Diferença entre empréstimo pessoal, cartão de crédito e cheque especial.

Você consegue me dizer quais são as linhas de crédito mais caras no Brasil? Existem tantas que você provavelmente nem saberia me dizer, correto?

Ou de repente até já conhece alguma delas, mas não consegue determinar se existe algo mais caro. Fique tranquilo, que nesse artigo vamos falar sobre essas linhas de crédito.

O cheque especial e o parcelamento do cartão de crédito ocupam os primeiros lugares entre as linhas de crédito mais caras.

É bom frisar que ambas as linhas já foram piores. Houve algumas mudanças nas regras, principalmente no que tange o parcelamento do cartão, além da redução da taxa de juro.

Pois bem, mas quais são as principais diferenças entre o empréstimo pessoal, cheque especial e o cartão de crédito?

Facilidade de acesso

As três formas de “empréstimo” são similares quando o assunto é acessibilidade. Porém o cheque especial é a mais fácil.

Para conseguir acessar o limite do cheque especial, o cliente precisa ter uma conta corrente, basicamente.

Bom, na hora de abrir a conta corrente, o gerente do seu banco provavelmente vai solicitar um comprovante de renda.

Através desse comprovante de renda será possível determinar um valor de limite. Acredito que o banco deve realizar algum tipo de cálculo para mensurar qual será o valor de cheque especial.

Existem bancos que até perguntam para o cliente se o mesmo quer contar com o cheque especial liberado na conta.

Enfim, após o processo de abertura da conta, o cliente já pode contar com um limite no cheque especial.

Mas como funciona esse limite? Ao utilizar mais dinheiro do que possui na conta corrente, o banco vai começar a usar o seu limite no cheque.

Lógico que esse limite, como o próprio nome já diz, possui um limite. Sendo assim, o valor pode ser totalmente utilizado e a partir daí, não haverá mais liberação de recursos.

Por exemplo, se você possui uma conta para ser paga e não possui mais dinheiro, é possível pagar a fatura utilizando parte do limite do cheque. Desse modo você paga a conta, mas contrai uma dívida junta a instituição financeira.

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Para quitar essa obrigação junto ao banco você tem a opção de depositar o valor correspondente em  sua conta e depois aguardar que os encargos sejam cobrados, ou parcelar o valor utilizado no cheque especial.

Com certeza a forma mais eficiente de conseguir se livrar dos valores do cheque especial é pagando de uma só vez a quantia utilizada.

Lembre-se, ao parcelar o valor a pagar do cheque especial, o juro cobrado será similar ao juro do próprio cheque especial, portanto é mais interessante captar recursos através de outra linha de crédito, como o próprio empréstimo pessoal, do que parcelar o valor.

Agora, para conseguir acessar o parcelamento do cartão de crédito, ou qualquer linha de crédito que seja proveniente do cartão, o cliente só precisa deixar de pagar o valor total da fatura.

Ao pagar o valor mínimo você já estará se endividando no cartão. Essa dívida é interessante, ou melhor, é a melhor oportunidade de crédito? Não!

Sem dúvidas o cartão de crédito é tão ruim (juro alto) do que o cheque especial. Caso você esteja passando por problemas financeiros, e não existe outra forma de conseguir pagar o seu cartão, então será preciso recorrer ao pagamento mínimo da fatura ou ao parcelamento das mesmas.

Após fazer isso, fique esperto com o juro cobrado. Não tente pagar o valor total através das parcelas. Assim que possível procure por uma linha de crédito mais em conta.

O empréstimo pessoal pode ser uma boa. O bom mesmo seria conseguir o empréstimo consignado! Através do consignando você terá em mãos o empréstimo mais em contra do mercado!

Por último temos o empréstimo pessoal. Dentre as três opções de empréstimo, o empréstimo pessoal é a mais interessante.

Para conseguir acesso à linha de crédito o cliente terá que contar com crédito pré-aprovado, coisa que não é difícil de conseguir.

Se você já conta com o cheque especial, é bem provável que o empréstimo pessoal já esteja liberado também.

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Para conseguir os recursos através dessa modalidade crédito, basta você acessar a área de empréstimo e financiamentos do seu banco online e analisar as opções e os valores.

É possível até realizar simulações com o intuito de avaliar qual é a melhor opção, melhor prazo e valores,

Enfim, através da internet, no confronto de sua residência, você pode analisar e encontrar o melhor empréstimo.

Se todos são acessíveis qual é a melhor taxa?

Passando a análise para as taxas praticadas encontramos uma semelhança entre o parcelamento do cartão de crédito e o cheque especial.

Ambas as taxas de juro são semelhantes. É possível que o crédito do cartão ainda seja superior. Então, observando isso, acredito que é melhor captar recursos através do cheque especial para cobrir uma possível dívida no cartão do que o contrário.

Mas ao detectar que haverá problemas com o cartão ou o cheque especial, você já pode tentar agilizar um empréstimo pessoal.

O empréstimo pessoal pode cobrar uma taxa equivalente a 70% ou 80% de juros ao ano, enquanto o cheque especial ou o crédito do cartão podem cobrar taxas superiores aos 200% ao ano!

Sendo assim, dê prioridade ao empréstimo pessoal! Evite ao máximo contrair crédito do cheque especial ou do cartão de crédito!

Conclusão

Levando tudo em consideração, não restam dúvidas que a melhor forma de captar recursos é através do empréstimo pessoal.

No empréstimo pessoal o cliente tem a possibilidade de pagar um juro mais “normal”. Sendo que a taxa pode ser ainda menor. Tudo vai depender da forma de crédito além da relação entre o cliente e o banco.

O cheque especial e o parcelamento do cartão de crédito são formas de crédito que devem ser levadas em consideração. Por mais que o juro seja alto, em momentos de extrema dificuldade você terá que acionar as linhas.

Após conseguir resolver os seus problemas (momentâneos) será preciso “trocar” a dívida por outra que seja mais “barata” com juros menores.

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