolução dos valores ao cliente. Sem problemas!

Como extrair mais benefícios dos cartões que cobram anuidade?

Através dos programas de fidelidade, os clientes dos cartões podem acumular pontos e assim, trocar por produtos ou serviços.

A ideia é a seguinte. Ao utilizar os pontos para conseguir produtos ou serviços, o cliente pode dar prioridade para o que é prioridade.

Desse modo, ao invés de gastar dinheiro comprando determinado objeto ou contratando um serviço, o cliente pode reduzir tais gastos utilizando os pontos.

Querendo ou não, esse benefício, que podemos extrair dos produtos de fidelidade compensam de certa forma o valor da anuidade.

Isso também levanta outra ideia. O cliente deve levar em consideração os seus gastos e a quantidade de pontos que consegue acumular para analisar se o cartão está lhe gerando ganhos ou mais perdas.

Por exemplo, se o cliente consegue, em média, 12 mil pontos por ano, sendo que esses dois pontos lhe proporcionam, aproximadamente R$ 200,00 em produtos e serviços, a sua anuidade não pode ultrapassar tal valor.

Se ultrapassar, outros benefícios devem compensar esse valor. Lógico, desde que você se utiliza desses benefícios.

Enfim, o usuário deve sempre conseguir extrair o máximo de benefício do cartão. Sendo que o cartão não pode se tornar uma despesa, mas sim, um benefício.

Se mantenha dentro dos limites!

Existe outra taxa que nem todos os cartões cobram, mas vira e mexe aparece por aí, estamos falando da taxa de “análise de crédito”.

Uma vez ou outra, o cliente pode acabar estourando o limite do seu cartão. Se isso ocorrer à administradora do cartão vai realizar uma análise para determinar se vai passar a operação, ou não.

Se a compra for realizada, o cliente pode se preparar que na próxima fatura, é possível que surja alguma taxa de “análise de crédito”.

Para evitar tal taxa, é interessante trabalhar com controles paralelos, e sempre avaliar qual é o seu verdadeiro limite.

Se estiver perto de estourar o limite, trabalhe com outro cartão, utilize o débito, ou pague com dinheiro.

Dívida do Cartão de Crédito como quitar em 3 passos

Não há dúvidas que contrair uma dívida no Brasil é uma coisa perigosa. Para conseguir acesso ao dinheiro, o negócio até que é fácil, porém, arcar com os juros e encargos é uma tarefa difícil.

A partir do momento que você reparar que não vai conseguir quitar alguma obrigação, é preciso elaborar um plano de emergência para reter o máximo de sua renda para pagar os valores em aberto.

Lógico, simultaneamente a redução de despesas, o cliente deve analisar qual é o valor total a pagar, quanto de juros está sendo cobrado e qual é a verdadeira possibilidade de conseguir efetuar uma troca de dívidas.

Esse é o primeiro passo!

Levantar os valores e as condições da dívida

Ao levantar todos os dados referentes à sua dívida, o cliente terá em mãos informações importantes.

Sendo que três dessas informações são essenciais:

  • O valor total da dívida
  • Os juros e encargos que estão sendo cobrados
  • Condições, quantas vezes o valor está sendo parcelada, possível redução de juros e encargos com o pagamento a vista e afins.

Ao conseguir acesso a essas informações, o cliente pode ver com a própria instituição financeira, outra linha de crédito, e propor uma troca.

Vamos supor que a determinada instituição financeira ofereça aos seus clientes o empréstimo pessoal.

Sendo que esse empréstimo pessoal, para o cliente, possui um valor pré-aprovado. Então é preciso verificar se o valor pré-aprovado pode ser utilizado para quitar a dívida do cartão de crédito, e assim, solicitar o empréstimo.

Mas essa parte já está relacionada ao segundo passo

Negociar com o banco

Depois de levantar todas as dívidas, e suas condições, chegou a hora de negociar com a instituição financeira uma forma de quitar tudo.

Nessa hora, atualmente, o cliente terá várias ferramentas para utilizar. Dentre elas é possível analisar uma condição de transferir a dívida para outro banco.

Mas vamos por partes. Tendo em mãos o montante total da dívida, veja junto ao seu gerente de conta, uma forma de reduzir os juros, ou encargos.

Se essa opção estiver fora de cogitação, então chegou a hora de analisar uma forma de pagar a vista o valor total da dívida no cartão de crédito.

Mas como fazer isso? Se já estou endividado, da onde vais sair mais dinheiro para pagar tudo? De um empréstimo pessoal, mas o melhor seria um consignado.

Pois bem, vamos por partes! Ao perguntar como ficará o valor total, se o mesmo for quitado de uma só vez, tente pechinchar o valor total a pagar.

É bem provável que o valor final tenha uma redução no que tange os juros e encargos. Joia, com essa redução e o valor total a pagar, o cliente já possui uma base de quanto vai precisar captar de crédito.

Na mesma agência bancária, com o mesmo gerente, tente realizar a captação de crédito através de outra forma de empréstimo.

Dê preferência ao consignado, posteriormente algum empréstimo onde o cliente possa oferecer algo como garantia, por último o empréstimo pessoal.

Se tudo de certo ainda não feche o negócio. Pegue os dados a respeito dos empréstimos e vá há pelo menos mais duas instituições financeiras atrás de linhas de crédito.

Cooperativas de crédito podem ser interessantes nessa hora, uma vez que as mesmas geralmente trabalham com empréstimos mais em conta.

Enfim, a pessoa deve procurar por produtos financeiros de outras instituições. Conseguindo um empréstimo com condições melhores então faça o empréstimo e pague a sua dívida do cartão de crédito.

Lembrando que essa troca de dívidas vale a pena! O crédito do cartão de crédito é muito alto. Estamos falando em taxas de juros que podem superar os 200% em um ano!

Imagina se a sua dívida é alta, sendo que as parcelas passam de um ou dois anos. Aí fica muito difícil de conseguir se livrar de uma bola de neve dessas.

Adquirindo o empréstimo e aumentando os controles!

Após a procura por um empréstimo que esteja alinhado com a sua renda, o cliente pode fechar o negócio, quitar as dívidas com relação ao cartão de crédito, e iniciar de imediato um controle maior sobre suas finanças.

Caso a pessoa não tenha controle sobre os gastos do cartão, ou seja, tenha sérios problemas com o consumo, então cancele o seu cartão.

Reduza as “facilidades” que possam existir, e assim, “fechar a mão” para as próximas compras, e gastos fúteis.

Desse modo a pessoa já vai conseguir reduzir parte dos gastos, uma vez que o seu orçamento vai aumentar. Ou melhor, as despesas do seu orçamento vão subir.

Com as parcelas do empréstimo, a pessoa terá que aumentar a disciplina financeira com o intuito de evitar problemas até o momento que pagar todo o empréstimo.

Ao quitar o empréstimo chegou a hora de iniciar uma poupança, ou começar investir parte do dinheiro.

Na verdade isso já pode acontecer durante o pagamento do empréstimo. Lógico que a pessoa deverá dar uma boa analisada nas contas, para conseguir determinar se será possível iniciar essa poupança.

 

Se livrar da dívida do cartão é fácil?

Não. Mesmo para uma pessoa que foi pega de surpresa por algum gasto extraordinário, na grande parte das vezes, os gastos emergenciais não chegam a superar cifras exorbitantes.

Ou seja, se a pessoa tivesse uma poupança ou algo equivalente a dois ou três salários, já seria possível absorver essa despesa sem grandes problemas.

Porém, se a pessoa não tem o hábito de poupar, qualquer aumento nos gastos pode se tornar um grande problema.

Sendo assim, ao chegar nesse ponto, onde é preciso captar recursos para saldar uma dívida, a pessoa deve compreender que tal situação é um grande alerta.

Um alerta que é preciso mudar alguma coisa. Nesse caso, a pessoa deve começar a ter mais disciplina com suas finanças.

Poupar parte da renda é a primeira coisa que deve ser feita. Reduzir de forma imediata os gastos com o intuito de fomentar uma poupança é algo imprescindível.

Gastar tudo o que recebe é uma prática perigosa, que eventualmente pode levar a pessoa a ter problemas no futuro.

A relação entre o cartão de crédito e as dividas

Boa parte das pessoas acha o cartão de crédito uma ferramenta muito interessante, porém, perigosa!

O interessante do cartão de crédito está relacionado às parcelas. Ou seja, ao comprar algum item um pouco mais caro, a pessoa tem a possibilidade de parcelas à compra.

Na grande parte das lojas, a modalidade de parcelar a compra pode ser oferecida em até 12 vezes sem juros.

Portanto estamos tratando de um “financiamento” a juro zero! Algo muito interessante, ainda mais quando temos outras linhas de crédito com juros exorbitantes.

Depois ainda contamos com o pagamento no modo crédito só para o mês que vêm. Portanto ao comprar qualquer coisa, a pessoa terá a possibilidade de pagar pela fatura somente no mês que vêm, ou depois de 30, 45 dias (dependendo de como funciona o seu cartão).

Essa característica de postergar o pagamento é interessante, uma vez que oferece a possibilidade do cliente, trabalhar com o dinheiro que ficou na conta no primeiro mês, ou com o valor que foi poupado de ser gasto de uma só vez (no caso de itens parcelados).

Mas essa vantagem também pode se tornar o pesadelo de muitas pessoas. Aqui é que mora a relação do cartão de crédito com dívidas!

Parcelar no cartão sem controle

Vamos comprar uma roupa nova? Ou quem sabe trocar de celular? Ah, mas esse celular novo custa R$ 1.500,00, quem tem tanto dinheiro assim disponível? E essa camisa está saindo por volta de R$ 240,00? Como eu vou poder arcar com tal despesa?

Mas tanto o celular quanto a camisa oferecem a possibilidade de serem parcelados em até 12 vezes! Ou seja, o seu celular pode custar, “na verdade” 12 parcelas de R$ 125,00 e sua camisa outras 12 parcelas de R$ 20,00! Ou seja, com menos de R$ 150,00 o cidadão já consegue adquirir os dois itens! Maravilhoso né? Só que não!

Essa primeira compra, levando em consideração que a pessoa não gastou com mais nada antes, não tendo qualquer obrigação com o cartão de crédito ou fora dele, pode ser alvo de análise.

Então, tecnicamente, essa compra não seria o problema, mas sim a ideia! O problema é a ideia de que é possível comprar tais itens porque existe a possibilidade de parcelar.

O parcelamento do cartão, ou o fator de utilizar o crédito para postergar o pagamento deve ser visto como uma forma de vantagem e não de possibilidade.

Só porque existe a chance de parcelas itens em até 12 vezes não significa que isso pode lhe conceder a possibilidade de sair comprando tudo.

Na verdade o cartão de crédito só é um instrumento que lhe dá uma vantagem. Então, na verdade, antes de comprar à camisa a pessoa deve pensar, será que eu preciso dessa camisa? Se você  estiver precisando, então deve realizar mais uma pergunta, será que esse preço está justo, ou existe algo mais em conta?

Desse modo você além de contar com a modalidade de parcelamento, ou simplesmente a possibilidade de postergar o pagamento para 30 dias, estará economizando com a compra em si.

Essa mesma estratégia também pode ser desenvolvia com a compra do celular e demais itens que possam vir a ser alvo de interesse.

Enfim, o importante é limitar as suas compras levando em consideração a importância do item a ser adquirido (se ele é mesmo necessário e imprescindível) além de analisar as suas receitas e renda.

Se os seus gastos já estão beirando o valor total de renda, ou até ultrapassando, então não vejo motivos para continuar a comprar.

Formas de manter o controle

Existem duas formas, a primeira é mais prática, e analisar constantemente a fatura do cartão. Desse modo o usuário poderá identificar quais foram às últimas despesas e se o valor da fatura está muito alto.

A segunda alternativa, é em minha opinião a melhor, e construir uma planilha ou anotar tudo em um caderno.

Desse modo a pessoa pode manter o controle dos gastos do mês, além dos valores parcelados. Observando o valor aproximado das próximas parcelas e assim mantendo um controle praticamente total

Assim, perder o controle sobre as finanças vai ser algo bem difícil de ocorre. Ainda mais quando começamos a nos questionar a respeito dos gatos! Observando aonde o dinheiro vai e identificando o que é despesa essencial e o que não é.

Resultados da falta de controle

O resultado da falta de controle ou dos excessos pode ser a aquisição de linhas de crédito e o pagamento de juros sobre tais valores.

Coisa que definitivamente pode acabar comprometendo boa parte das suas receitas e dificultando ainda mais a retomada financeira da pessoa.

Ficar no zero a zero não é uma boa solução, observando isso, é de bom tom que a pessoa sempre mantenha uma margem de suas receitas destinadas a investimentos.

Mesmo que alguma situação de emergência ocorra, a pessoa sempre terá recursos. Uma vez que esse dinheiro poupado, estará investidor e rendendo mais dinheiro.

Se o indivíduo sempre gastar o valor total de suas receitas ou pior, sempre gastar mais do que pode pagar, eventualmente uma hora algo vai acontecer e assim  a aquisição de linhas de crédito será necessária.

Ao cair nesse tipo de “armadilha” a pessoa vai ser obrigada a cortar na “carne” boa parte de suas despesas, uma vez que os custos para conseguir dinheiro e se financiar é alto no Brasil.

Uma pessoa sem o controle financeiro ideal pode fazer o que?

Uma das primeiras coisas a se fazer é cortar o cartão de crédito. O problema do cartão, novamente, é a possibilidade de parcelar praticamente qualquer despesa, inclusive a própria fatura do cartão.

Coisa que é interessante (menos o parcelamento da fatura), porém, esse parcelamento deve ser feito com bastante cuidado, e sempre analisando se existe a necessidade de tais gastos.

Como as pessoas que não possuem tal controle acabam, eventualmente, comprando sempre mais, o interessante é cortar o cartão de crédito e posteriormente começar a anotar todas as despesas, mantendo um controle financeiro!

Quais são os produtos e serviços que consigo trocar com os meus pontos vinculados aos cartões de crédito?

Não são poucos os programas de recompensas que temos vinculados aos cartões de crédito. A TAM foi uma das primeiras empresas que começou a trabalhar esse tipo de fidelidade junto aos seus clientes no Brasil. O programa de pontos da companhia aérea é a Multiplus.

Por meio desse programa de pontos, as pessoas que tinham o cartão de crédito com a bandeira da TAM poderiam acumular pontos.

Os valores das compras eram convertidos em dólares, e por sua vez, esses dólares se transformavam em pontos.

Com uma determinada quantidade de pontos, já era possível trocar. A princípio (no começo) era possível pegar passagens aéreas com os pontos. Desde viagens nacionais e até internacionais podiam ser negociadas.

No início, os pontos tinham vencimento, sendo que dificilmente o cliente poderia prorrogar esse vencimento.

Atualmente já existem várias coisas que o cliente pode fazer. Desde estender o vencimento dos seus pontos, até utilizar dinheiro junto dos pontos para comprar produtos ou serviços.

Já vimos que passagens aéreas podem ser adquiridas com os pontos do cartão de crédito, mas isso é tudo?

Combustível!

Um dos produtos mais interessantes que se pode conseguir através dos pontos do cartão de crédito é o combustível.

Praticamente todos nós utilizamos carros, correto? O carro próprio, ou do cônjuge, do pai, da mãe, enfim, utilizamos um veículo para o transporte.

Esse veículo sempre vai precisar de combustível, portanto nada mais conveniente do que conseguir gasolina, álcool ou gás, através dos pontos do seu cartão.

O acúmulo e a troca são coisas bem fáceis de serem feitas. Toda a compra feita através do cartão de crédito (utilizando o crédito) acaba servindo para acumular pontos.

Portanto, a primeira coisa que a pessoa deve começar a fazer é só utilizar a opção crédito do cartão. Desse modo, cada centavo vai ajudar  o cliente  a acumular mais pontos.

Alcançando determinada pontuação, o cliente poderá realizar a troca dos pontos pelo combustível. Por exemplo, vamos falar do programa de pontos do Posto Ipiranga.

Através desse programa de pontos, os clientes da Multiplus, podem trocar seus pontos por créditos de combustível no programa da Ipiranga.

Aqui podemos ver que existe uma espécie de troca de pontos entre dois programas de fidelidade. A Multiplus e o programa do posto Ipiranga.

Pois bem, para aqueles que não possuem o cartão da Multiplus, e por sua vez, se beneficiam do programa de pontuação da Smiles, a própria também possui parceria com outro posto de combustível.

Dessa vez estamos falando da Shell. O posto também possui um programa de pontos, e assim, a Smiles e a Shell fazem a troca de pontos.

No final, tanto os clientes da Multiplus quanto da Smiles podem conseguir se beneficiar dos créditos de combustível.

Cartão presente!

Outro produto que pode ser adquirido através da troca dos pontos é o cartão presente! Esse também é outro excelente produto para se adquirido.

Os cartões presentes, dependendo da forma que for trocado, podem servir em qualquer lugar. Esse cartão funciona como um cartão pré-pago, ou seja, o cliente poderá utilizar os créditos do cartão em qualquer estabelecimento que aceite o mesmo.

No caso da Multiplus, os cartões presentes são da bandeira Mastercard! A Mastercard é uma das bandeiras mais aceitas no mundo.

Pois bem, ao trocar seus pontos pelo cartão, dentro de um prazo de aproximadamente 20 dias, o cartão será entregue em sua residência, ou no local onde você marcou para ser entregue. Depois é só realizar o desbloqueio do mesmo, e assim já pode começar a utilizar.

O legal disso tudo, é que de certa forma, o cartão de crédito, ou o próprio banco vão começar a remunerar o cliente por gastar através do cartão.

Ao gastar com o cartão de crédito, o cliente começa a acumular pontos, com esses pontos é possível realizar trocas por produtos e serviços, ou seja, é como se o banco estivesse lhe pagando!

Casas Bahia, Ponto Frio, Netshoes e outras lojas do varejo!

As trocas não ficam só por conta dos cartões pré-pagos, ou do postos de combustíveis, existem outras empresas que trabalham com os pontos. Dentre elas podemos citar grandes empresas do varejo, como é o caso das Casas Bahia, Ponto Frio e Netshoes.

Todas essas três empresas trabalham em parceria com a Multiplus. Portanto, os clientes que possuem pontos acumulados na Multiplus, com certeza têm chances maiores de conseguir trocar seus pontos por produtos e serviços dos mais diferentes.

Mas o que essas empresas do varejo oferecem aos clientes da Multiplus? Praticamente tudo que existe na loja virtual está ali, para ser trocado por pontos!

Então, se o usuário está precisando de um tênis novo, ele pode acessar a página da Netshoes através da conta da Multiplus, e procurar por um par de tênis que tenha um valor próximo a sua quantidade de pontos.

Portanto, ao entrar nessa loja online da Netshoes através da área do cliente da Multiplus, os preços dos produtos estarão convertidos em pontos.

Assim, o usuário tem como analisar qual é o  produto que pode ser trocado ou não. Se de repente, ao invés de um tênis a pessoa precise de um DVD, ou quem sabe de um eletrodoméstico, o mesmo pode acessar a loja virtual das Casas Bahia ou do Ponto frio.

Atualmente a Multiplus possui diversos parceiros. Com certeza um desses parceiros vai ter algo que você precise!

Alguns pontos que a pessoa deve ficar atenta!

Falamos bastante em gastar no cartão de crédito, mas antes de sair gastando no crédito, o cliente deve manter um bom controle das finanças! Nem sempre a compra através do cartão de crédito é a melhor solução.

Não é de hoje que muitas empresas oferecem descontos aos clientes nas compras a vista! Esse desconto muitas vezes pode passar dos 10%! Ou seja, ao invés e pagar através do cartão, o cliente pode pagar a vista e conseguir um excelente desconto.

Mesmo observando que esse valor poderia virar ponto no seu programa de fidelidade, o desconto em cima de sua compra pode ser ainda maior (em comparação aos benefícios dos pontos). Por isso preste atenção! Não pague para receber algum benefício que seja inferior!

Os principais programas de pontos dos cartões de crédito

Os cartões de crédito, muitas vezes acabam oferecendo programas de recompensas. Dentre esses programas temos os que oferecem pontos aos clientes.

Nos programas de pontos, os clientes do cartão de crédito conseguem acumular pontos que podem ser trocados por produtos ou serviços.

No Brasil, por exemplo, temos dois grandes programas de pontos. A Multiplus e a Smiles. Esses dois programas de pontos, nasceram de duas companhias áreas.

A Multiplus é da Tam (agora Latam) e a Smiles é da Gol. Portanto um dos principais produtos oferecidos pelo programa de pontos das duas companhias áreas é a possibilidade de trocar os pontos por passagens.

Porém esses programas estão em plena expansão, conseguindo atrair mais empresas. Atualmente no caso da Multiplus temos diversas empresas oferecendo produtos em troca de pontos.

Grandes firmas do varejo, com as Casas Bahia, ou o Ponto frio oferecem diversos produtos que podem ser trocados por pontos.

Existe até os postos Ipiranga, que oferecem créditos em seus postos. Tudo isso pode ser alvo dos clientes na hora de trocar os pontos!

Como funciona o acúmulo dos pontos?

Em grande parte, os  programas de pontos, simplesmente fazem o seguinte; Ao registrar um gasto com o seu cartão de crédito na modalidade crédito, o valor gasto é convertido em dólares. Após essa conversão o valor em dólares cai em uma espécie de tabela.

Dependendo do cartão do cliente, o mesmo vai conseguir 1 ponto, ou até mais por cada dólar gasto!

Níveis dos cartões

Existem cartões de vários níveis. Para começar, o interessado vai precisar de um cartão que seja no mínimo internacional.

Ou seja, os cartões internacionais são a porta de entrada para iniciar no mundo dos pontos. É bom lembrar que não é qualquer cartão que vai oferecer pontos da Multiplus ou da Smiles.

O interessado vai precisar pesquisar a respeito do cartão. Atualmente existem cartões da Smiles e da Multiplus. Portanto temos cartões de crédito das próprias firmas que administram os programas de pontos.

Além deles temos cartões e diferentes tipos. Existem os cartões da Latam, que vão acabar oferecendo a troca para os pontos da Multiplus. Depois disso temos cartões de outras empresas que fazem a intermediação para a troca de pontos.

Vamos supor que a pessoa em questão, esteja interessada no cartão do Pão de Açúcar. Esse cartão pode oferecer  descontos e condições especiais para aqueles que o utilizam em estabelecimentos do Pão de Açúcar, como os supermercados.

Mas, além disso, é possível acumular pontos no programa de pontos do Pão de Açúcar. Assim, o cliente do cartão terá a oportunidade de acumular pontos em tal programa, e futuramente tentar realizar uma troca de pontos junto a Multiplus, para conseguir se beneficiar das vantagens da Multiplus.

A mesma coisa acontece com os programas que fazem essa transferência de pontos juntos a Smiles. A única coisa que o cliente vai precisar fazer é analisar se existe tal possibilidade.

Dando continuidade os tipos de cartões. Já falamos que os internacionais seriam a porta de entrada para o mundo dos pontos.

Depois dos internacionais, temos os cartões Gold. Essa versão de cartão de crédito pode conceder um pouco mais de pontos para cada dólar gasto.

Em grande parte o acúmulo de pontos fica por conta dos 1,50 pontos por dólar. Depois da versão Gold temos a Platinium.

Na versão Platinium, o cliente pode conseguir até 2 pontos para cada dólar gasto. E por último, temos as versões exclusivas de cada bandeira.

Nesse caso vamos pegar como exemplo os cartões da Mastercard e da Visa. Os cartões Mastercard possuem a versão Black. Nessa versão o cliente pode conseguir de 2,33 pontos até 2,5 pontos por cada dólar gasto.

Ou seja, se antes, com o cartão internacional, uma despesas no cartão de crédito convertida em dólares poderia gerar 1000 pontos (1000 dólares em gastos) agora, o mesmo valor pode gerar até 2.500 pontos!

Já nos cartões VISA, o cliente terá o exclusivo Infinite. No Infinite vai acontecer a mesma coisa que no Back da Mastercard. O cliente terá entre 2,33 pontos a 2,5 pontos por cada dólar gasto.

Mas como eu posso conseguir o meu upgrade no cartão de crédito?

Manter um bom contato com a instituição financeira é um bom começo. Não deixar de pagar nenhuma fatura, sempre pagar as mesmas em dia, e utilizar bastante o cartão, são formas de conseguir manter um bom relacionamentos com o banco.

Em questão de poucos meses, é possível que o banco já venha tentar oferecer um upgrade em seu carão de crédito.

Outra coisa que pode ajudar bastante o cliente nessa empreitada é a solicitação de cartões para dependentes.

Desse modo, os gastos dos dependentes serão somados aos gastos do cartão principal. Esse acúmulo vai aumentar o valor da fatura além de fornecer mais pontos ao cliente.

Taxas e anuidades

São bem poucos os cartões de crédito que oferecem programas de pontos e ainda isentam os clientes de taxas e anuidades.

Até mesmo o Nubank não isenta os seus clientes, se os mesmos quiserem participar do programa de pontos, terão que arcar com alguma taxa ou anuidade.

Portanto, nessa hora, o cliente deve analisar o valor da anuidade e perguntar se existe a possibilidade de solicitar algum tipo de desconto.

Por exemplo, os cartões Black e Inifinite, possuem taxas que podem superar o valor dos R$ 500,00 ao ano!

Sim, é um valor exorbitante para grande parte dos brasileiros, porém se o cliente conseguir um bom desconto,  o cartão passa a valer a pena.

Se o desconto for à casa dos 50%, ou até mais, dependendo dos gatos do cliente, o cartão pode valer muito a pena.

A mesma coisa vale para os demais níveis de cartão. Falamos sobre o Gold e o Platinium. Ambos os níveis já vão elevar o valores da anuidade. Sendo assim, o cliente deve questionar junto à operadora do cartão se existe a possibilidade de conseguir descontos.

Vale a pena procurar cartões com programas de pontos?

Sim! Dependendo das taxas impostas ao cliente e das vantagens que o cartão oferecer, a aquisição do mesmo pode ser muito interessante!

Cartão de crédito ou empréstimo pessoal: vantagens e desvantagens.

Tecnicamente, os cartões de crédito também funcionam como empréstimos. Porém, no caso dos cartões de crédito, os usuários conseguem postergar o pagamento em pelo menos um mês, ou parcelas os valores em até 12 vezes.

Através dos empréstimos, as pessoas conseguem parcelas em mais vezes, e conseguem captar valores superiores aos limites oferecidos nos cartões de crédito.

Ou seja, para adquirir produtos, ou até mesmo, para captar dinheiro, propriamente dito, o cliente pode recorrer a empréstimos. Mas então, quais são as vantagens de cada um? E suas desvantagens?

Vantagens do cartão de crédito

A grande característica e porque não, a grande vantagem dos cartões de crédito é a oportunidade de conseguir parcelar as compras em até 12 vezes sem juros!

Dificilmente alguém consegue uma linha de crédito assim, com parcelas sem juros em pelo menos 12 vezes. Observando isso, temos no cartão de crédito uma excelente opção quando o assunto é empréstimos de curto prazo.

A compra no cartão de crédito pode ser a solução para diversas situações, dentre elas temos a falta de capital na conta.

Sem dinheiro na conta, o cliente vai precisar de alguma forma de empréstimo para conseguir se financiar. O cartão de crédito pode ser utilizado até para pagamentos de despesas como a conta de luz, ou o telefone.

Mas para esses pagamentos, o próprio pagamento pode acabar gerando uma despesa com taxas e até encargos. Isso ocorre uma vez que o cartão de crédito acaba postergando o pagamento em um mês. Desse modo, o banco pode cobrar alguma tarifa para realizar os pagamentos das faturas de luz, telefone, água.

Outra vantagem do cartão de crédito é a sua simplicidade. Através do cartão, o cliente não vai precisar mais levar dinheiro para todo lugar. Com o cartão de crédito, a pessoa já consegue realizar pagamentos e compras normalmente.

Lógico, tudo isso vai depender se o cartão é aceito nos estabelecimentos. Mas em grande parte,  todos os locais já trabalham com cartão de crédito.

A desvantagem do cartão de crédito

A grande desvantagem do cartão é os juros cobrados, caso o cliente fique inadimplente. Por mais que o cartão oferece uma série de benefícios, dentre eles as parcelas sem juros e a facilidade de manuseio, uma dos maiores problemas é o juro alto do parcelamento de fatura, ou do saldo em aberto.

Dependendo dos valores, a dívida do cliente pode ficar extremamente alta. Em menos de um ano, a fatura que antes poderia ser de R$ 2.000,00 no cartão, com a influência do juro, pode dobrar ou até triplicar em poucos meses!

Observando isso, é necessário que o cliente fique de olho na fatura, em sua capacidade de pagar as contas, além da data de vencimento do cartão.

Dentre todas as opções de empréstimo que existe no mercado, com certeza a menos favorável é o crédito do parcelamento da dívida do cartão de crédito.

Muitas vezes as pessoas acabam optando pelo próprio parcelamento da fatura, uma vez que está tudo ali, mais fácil. O crédito já é liberado, e a pessoa já pode parcelar a fatura que está em aberto. Porém o juro dessa modalidade é um dos mais altos!

Sendo assim, o mais sensato é procurar por outra forma de produto. Nem que seja o empréstimo pessoa. Querendo ou não, qualquer pessoa que tenha uma conta corrente, provavelmente terá condições que recorrer ao empréstimo pessoal.

Desse modo, a aquisição do empréstimo pessoal, para conseguir quitar o valor do cartão de crédito, vau gerar uma despesa com juro bem inferior ao do cartão de crédito.

Vantagens do empréstimo pessoal

O empréstimo pessoal é uma das modalidades de crédito de maior fácil acesso do mercado. Um dos requisitos, praticamente, é ser correntista em um banco.

Através de sua conta corrente, o cliente consegue acesso ao empréstimo pessoal. A pessoa pode adquirir o empréstimo através da conta online mesmo. Sem necessidade de ir até agência bancária, e solicitar o empréstimo por meio do gerente de conta.

Tudo é bem fácil e tranquilo. Em questão de minutos o dinheiro já está liberado para o cliente fazer o que bem entender. Sendo que para pagar esse empréstimo, o cliente pode parcelar o valor em até 60 vezes (existe banco que oferece essa possibilidade, dependendo do valor, ou em uma quantidade menor de parcelas).

A facilidade de acesso e aceitação faz o empréstimo pessoal uma das formas mais interessantes de conseguir dinheiro rápido. Mas existe ainda mais um fator interessante. Poder utilizar o dinheiro para o que bem entender.

O empréstimo pessoal não funciona como um financiamento de carro ou casa. Como o próprio nome já diz, o financiam-no de carro serve para comprar o veículo, já o de casa, é para comprar uma residência.

O empréstimo pessoal até pode ser utilizado para algo específico, mas o banco não tem o interesse de saber. Tudo isso fica por conta do cliente mesmo.

Fatos negativos com relação ao empréstimo pessoal

Por mais que exista uma diversidade de benefícios com relação ao empréstimo pessoal, essa modalidade de crédito, dentre as acessíveis no mercado, ainda é uma das piores.

Isso acontece devido ao juro praticado. Muitos bancos acabam cobrando dos seus clientes taxas que podem chegar aos 6% ao mês!

Mesmo sendo uma taxa inferior à cobrada do cartão de crédito ou do cheque especial, um juro de 6% ao mês é muito alta para qualquer pessoa.

Em questão de pouco menos de um ano, a pessoa já terá uma cobrança de juro superior aos 70%. Ou seja, o cliente está pagando duas vezes a sua dívida praticamente!

Levando o juro em consideração, é possível identificar que o empréstimo pessoal realmente não é uma das melhores opções para conseguir um crédito.

As pessoas podem recorrer ao consignado, ou algum empréstimo com garantias. Essas duas modalidades podem garantir ao cliente um bom desconto nos juros. Sendo assim, a conta a pagar não ficará tão cara!

Resumindo

Tanto o cartão de crédito, quanto o empréstimo pessoal possuem suas vantagens e desvantagens. Cabe ao leitor identificar os melhore momentos para utilizar um ou outro.

Como posso solicitar um cartão de crédito internacional?

Comprar algo do exterior já foi uma tarefa bem complicada. Na verdade, as pessoas comuns (como nós) não tinham meios para conseguir efetuar tais compras.

Mesmo havendo alguma forma, a compra poderia ser muito cara, fato que acaba desmotivando o negócio. Mas com a internet, e principalmente com os cartões de crédito, tais aquisições no exterior se tornaram mais fáceis.

Com os cartões internacionais, tal procedimento, de comprar produtos no exterior virou algo muito fácil e prático de ser feito.

Além das compras online, o cartão de crédito internacional facilita a vida daqueles que vão viajar para o exterior.

Antes, as pessoas precisavam trocar o real pela moeda do país de destino. Por exemplo, a pessoa vai para os Estados Unidos, então era preciso trocar o real por dólar (em espécie).

Depois as pessoas começaram a pegar o costume de adquirir um cartão pré-pago com dólares.

Ou seja, era adicionado dólar no cartão. Tudo isso feito através dos próprios reais. Atualmente, o cartão de crédito internacional vem ganhando mais e mais usuários.

Desse modo o viajante não precisa se preocupar em trocar reais por dólares ( por exemplo) e tão pouco efetuar a compra de um cartão pré-pago. Todos os gastos realizados no exterior podem ser pagos através do cartão internacional!

Solicitando um cartão de crédito internacional!

Antes de solicitar um cartão internacional, a pessoa deve analisar vários fatores para decidir qual escolher.

Um dos principais itens que é preciso verificar no seu futuro cartão é o valor da anuidade, ou se existe anuidade no mesmo.

Valores altos de anuidade devem vir acompanhados de benefícios. Porém se os benefícios forem poucos, ou focados a um público diferente, então o cartão provavelmente não vai corresponder às expectativas do usuário.

É mais fácil escolher um cartão com isenção de anuidade. Desse modo, o usuário não terá gastos com o cartão.

Por isso a anuidade deve ser avaliada em primeiro lugar! Querendo ou não, boa parte dos cartões que temos no mercado, vem com alguma taxa anual. Cartões oferecidos por bancos menores e até as instituições denominadas de Fintechs conseguem oferecer cartões com isenção.

Um bom exemplo, disso é o Nubank e o banco Inter. Nos dois casos o usuário deve analisar a instituição também, observando sites como o Reclame Aqui, para determinar se a instituição financeira é de boa qualidade.

O segundo item que deve ser analisado pelo usuário é os benefícios do cartão. Por exemplo, existem cartões que contam com alguns benefícios que podem compensar o pagamento de uma anuidade.

Um bom exemplo de benefício é os pontos ou milhas dos programas de fidelidade. Dentre esses programas podemos citar a Multiplus e Smiles.

O funcionamento dos programas de milhas e pontos é bem simples. Ao comprar com o cartão de crédito, o valor de sua fatura é convertido de real para dólar.

Para cada dólar, o usuário vai receber uma quantidade de pontos. Geralmente os cartões internacionais são considerados cartões de nível “básico”, ou seja, são de primeiro nível.

Depois temos os cartões Gold, Platinum e os cartões exclusivos, como o Infinite (VISA) e o Black (Mastercard).

Para cada nível desses o usuário recebe uma determinada quantidade de pontos para cada real gasto (convertido em dólares).

Se no nível internacional o usuário receberá 1 ponto para cada 1 dólar gasto, no Gold o usuário receberá algo em torno de 1,33 pontos para cada dólar gasto.

Depois no Platinium a “remuneração” pode ser de 1,50 a 2 pontos por dólar. Nos cartões exclusivos a pontuação pode chegar aos 2,5 pontos para cada dólar.

Observando isso, parece ser bem mais interessante adquirir um cartão Exclusivo do que os de outros níveis. Porém para esses cartões, que oferecem pontos e milhas em programas de fidelidade, geralmente existe a cobrança de anuidade!

Essa cobrança também ocorre de forma escalonada. Conforme o nível vai subindo a cobrança de anuidade vai aumentando.

É comum observar os cartões internacionais cobrarem de seus clientes uma taxa de anuidade próxima dos R$ 150,00. Os cartões Gold e Platinium podem chegar a valores superiores aos R$ 200,00 já os exclusivos podem romper a barreira dos R$ 300,00!

Bom, observando que existem cartões internacionais isentos de anuidade (como já mencionamos) o usuário deverá ao menos conseguir extrair benefícios equivalentes ao valor pago de anuidade. Desse modo haverá uma espécie de compensação.

Se isso não for possível, não faz sentido adquirir um cartão internacional que cobre anuidade (ou só tenha custos ao invés de benefícios).

Esse é um ponto implorante! O cartão internacional, ou seja, lá o que for, deve trazer benefícios ao cliente. Mas não custos! Evite o gasto a todo custo!

Vale lembrar que os bancos grandes que oferecem esses cartões, geralmente, concedem descontos aos usuários que solicitarem uma redução no valor.

É claro que para isso acontecer, o cliente deve ter uma boa relação com a instituição financeira. Quando falamos em boa relação estamos nos referindo aos pagamentos em dia!

Mantendo um fluxo de compras através do cartão de crédito aliado aos pagamentos em dia das faturas, dificilmente o banco vai deixar de lhe conceder algum desconto.

É possível que tais descontos cheguem a ficar acima dos 50% do valor da anuidade! É um excelente negócio! Vale destacar que esse desconto é possível e não garantido!

O terceiro motivo para solicitar um cartão internacional é os benefícios concedidos através de empresas ligadas ao cartão.

Por exemplo, atualmente existem cartões das mais diferentes empresas com as mais diferentes bandeiras.

Então temos cartões de bancos como o Itaú e o Bradesco que por sua vez, são vinculados a outras empresas, como a Netshoes e o Submarino. Depois temos as bandeiras, como a VISA e Mastercard.

Vamos dizer que o leitor seja um grande cliente de alguma dessas empresas, por exemplo, a Netshoes. O cartão Netshoes oferece aos clientes descontos consideráveis em boa parte dos produtos.

Mesmo pagando a anuidade do cartão, que nesse caso não é isento os benefícios com os descontos podem ser maiores do que a própria anuidade. Portanto o cliente pode sim, conseguir extrair benefícios financeiros na aquisição desse cartão.

Mesmo coisa acontece com os cartões do Submarino, Americanas, os cartões de companhias aéreas, como a LATAM e até cartões dos programas de fidelidade, Multiplus e Smiles!